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jun 23, 2022
Aline

5 Normas Regulamentadoras essenciais para o ambiente industrial

A segurança do trabalho é fundamental para que qualquer risco à saúde ou integridade física dos profissionais seja eliminado

É ideal que, em todo ambiente industrial, sejam aplicadas Normas Regulamentadoras (NRs). Isso, em prol da saúde e segurança completa dos profissionais. Caso contrário, o espaço pode se tornar perigoso, já que as normas têm por finalidade proteger e promover a integridade física e mental dos colaboradores da empresa. Elas são capazes de instruir a todos sobre as medidas que devem ser tomadas para evitar possíveis acidentes ou até doenças devido a respectiva ocupação de trabalho.

Resumindo, é preciso conhecer as NRs, como se diz, pois elas estabelecem medidas e procedimentos a serem observados. Por isso, em mais um artigo, a Coppi traz as cinco principais normas regulamentadoras para a segurança industrial publicadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), cujas revisões são constantes. Elas estão entre as 37 Normas Regulamentadoras para a segurança do trabalho no Brasil. O objetivo é garantir a proteção de todos no espaço de trabalho, incluindo bem-estar, saúde e integridade física. Boa leitura!

1. NR-3: Embargo ou Interdição

Conforme indica a Norma Regulamentadora n°3, o embargo e a interdição são medidas urgentes que devem ser tomadas quando existe a constatação de uma determinada situação que coloque em risco grave e iminente a integridade do trabalhador. Ou seja, qualquer condição que possa resultar em uma doença ou lesão grave devido ao trabalho.

Os termos embargo e interdição consistem em diferentes ações. A interdição é a paralisação total ou parcial de uma planta industrial, bem como do respectivo setor em risco e também da máquina/equipamento/instrumento que o colaborador esteja operando. No caso do embargo, trata-se da paralisação total ou parcial de uma obra, por exemplo – que é todo e qualquer serviço de engenharia civil, montagem, instalação, manutenção ou reforma.

Na vigência da interdição ou embargo, as ações necessárias para a correção da situação de risco ao trabalhador devem ser desenvolvidas e novas medidas de proteção adotadas. Neste ínterim, os colaboradores recebem salários normalmente.

2. NR-5: Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

A Norma Regulamentadora n°5 promove a formação de uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, também conhecida como CIPA. O objetivo é prevenir acidentes e doenças provenientes do trabalho em si. A CIPA é formada por colaboradores da empresa, que são eleitos por meio de votação. A propósito, os eleitos ganham estabilidade durante o mandato e não podem ser dispensados sem motivos de justa causa.

Os membros da CIPA devem realizar reuniões temporárias, avaliar o cumprimento das metas de segurança, discutir situações de risco identificadas no ambiente de trabalho, divulgar e promover o cumprimento das normas e promover a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT), anualmente.

3. NR-6: Equipamento de Proteção Individual

Por sua vez, a Norma Regulamentadora n°6 estabelece que toda indústria seja obrigada a distribuir gratuitamente aos funcionários os equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários à segurança, saúde e integridade física dos colaboradores. Tais equipamentos devem ser aprovados pelo órgão nacional competente e estar de acordo com o risco ao qual o profissional é submetido. Sem contar que o kit todo de EPI deve estar em perfeito estado de conservação e funcionamento. Lembrando que cada atividade requer um tipo específico.

4. NR-12: Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

Assim como as demais, a Norma Regulamentadora n°12 define uma série de referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção que possam garantir a saúde e a integridade física dos colaboradores da empresa. No entanto, ela estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças provenientes do trabalho nas fases de projeto, fabricação, montagem e utilização de máquinas e equipamentos industriais de todos os tipos. Entre as proibições citadas pela NR-12, destaque para:

– A chave geral do equipamento não pode ter função de partida e parada;

– Fiações ou partes energizadas de circuitos elétricos não podem estar expostas e necessitam de correto isolamento;

– No caso de alguma falha em um determinado equipamento, o sistema deve ser religado manualmente – jamais ser reativado automaticamente.

