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jan 3, 2014
admin

Índia estuda estender incentivos para indústria de açúcar

NOVA DÉLHI, 18 Dez (Reuters) – O governo indiano vai avaliar estender alguns incentivos para as usinas de açúcar, que estão enfrentando altos custos com a compra de cana, disse o ministro da Agricultura nesta quarta-feira.

“Os incentivos virão em estágios. Alguns serão considerados nesta semana, enquanto outros serão considerados na próxima semana”, disse Sharad Pawar a jornalistas.

Pawar lidera o painel de ministro que está trabalhando em pacote para ajudar as usinas em crise.

Anteriormente, o ministro para Alimentação K.V. Thomas, que também é membro do painel, disse que o grupo provavelmente estudaria incentivos para o setor na próxima semana.

A indústria iniciou a moagem quase um mês após o previsto citando a queda livre dos preços do açúcar e a taxa crescente da cana.

O atraso reduziu a produção indiana de açúcar pela metade até o momento na temporada que teve início em outubro.

A Índia é o segundo produtor global de açúcar após o Brasil.

(Reportagem de Mayank Bhardwaj)

Fonte: Notícias R7

dez 27, 2013
admin

Confiança da indústria sobe 0,6% na prévia de dezembro, indica FGV

Aumento foi influenciado pelas expectativas diante dos meses seguintes.
Em novembro, a confiança do setor subiu 1,2%.

A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) de dezembro sinaliza avanço de 0,6% em relação ao resultado final de novembro, considerando-se dados livres de influência sazonal, informa a pesquisa “Sondagem da Indústria de Transformação”, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Se confirmado, será o segundo avanço consecutivo, que levaria o indicador a 99,6 pontos, o maior índice desde julho, mas ainda inferior à média móvel de 60 meses, de 104,0 pontos. Em novembro, a confiança do setor subiu 1,2%.

O aumento da confiança em dezembro foi influenciado pelas expectativas em relação aos meses seguintes. A prévia do Índice de Expectativas (IE) mostra avanço pelo terceiro mês consecutivo, em 1,4%, alcançando 99,5 pontos. A média desse subíndice é de 103,2 pontos.

Já a leitura preliminar do Índice da Situação Atual (ISA) indica queda de 0,3%, a 99,2 pontos, abaixo também da média, de 104,9 pontos.

Os dados preliminares de dezembro indicam estabilidade do Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) em 84,3%.

Para a prévia da sondagem foram consultadas 804 empresas entre os dias 02 e 17 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima quinta-feira, dia 26 de dezembro.

Confiança em baixa ante 2012

Se o indicador sinaliza aumento de confiança na comparação com novembro, no confronto com o mesmo período do ano passado os resultados ainda são negativos. O ICI mostra queda de 6,4% sobre dezembro do ano passado, após ter recuado 6,5% em novembro. A prévia do indicador que mede a confiança na situação atual registrou queda de 6,3%, após recuo de 5,9% em novembro, e aquele que mede expectativas cedeu 6,3%, depois de queda de 7,1% em novembro, sobre os mesmos período do ano passado.

Fonte: G1

dez 13, 2013
admin

Nível de emprego da indústria sobe 0,06% em novembro, segundo Fiesp

Ao comparar novembro de 2013 com o mesmo mês do ano passado, índice caiu 1,69%

Agência Estado

O nível de emprego da indústria paulista subiu 0,06% em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal, divulgou nesta quinta-feira (12), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Na mesma base de comparação, o Índice do Nível de Emprego caiu 0,47% na série sem ajuste sazonal.

Ao comparar novembro de 2013 com o mesmo mês do ano passado, o nível de emprego caiu 1,69%. Já nos 11 primeiros meses deste ano, o indicador acumula alta de 0,92%.

A indústria paulista teve um saldo de 12,5 mil demissões em novembro ante outubro. Na comparação de novembro com o mesmo mês do ano passado, a entidade registrou um saldo de 44,5 mil demissões. Dos 22 setores nos quais a Fiesp divide a indústria no Estado, 14 demitiram, 4 contrataram e 4 permaneceram estáveis em novembro.

Fonte: Economia IG

fev 18, 2013
admin

Encomenda à indústria cai 3,1% em dezembro

As encomendas à indústria da Espanha diminuíram 3,1% em dezembro, em relação ao mesmo mês de 2011, depois de registrarem queda anual de 1,7% em novembro, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Na comparação entre dezembro e novembro, houve queda de 8,3%, o menor resultado mensal dos últimos cinco anos.