5. NR-23: Proteção Contra Incêndios

A Norma Regulamentadora n°23 é importante não somente para o ambiente industrial, como para toda e qualquer empresa e sua respectiva atividade. Ela prevê que as edificações devem estar devidamente preparadas para a retirada ágil do pessoal em caso de incêndio, além de indicar a obrigatoriedade da inclusão dos equipamentos para o combate ao fogo. Neste sentido, deve haver também alguns colaboradores treinados para o correto manejo de tais dispositivos.

Para finalizar, a segurança do trabalho é fundamental para que qualquer risco seja eliminado no ambiente industrial. O trabalho deve ser  feito em equipe, de modo que todos sejam beneficiados, sem qualquer risco e prejuízo. A propósito, a página de artigos da Coppi tem um conteúdo específico sobre a importância do Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos (SPIE), que está previso na NR-13. Clique aqui e confira na íntegra.

maio 26, 2022
Aline

9 pilares do Compliance aplicados pela Coppi

Compliance beneficia as próprias atividades e parceiros que buscam uma empresa altamente confiável

Você já ouviu falar no termo Compliance? A Coppi aplica o Compliance em suas atividades, respeitando os pilares que o conceito traz. Antes de falarmos sobre cada um deles, é imprescindível ressaltarmos que eles são importantes para a Coppi justamente porque a empresa tem como alicerces a ética e a responsabilidade social. Este guia de conduta mantém nossos exercícios em conformidade com leis e normas de segurança. Também, com padrões éticos, regulamentos internos e externos.

A Coppi é movida por ações práticas que garantem as melhores relações com seus colaboradores, clientes, fornecedores e o ambiente em que está inserida. Confira os pilares do Compliance que são o guia de comportamento da Coppi perante o mercado.

1. Compromisso

O primeiro pilar do Compliance que é respeitado pela Coppi é justamente o compromisso com o próprio programa. A Coppi é envolvida no planejamento e execução de ações condizentes com a ferramenta.

2. Antecipação de riscos

Também conhecido como mapeamento de riscos, este alicerce é um dos mais importantes para a empresa, pois prevê certos gargalos que possam prejudicar colaboradores e clientes, de modo que seja possível preveni-los. Além dos riscos, é nesse alicerce também que os potenciais da Coppi são reconhecidos, de modo a entender os impactos que eles podem causar na busca pelos objetivos. Tudo de acordo com as peculiaridades da empresa, ou seja, seu porte, atuação no mercado industrial e cultura organizacional.

3. Controles internos

Conforme indica o Compliance, a Coppi tem mecanismos de controle que asseguram a redução de problemas. Para isso, a empresa mapeia todos os seus processos e atividades, com vistas a aprimorar constantemente cada um deles.

4. Guia de conduta

A adoção de um guia de conduta ética é primordial para quem quer seguir as indicações do Compliance. Na Coppi existem políticas internas adotadas que, além de manter a conformidade com as leis, garantem uma cultura de integridade e valorização de comportamento ético de todos.

5. Comunicação e treinamentos

A Coppi oferece uma série de treinamentos a seus colaboradores. Além disso, faz questão de estabelecer uma efetiva comunicação com todos como parte da sua cultura organizacional. Como adepta do Compliance, a empresa faz questão de deixar claro aos colaboradores quais são seus objetivos, regras, bem como o papel de cada um para que todos caminhem ante ao mesmo propósito: levar serviços de excelência ao mercado.

6. Canais

A Coppi mantém canais abertos para que todos os envolvidos nos processos da empresa possam estar sempre em plena comunicação entre si.

7. Investigações

Caso ocorra uma denúncia de algum problema interno, a Coppi se compromete sempre a investigar qualquer indício de um possível comportamento antiético e ilícito em seus ambientes. Feito isso, a empresa toma as providências necessárias, aplicando as devidas correções, conforme a gravidade do assunto.

8. Auditoria e monitoramento

Esse pilar é exatamente a manutenção do próprio Compliance. Ou seja, aqui o programa é avaliado, de modo a saber se vem sendo bem executado e se todos estão realmente comprometidos com as normas vigentes. Além disso, se tudo está funcionando da melhor maneira.

9. Diversidade e inclusão

Mesmo este pilar sendo o mais recente do Compliance, a Coppi se mantém alerta para cumpri-lo há tempos. Trata-se da disposição em garantir um ambiente de trabalho com oportunidades iguais a todos os grupos de pessoas, sem discriminação.

Vale destacar aqui também que os pilares do Compliance empregados pela Coppi têm como objetivo trazer um crescimento sustentável para a empresa e seus parceiros. O que se vê são benefícios em favor das próprias atividades e também de clientes que buscam uma empresa com rígidos padrões éticos. Cada um desses pilares tem uma razão de ser; mas seu conjunto se aplica a um objetivo maior: construir uma empresa com credibilidade, na qual clientes, fornecedores e parceiros possam confiar, sempre!

abr 8, 2022
Aline

10 de abril: Dia da Engenharia

Coppi presta uma homenagem a essa atividade tão importante para diversos ramos, incluindo o de manutenção industrial

O Dia da Engenharia passou a ser celebrado no ano de 1934. Mas, já no ano anterior, 1933, o Decreto de Lei n° 23.569 estabeleceu a data 10 de abril como sendo comemorativa. E o que levou o Brasil a celebrar o Dia da Engenharia? Vamos voltar a 10 de abril de 1866, quando faleceu o, até então, Comandante do 1° Batalhão de Engenharia na Guerra da Tríplice Aliança, Tenente Coronel João Carlos de Villagran Cabrita. Durante sua trajetória, o Tenente Coronel apresentou um trabalho exemplar, tanto como militar quanto como engenheiro, o que fez com que a data da sua partida fosse eternizada como o Dia da Engenharia.

Fato é que, hoje, o propósito vai muito além dessa homenagem. Na data, o universo industrial aproveita para conscientizar a todos sobre a importância da engenharia e de seus profissionais. Este é um trabalho que está presente no cotidiano de diversas empresas e pessoas e merece ser valorizado. Por isso, a Coppi fez questão de trazer o assunto à tona.

A ideia é também destacar a plena contribuição da engenharia no segmento de manutenção industrial, cujos projetos fazem toda a diferença nas atividades. Além disso, são os engenheiros que investem na criação de métodos de controle da qualidade para assegurar que todas as soluções por nós apresentadas sejam seguras e eficazes.

Por que a engenharia é tão importante para o segmento de manutenção industrial?

Um dos principais objetivos da engenharia na manutenção industrial é cuidar para que os equipamentos recuperem suas perfeitas condições de uso. Além disso, os profissionais conseguem prever possíveis falhas e quebras em aparelhos industriais com diagnósticos precisos, de modo a evitar possíveis danos.

Logo, a engenharia é essencial para a manutenção industrial, pois possibilita um planejamento de todo o trabalho a ser executado pelos demais profissionais, bem como a própria identificação das falhas e o estudo das causas. Só assim é possível antecipar os gastos, evitar prejuízos e garantir o retorno do equipamento em plenas condições.

A engenharia ainda tem uma série de outras funções. Entre elas, zelar pela segurança, que é um importante pilar na manutenção. É também a engenharia que pode planejar trabalhos ecologicamente mais corretos, com menos rejeitos e impactos agressivos ao meio ambiente.

Benefícios

É função da engenharia garantir que a recuperação dos equipamentos industriais seja plena. Para isso, o profissional padroniza tarefas, gerencia planos e calendários e determina com exatidão o quê, quando e porquê os processos devem ser executados. O engenheiro tem capacidade, inclusive, para ministrar pequenos e breves treinamentos a sua equipe, de modo que todos trabalhem de maneira uniforme, evitando medidas distintas entre os profissionais.

Com o apoio da engenharia, a Coppi oferece ao cliente vantagens seguras inteligentes e econômicas, visando redução dos custos e garantia de qualidade. Portanto, uma coisa é certa: a manutenção industrial tem muito a ganhar com a contribuição da engenharia. E a Coppi garante! Parabéns a todos!

mar 8, 2022
Aline

8 de março: você sabia que a Coppi tem mulheres no comando?