Fonte: Estadão



jan 4, 2013
admin

Indústria desembolsa R$ 7,5 bilhões por ano para bancar serviços públicos

Montante corresponde a 0,44% do faturamento do setor; com esse valor, 120 mil postos de trabalho poderiam ter sido criados

Por Marcelo Rehder

Além de arcar com o peso excessivo da carga tributária sobre seus custos, a indústria se vê obrigada a desembolsar R$ 7,5 bilhões por ano para bancar serviços de saúde, previdência e assistência aos funcionários, cuja atribuição é do Estado. O custo desses serviços, segundo pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), eleva em 0,96% os preços do setor, prejudicando tanto o consumidor quanto o produto brasileiro, que perde espaço para a concorrência internacional.

“O problema é que o governo brasileiro arrecada muito e gasta mal o dinheiro dos impostos”, diz o diretor do departamento de competitividade e tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, responsável pela pesquisa, que ouviu 1,2 mil empresas do setor.

O executivo argumenta que o País tem uma das cargas tributárias mais altas do mundo, mas não oferece serviços de qualidade ou suficientes, como contrapartida, na maioria das áreas. Diante desse quadro, os gastos com esses serviços acabam saindo do bolso do contribuinte, o que representa um peso extra na carga tributária. Continue lendo »

nov 6, 2012
admin

Para o governo, indústria já dá sinais positivos

ADRIANA FERNANDES

Depois do tombo de 1% registrado em setembro, a produção industrial brasileira deverá registrar crescimento de 1% em outubro, na comparação com o mês anterior. É o que projeta a equipe econômica do governo, segundo apurou a Agência Estado.

O resultado fraco divulgado na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou dúvidas no mercado sobre a capacidade de recuperação da indústria, mesmo com as medidas de estímulo lançadas pelo governo nos últimos meses para beneficiar vários setores.

O resultado de setembro – o primeiro recuo depois de três meses seguidos de alta – já era esperado e não modifica o cenário de aceleração do ritmo de crescimento da atividade econômica nesse final de ano.

Segundo fontes do governo que participam da reunião do grupo das economias mais importantes do mundo, o G-20, na Cidade do México, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve registrar uma alta entre 1,2% e 1,3% no terceiro trimestre deste ano, em relação ao segundo trimestre.

Com esse desempenho, a economia brasileira já apresenta um crescimento anualizado próximo de 5%, entre 4,8% e 4,9%.

A avaliação do governo é a de que a queda na atividade industrial no mês de setembro foi fortemente influenciada pelo baixo número de dias úteis do mês – 19 contra 23 em agosto – e não pode ser vista com uma tendência. Além disso, a incerteza quanto à prorrogação do benefício da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dobre os veículos também prejudicou o resultado da produção industrial.

Retração. Na reunião do G-20, que acontece nesse fim de semana na capital mexicana, o crescimento da economia global volta a ser tema dos debates, depois da piora das projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a retomada da atividade econômica dos principais países do mundo.

Os presidentes dos Banco Centrais do bloco que representa as principais economias do mundo tiveram ontem num encontro bimensal com o Banco de Compensações Internacionais (BIS), o banco central dos bancos centrais, para debater o tema.

Às vésperas das eleições norte-americanas, os Estados Unidos estão sob pressão dos líderes financeiros mundiais para que evitem que os seus problemas fiscais afetem a economia global. A preocupação é que o agravamento do quadro fiscal nos Estados Unidos se torne um perigo ainda maior para a economia mundial. Outra preocupação nas discussões é com o risco de atraso na aplicação das regras do acordo bancário de Basileia III.

Fonte: Estadão



out 5, 2012
admin

Setor ferroviário impulsiona indústria e formação de profissionais

Site: CIMM
Ed. Setembro 2012

Indústria

Para a Norgren do Brasil, fabricante de equipamentos pneumáticos, as recentes notícias de novas concessões confirmam o planejamento acertado no setor ferroviário. Anderson Santos, Kam do setor ferroviário da empresa, explica que os anúncios de grandes investimentos no setor ainda não refletiram no aumento de vendas e calcula que isso deverá ocorrer a partir do primeiro trimestre de 2013. Com a ampliação da fábrica em São Paulo, a divisão ferroviária também ganhou mais espaço na planta. “Estamos desenvolvendo alguns projetos-piloto e esperamos iniciar o próximo ano com um market share de 10% no setor”, comenta Santos.

De acordo com a gerente de marketing da empresa, Keny Conde, os investimentos no setor ferroviário estão programados para o longo prazo, assim como no setor de óleo e gás. Essa postura de cautela é a mesma da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Para a entidade, os novos pacotes são bem-vindos, principalmente com a inclusão do modelo de parceria público-privada, mas as concessões não são definidas rapidamente e o impacto na movimentação da economia pode demorar.