Celebramos o Dia Internacional da Mulher com essa entrevista que ressalta a importância da figura feminina no mercado de trabalho. Conheça Aline Martinez, nossa diretora administrativa!

De acordo com dados da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), as mulheres estão cada vez mais presentes no mercado de trabalho, especialmente no setor industrial. Somando todas as áreas possíveis de atuação, hoje em dia, elas correspondem a 32% da força de trabalho; muitas em cargos de liderança. Nas fábricas, por exemplo, a participação feminina cresceu cerca de 14,3% nos últimos 20 anos, conforme informações do Ministério do Trabalho e Emprego. Mas, por que a importância de tais dados?

Podemos dizer que são dois motivos: primeiramente, em celebração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado hoje, dia 08 de março. Também, para ressaltarmos o espaço que a mulher vem conquistando ao longo de anos e anos com muito empenho e dedicação. A Coppi é um exemplo vivo, já que a empresa tem, inclusive, em sua diretoria, uma mulher: Aline Martinez. Isso sem contar que uma das fundadoras da empresa, Sonia Martinez, é parte integrante e ativa na direção da empresa até hoje.

A própria Aline é quem participa dessa entrevista, que aborda a sua caminhada até chegar à diretoria da empresa desde quando começou a trabalhar. Aline contou sobre suas dores e conquistas ao longo de anos em um segmento considerado prioritariamente masculino até alguns atrás. E deixou um recado importante para as mulheres que ainda estão começando a vida profissional. Confira!

Qual é a participação da mulher na Coppi desde a sua fundação?

Aline Martinez: A Coppi tem participações femininas desde a sua fundação. A empresa foi inaugurada em 1984 pelo senhor Paulo Roberto Martinez. No entanto, logo em seguida, a esposa dele, Sonia Martinez, foi trabalhar com ele, tornando-se uma das responsáveis pela administração dos negócios. O que não era muito comum nos anos 80, quando a mulher ocupava cargos secundários nas empresas, nunca como protagonista.

Mas, e hoje?

Em 2012, assumi a diretoria administrativa e, hoje, conto com uma equipe muito competente ao meu lado. Por sinal, uma equipe mista de homens e mulheres, cujo objetivo é exatamente este: mostrar que todos são capazes e, juntos, desempenhamos um trabalho ainda melhor.

No que diz respeito ao setor de manutenção em que a Coppi atua, como você vê a participação feminina em um contexto geral, incluindo diversas empresas?

Ainda existem poucas mulheres trabalhando com manutenção, mas o número vem crescendo – essa é a boa notícia. Já encontramos mulheres soldadoras, encanadoras, instrumentistas, etc. Aliás, o setor de engenharia tem mostrado uma quantidade significativa de mulheres atuantes. E eu digo em relação às diferentes vertentes da profissão: civil, mecânica, elétrica etc.

Como profissional feminina em um setor prioritariamente “masculino”, você tem alguma curiosidade para contar?

Sim! Algo que me chama atenção até hoje. Quando comecei a trabalhar, costumava visitar clientes e parceiros, incluindo as linhas de produção. Na maioria das vezes, não havia toaletes femininos em todos os setores – normalmente, apenas na recepção. Hoje, eles já estão presentes, o que mostra a mudança do cenário nas empresas de diferentes segmentos.

Para você, como a figura feminina impacta o mercado industrial?

De diferentes formas e todas positivas! A mulher tem características peculiares que ajudam no desempenho de diversas funções. Entre elas, sensibilidade, empatia, jogo de cintura e a capacidade de resolver várias questões ao mesmo tempo. Não que os homens não tenham suas aptidões. São imensamente capazes também. Mas, como estamos homenageando as mulheres, faço questão de ressaltar nossas qualidades (riso). Aliás, manutenção é um trabalho que exige muita atenção e sensibilidade, o que as mulheres têm de sobra. Por isso são extremamente capazes neste segmento também.

Você acredita que o setor industrial vem abrindo mais espaço para as mulheres? Em que sentido? Quais áreas?

Acredito que sim! Falta muito ainda, mas estamos caminhando. Vejo as áreas de engenharia como as de maior destaque.

Você, como mulher, sente alguma dificuldade em liderar equipes compostas por homens?

Não digo dificuldade no sentido literal da palavra, mas os desafios são maiores. Embora minha vida profissional tenha começado na empresa da minha família, sempre tive que provar minhas próprias capacidades. Eu mesma me cobrava para conquistar meu próprio lugar. Quando me tornei uma das diretoras da Coppi, senti que precisava trabalhar ainda mais para mostrar meu valor. Já sofri muitos preconceitos por ser mulher, mas tirei de letra e continuo defendendo a importância de trabalhar com profissionais capazes, independentemente do gênero. Podemos dizer que o ramo de manutenção começou com homens, mas tem muito a ganhar com as mulheres também.

Em relação a fornecedores e clientes da Coppi, você nota uma participação considerável de mulheres no mercado? Mais como líderes ou subordinadas?

Sim. Muitas mulheres em cargos de liderança. Mas ainda são maioria nos setores de backoffice, ou seja, nos departamentos de recursos humanos, financeiro, administrativo etc. Há também mulheres nas áreas de engenharia de aplicação, conforme já disse, com largo conhecimento técnico. Algumas na liderança de plantas fabris, inclusive.

Quais dicas você daria às mulheres que desejam trabalhar ou já trabalham no segmento industrial?

O universo industrial sempre me encantou muito, por isso, nunca desisti dele. Apesar dos desafios, não se deve perder o foco. As dificuldades estão diminuindo graças às mulheres que vieram antes de nós e provaram ser tão competentes quanto os homens. Mas elas ainda existem. Por isso, não se deixe abalar, não aceite preconceitos e, embora eles aconteçam, não leve para o lado pessoal. Mantenha seus propósitos e busque pela realização dos seus sonhos. Somente você pode avaliar sua própria competência. Não desista!

fev 4, 2022
Aline

Curiosidades sobre a produção das garrafas PET e a importância dos blocos de sopro

Os blocos de sopro fabricados pela Norgren e distribuídos pela Coppi foram desenvolvidos para otimizar os processos de transformação e aumentar a produtividade.

Podemos não perceber, mas elas estão em quase todos os momentos da vida, seja num almoço em família, em uma visita à academia, num passeio no parque, na festinha infantil etc. Estamos falando das garrafas PET e seus diversos formatos e tamanhos – na maioria das vezes em cor transparente ou verde e com uma tampa rosqueada. Embora hoje em dia sejam encontradas em diferentes cores também.

Mas, você sabe como esses utensílios foram criados e quando chegaram ao Brasil? Sabe como acontece a fabricação hoje em dia e o que pode ser um diferencial no processo de transformação? Separamos algumas curiosidades sobre as garrafas PET – tão utilizadas no Brasil e com a possibilidade indispensável de reutilização. Confira!

Em 1941…

As garrafas de PET (Polietileno Tereflatado) foram criadas em 1941, a partir da ideia de dois químicos britânicos, Whinfield e Dickson. Tudo aconteceu quando desenvolviam um polímero termoplástico formado pela reação química entre o ácido tereflático e o etileno glicol. Os químicos perceberam que o material apresentava propriedades termoplásticas e podia ser processado por diversas vezes em diferentes processos de transformação. Por exemplo: poderia ser aquecido até amolecer, fundido e novamente moldado (quase o que acontece atualmente).

A produção das garrafas PET começou, no entanto, na década de 1970, após inúmeros testes sob os aspectos segurança e meio ambiente (o objetivo era justamente investir em algo que pudesse ser reutilizado e com segurança para a saúde).

Brasil

Já no Brasil, as PETs chegaram em 1988, sendo utilizadas, inicialmente, pela indústria têxtil. A partir de 1993, passaram a ser usadas como vasilhames de bebidas, tomando o lugar das garrafas de vidro. Isso, principalmente, em virtude do baixo custo de produção e da possibilidade diversificada de reutilização.