Outra empresa que espera investir mais no setor ferroviário é a Kortech-Korloy, representante da Korloy Inc. A Kortech-Korloy comercializa há alguns anos ferramentas para usinagem dedicadas ao setor metroferroviário. De acordo com o diretor da empresa, Helio Sesso, nos últimos cinco anos a demanda por novos processos e novas tecnologias desenvolvidas para o setor ampliaram as oportunidades para aplicação desse tipo de produto. Sesso acredita que com o Programa de Investimentos em Logística, a demanda por essas ferramentas e equipamentos aumente.

Fonte: Clipping Jul/Ago/Set



set 25, 2012
admin

Até na indústria há sinais de um semestre melhor

A indústria de transformação, setor mais afetado pela crise, com queda de 2,5% no segundo trimestre, já dá sinais de recuperação, segundo indicadores divulgados nos últimos dias pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Os números do primeiro trimestre foram desanimadores, mas isso é passado”, disse o presidente da CNI, Robson Andrade.

A Sondagem Industrial da CNI, feita entre 3 e 14 de setembro com 1.983 empresas de todo o País, mostrou que o humor dos industriais melhorou, tanto em relação a agosto quanto a setembro do ano passado. A recuperação já é observada na produção, na demanda e, mais lentamente, até na contratação de mão de obra, embora os estoques ainda sejam altos e persista a capacidade ociosa.

Outro indicador, o Índice de Confiança do Empresário Industrial, de setembro, chegou a 57,4 pontos (+2,9 pontos em relação a agosto) e foi melhor que o de setembro de 2011 (56,4 pontos). Predominou o otimismo no que diz respeito às condições atuais e aos próximos meses.

A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) da FGV também indicou avanço, de 1,1%, entre agosto e setembro, o mais alto desde junho de 2011. Como enfatizou o coordenador das sondagens conjunturais do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, Aloisio Campelo, “é uma boa notícia porque a retomada está demorando a acontecer”.

O ICI é formado pelo Índice de Situação Atual (ISA), em recuperação após a forte queda de julho, e pelo Índice de Expectativas (IE), também o maior desde junho de 2011. Ele antecipa uma aceleração da atividade no quarto trimestre. O IE atingiu 104,7 pontos, acima da média histórica dos últimos cinco anos (103,7 pontos).

Consultorias ligadas a grandes bancos destacaram que a importância das pesquisas da CNI e da FGV está numa melhora da confiança, maior do que a da situação real.

Além das pesquisas, dados concretos apontam para a retomada, como na indústria de papel, celulose e produtos de papel, que cresceu 2,7% entre junho e julho, segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Em agosto, as vendas de papel ondulado cresceram 6,25% em relação ao mesmo mês de 2011. E o fluxo de veículos nas estradas cresceu 5,4%, segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR).

A recuperação econômica tende a ser decisiva para elevar o lucro das empresas, com repercussão favorável nas contas fiscais de 2013. Por isso o governo não deve se precipitar ante a queda da receita.

Fonte: Estadão



ago 23, 2012
admin

Sustentabilidade vista pela indústria

Por Rizzatti

O mundo está de olho nas práticas sustentáveis das empresas. A ausência de ações dessa natureza pode colocar em risco a sobrevivência de uma indústria. Esta, aliás, é a opinião de 39% dos 60 executivos de grandes corporações brasileiras que foram entrevistados para a pesquisa “Os Desafios da Sustentabilidade da CNI”, realizada pela Confederação Nacional da Indústria, em parceria com o Instituto FSB Pesquisa e inspirada em um esforço semelhante coordenado pelas Nações Unidas, o Global Compact, que ouviu executivos de 10 países em 2010.

Focado em mensurar como a sustentabilidade está inserida na forma de pensar e fazer negócios, como tem sido os avanços dos últimos anos e quais os desafios e perspectivas para o futuro, o estudo da CNI mostra, ainda, que a sustentabilidade já ocupa um espaço relevante nas organizações. Entre os executivos ouvidos, 64% afirmam que esse é um tema tratado pela presidência, diretoria ou pela vice-presidência. Outros 18% apontam que o assunto já ocupa as gerências.

Segundo Robson Braga de Andrade, presidente da CNI, o empresário tem clara noção de que a manutenção da empresa no médio e longo prazo só se dará de forma sustentável. Para Mônica Messenberg, diretora de Relações Institucionais da entidade, a indústria precisa de uma política forte de incentivo à inovação e à sustentabilidade, inclusive como forma de garantir condições de competitividade.