Fabricação

E o processo de fabricação? Como acontece? A maioria das garrafas, principalmente de PET, passam por dois processos de transformação: injeção e sopro. Cada um com sua importância. Vamos explicar rapidamente para que entenda com facilidade. Na injeção, a resina PET é derretida e injetada até alcançar uma forma similar à de um tubo de ensaio já com gargalo e rosca. Este processo é chamado de pré-forma.

Em seguida, a “pré-forma” (ou o molde) é aquecida a cerca de 100°C para alcançar elasticidade – a partir de então está preparada para a segunda etapa: o sopro. O processo de sopro acontece por meio de uma máquina chamada sopradora, cujos modelos são infinitos para cada tipo de demanda. Essa etapa da fabricação das garrafas PET é essencial quanto a produtividade. Tudo deve acontecer perfeitamente, desde a velocidade do sopro, a pressão, o tempo de aquecimento até a temperatura do molde.

Blocos de sopro

Falando em perfeição, é ideal que cada etapa da transformação do plástico seja desempenhada com total precisão, conforme citamos a pouco. No caso do processo de sopro, por exemplo, alguns fatores influenciam (e muito) na produtividade. Entre eles, o uso de acessórios e equipamentos adicionais, a exemplo dos blocos de sopro fabricados pela Norgren e distribuídos no Brasil pela Coppi.

Esses blocos foram desenvolvidos para otimizar a produção das garrafas PET e seus processos. Quando aplicados, oferecem vantagens competitivas, principalmente, na quantidade por hora da produção das máquinas lineares. Isso porque o projeto da Norgren conta com design compacto e funções integradas, o que compreende o pré-sopro ajustável, o sopro, a exaustão, bem como válvulas de retenção e de recuperação. A ideia é garantir versatilidade, reduzir o volume morto e utilizar o ar comprimido de forma apropriada.

Além de tudo isso, esses blocos integram todas as válvulas necessárias e apresentam durabilidade acima de 25 milhões de ciclos. O objetivo é garantir um alto fator de utilização – maior que 98%.

E não é somente a produtividade que está em foco, mas também o meio ambiente e a economia. A Norgren desenvolveu os blocos de sopro também a fim de oferecer eficiência energética e reduzir desperdícios. O objetivo é proporcionar sustentabilidade, com a redução do uso de recursos naturais para o consumo de energia, e minimizar custos operacionais para a produção e usuários finais dos produtos. Um passo leva ao outro e a Coppi apoia essa ideia. Produtividade e sustentabilidade, vamos em frente!

Para mais informações sobre os blocos de sopro da Norgren e demais produtos, entre em contato conosco.

jan 13, 2022
Aline

Pela quinta vez, Coppi é recertificada na ISO 9001 sem não conformidades

“Excelência na robustez das informações documentadas de planejamento e conformidade em todos os processos”. Essa foi uma das observações apresentadas na recente auditoria

No último dia 23 de novembro, a Coppi passou por um importante processo: uma auditoria para a recertificação da ISO 9001. A cada três anos, a empresa passa por esse acompanhamento feito por uma empresa acreditada pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), a fim de determinar a conformidade do sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) implementado, de acordo com os rigorosos critérios da Norma ISO 9001.

Desde 2006, a Coppi é certificada no escopo de comercialização de produtos para automação e controle de fluidos, além de vedação, proteção e segurança térmica, união e reparo de tubulações, instrumentos de medição, transmissão, controle e teste de pressão e temperatura. Também, para a prestação de serviços de manutenção de conformidade e calibração de instrumentos de medição. Conforme esta última auditoria, a empresa manteve sua certificação, sem nenhuma não conformidade. Isso demonstra um SGQ bastante estruturado, que sempre foi pautado na satisfação e atendimento dos requisitos de seus clientes.

Destaques

É com orgulho que vamos dividir por aqui algumas das observações positivas apresentadas pelo respectivo auditor em seu relatório final.

– “Excelência no que tange a liderança e comprometimento da Alta Direção, correlacionado e confirmado positivamente ao longo da auditoria”;

– “Excelência na robustez das informações documentadas de planejamento e conformidade em todos os processos”.

Essas observações não são meros elogios. Elas atestam a responsabilidade da Coppi no sentido de cumprir com o que promete: criar valores para a sociedade, indústria e mercado em geral e gerar resultados nos âmbitos econômico, social e sustentável. A conquista da ISO 9001 é resultado de um trabalho coordenado e transparente. As atividades fazem jus ao que a empresa promete.

Recertificação ISO 9001

O termo ISO 9001 é bem conhecido. Você sabe como a recertificação acontece?

Tudo é feito da seguinte maneira. Um processo de auditoria é realizado a cada três anos – sempre após a expiração da certificação anterior. Dentro deste período, também são feitas as auditorias anuais de manutenção da empresa – um processo de extrema importância, pois mostra a melhoria contínua (ou não) do sistema de gestão.

O processo, no geral, é feito em ciclos. Primeiramente, cada organização apresenta a implementação do seu sistema de gestão. Em seguida, vem a chamada Auditoria Inicial com a avaliação dos pontos mais importantes no processo de certificação, no sentido de já evitar problemas graves na fase seguinte. Esta, por sua vez, é a própria Auditoria de Certificação, que traz um parecer sobre as recomendações. E, por fim (sem contar as auditorias anuais de manutenção já citadas anteriormente), caso a empresa seja aprovada, vem a recertificação.

A propósito, quando há uma não conformidade, a empresa tem a chance e um prazo para reparar o gargalo e estabelecer melhorias, de modo a estar dentro de todos os critérios da ISO 9001. No caso da Coppi, nunca houve nenhuma chamada de não conformidade maior, o que mostra o constante comprometimento da empresa e seu SGQ, pautado justamente nos requisitos do cliente. O cotidiano da Coppi é norteado dentro de práticas ideais, com eficiência e eficácia em todos os processos.

Mais uma vez, estamos extremamente orgulhosos por mais essa conquista e agradecemos a todos os envolvidos neste processo!

dez 13, 2021
Aline

Ter uma estratégia prevencionista é essencial e o SPIE é uma opção

O Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos (SPIE) está previsto no anexo II da NR-13

SPIE é homologado pelo INMETRO ou um organismo credenciado como o IBP

Imagine poder estender a cadência de auditorias em equipamentos, reduzir os custos da sua empresa e, ainda, ter equipes mais preparadas para lidar com questões acerca dos vasos de pressão e das caldeiras. Isso sem contar que sua atuação no mercado será mais ecologicamente correta. Essa é a vantagem de possuir o SPIE (Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos), que é previsto no anexo II da NR-13 – Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego, cujo objetivo é condicionar inspeção de segurança e operação em vasos de pressão, caldeiras e tubulações.

Vamos explicar o porquê entramos neste assunto. A Coppi tem uma série de clientes para os quais ela presta serviço de calibração de instrumentos de pressão. Em todos estes anos adquirindo expertise no assunto, notamos a importância do SPIE como estratégia prevencionista.

O SPIE é certificado pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) ou um organismo credenciado, tal como o IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás). Ele permite a extensão dos prazos estabelecidos pela NR-13 para inspeção em vasos de pressão e caldeiras. Esse prazo maior contribui para a redução dos custos da empresa no que diz respeito a inspeção em serviços e parada de unidade de produção. Outro retorno oferecido pelo SPIE é a implantação de medidas contra acidentes, inclusive, em relação aos problemas ambientais. A empresa passa a ter um maior controle de suas ações decorrentes das inspeções, manutenções e operacionais.