Quanto custa a mudança?

Mesmo sendo tratada pelo alto escalão das organizações, a sustentabilidade ainda é vista como gasto por muita gente – um grande erro, na visão de Luiz Eduardo Osório, vice-presidente de Desenvolvimento Sustentável e Assuntos Externos da Raizen. “Sustentabilidade é investimento que tem retorno”, afirma.

Ser sustentável, na avaliação de 69% dos executivos que responderam à pesquisa da CNI, representa custos adicionais. Para 30% dos entrevistados, essa é a principal barreira para adoção de ações voltadas à conservação. Outros 27% apontam que o maior desafio é a falta de uma cultura sustentável.

Embora especialistas do setor apontem a deficiência de políticas de incentivo à inovação e à sustentabilidade por parte de órgãos públicos e agentes reguladores, as práticas sustentáveis, para eles, garantem condições de competitividade e oportunidades. “Os consumidores têm buscado produtos que tenham a preocupação em termos de responsabilidade socioambiental. É um grande desafio oferecer um produto de qualidade, com diferencial e preços competitivos”, analisa Vanessa Vilela, CEO da Kapeh Cosméticos.

“É caro ser sustentável, mas vale a pena porque já percebemos que estamos sendo vistos de forma diferente no exterior e podemos adquirir melhor financiabilidade internacional ou podemos também ser prestadores de serviços nesses mercados, uma vez que a sustentabilidade é uma necessidade que encaramos como oportunidade”, diz o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo. Continue lendo »

jul 16, 2012
admin

Indústria olha a sustentabilidade como um bônus para o setor, diz diretor da Fiesp

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A sustentabilidade deixou de ser um ônus para a indústria brasileira. Apesar de o custo ainda ser um desafio, a sustentabilidade passou a ser encarada como um bônus e um modelo de negócio e oportunidade para os industriais brasileiros. A avaliação é de Nelson Pereira dos Reis, vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e diretor titular do Departamento de Meio Ambiente da entidade.

“[A sustentabilidade] é um bônus para a indústria. Durante muito tempo, ela foi vista como custo para muitas empresas. Hoje, não. Hoje, a empresa enxerga na sustentabilidade um caminho para melhoria da eficiência energética, para conservação da água e para um design mais sustentável do produto. Isso é uma oportunidade de negócio”, disse o diretor da Fiesp em entrevista hoje (20) à Agência Brasil.

Segundo Reis, a importância da sustentabilidade para a indústria reside em três grandes aspectos: ambiental, social e econômico. “Na vertente ambiental, temos que tratar os recursos naturais com inteligência e sabedoria para transformá-los em produtos que atendam as possibilidades e contribuam para a qualidade de vida das pessoas. Temos que olhar [também] a vertente social, pois estamos falando de pessoas. Queremos tudo isso para o bem-estar das pessoas. E também tem o ponto de vista econômico, porque toda atividade tem que agregar valores que possibilitem que se continue a investir, pesquisar e melhorar a eficiência no uso de recursos naturais e aumentando a remuneração dos colaboradores”, declarou.

Segundo ele, entre as ações que estão sendo desenvolvidas pela indústria e que envolvem a sustentabilidade está, por exemplo, o reúso da água. “Mais de 90% das indústrias fazem uso de alguma tecnologia para reúso da água. Além da conservação, no sentido de usar apenas a água necessária, elas [indústrias] também partem para reutilizar a água que entra no seu processo industrial”.

Reis também citou outras ações sustentáveis que estão sendo adotadas pelo setor, tais como o uso de motores mais eficientes para diminuir as perdas energéticas, a transformação de resíduos em energia elétrica e o gerenciamento de resíduos sólidos. “O resíduo final, o que sobra, passa então a ser tratado de maneira sustentável: ou ele é reprocessado ou é enviado para reciclagem, transformando-se em novos produtos”.

Mas ainda há desafios a ser vencidos. De acordo com o diretor da Fiesp, as eles passam, principalmente, pela questão tecnológica e pelo custo. “Muitas vezes é necessário trocar equipamentos e modificar processos que têm custos iniciais. E, às vezes, as empresas têm dificuldade de arcar com esses custos. Então, sempre são bem-vindos os financiamentos de bancos e de órgãos de fomento do governo para incentivar a indústria a fazer essas modificações”, disse. Continue lendo »

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A COPPI tem forte atuação no setor de manutenção industrial, oferecendo serviços de recuperação de instrumentos.

13 minutos ago

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