SPIE reduz custos

Uma empresa que possui um Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos tem redução de custos em diversas áreas:

1. Paradas. Os custos podem diminuir quando há redução de paradas na produção, em virtude da dilatação dos intervalos entre inspeções dos prazos da NR-13;

2.  Manutenção. A ideia é reduzir também a quantidade de manutenções associadas à inspeção;

3. Operacionais. Estes custos também são reduzidos pela prorrogação da campanha, graças aos maiores prazos permitidos pela NR-13;

4. Plano Nacional de Qualidade. A empresa obtém um aumento da sua pontuação;

5. Integração. É possível aumentar a integração da inspeção com a etapa da manutenção.

Requisitos

Vale lembrar que alguns requisitos são essenciais para a certificação de uma empresa no SPIE. São eles:

1. É primordial ter mão de obra qualificada própria, cujo pessoal tenha dedicação exclusiva, formação, qualificação e treinamentos compatíveis;

2. A empresa deve ter profissionais especializados em ensaios não destrutivos (END);

3. Um responsável deve ser formalmente designado para a função;

4. Pelo menos, um profissional deve ser habilitado (PH);

5. A empresa deve manter um arquivo técnico atualizado e mecanismos para a distribuição de informações quando requeridas;

6. A companhia deve ainda contar com procedimentos escritos para as principais atividades executadas;

7. Os equipamentos constantes do operacional devem ser condizentes com a execução das atividades propostas.

A Coppi entende que as empresas que possuem certificação SPIE têm facilidades com a prevenção de gargalos. Entre elas, na manutenção pela racionalização de atividades, no acompanhamento das ações e no controle das recomendações. É ideal envolver os setores de segurança industrial nos processos do SPIE, de modo que seja possível ainda controlar os riscos de acidentes com a inspeção eficaz dos equipamentos.

Para mais informações, destacamos este conteúdo do IBP. Confira também.

set 4, 2019
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Treinamento Realizado

Nos dias 27 e 28/08 nosso representante comercial Ivan Bernardi realizou em conjunto com a Srtª Leiva Silva, da TEADIT, treinamentos técnicos sobre Boas Práticas de Vedação nos clientes ASK CHEMICALS  e STOLLER DO BRASIL  . Cada treinamento teve duração aproximada de 4 horas e cerca de 20 profissionais foram atualizados sobre o assunto.

Nesses treinamentos, além de abordar os principais cuidados na especificação/aplicação de juntas e gaxetas, a TEADIT disponibilizou gratuitamente o Equipamento TGT, que permite aos participantes simular, em tempo real, as melhores práticas para efetuar o aperto de juntas em uniões flangeadas.

Este tipo de treinamento gratuito oferecido pela TEADIT é de grande importância para que nossos clientes possam cada vez mais desfrutar dos produtos de alta qualidade da TEADIT, aliando uma especificação de produto adequada com a aplicação correta em seus processos. Com isso, asseguramos maior desempenho e, consequentemente, menores custos finais à operação de nossos clientes.

jul 18, 2019
nwmidia

Modelo 2198 Tubo Sifão

Você ainda depende de caríssimos capilares com selos e sistemas de fixação para proteger seus instrumentos de altas temperaturas?

 

 

Tubo Sifão 2198 utiliza a tecnologia Ashcroft-MicrotubeT, esse é o único sifão do mercado que pode reduzir a temperatura de líquidos ou gases, permitindo a montagem local de instrumentos de pressão. Aplicável em pressões de até 350kgf/cm2 e em temperaturas de até 427°C, reduz seu estoque a um único item. Tudo isso com a qualidade da Ashcroft-Willy e nossos 160 anos de experiência.

SAIBA MAIS

maio 29, 2019
nwmidia

Ashcroft anuncia uma aquisição da Rüeger SA e da Stiko BV

Ashcroft Inc. (Ashcroft) anunciou o plano de aquisição da Rüeger Holdings SA (Rüeger) na Suíça e da STIKO Meetapparatenfabriek B.V. (Stiko) na Holanda, ambos fabricantes de produtos especializados de medição de temperatura e pressão. A transação deverá ser concluída nos próximos dias.

Rüeger é líder reconhecido em produtos de medição de temperatura e pressão com alto nível técnico, com plantas na Suíça, Alemanha, China e Malásia. As soluções de medição de alta confiabilidade da Rüeger incluem um conjunto abrangente de instrumentos de medição mecânicos e eletrônicos. As inovações da Rüeger se estendem por mais de 75 anos, levando ao desenvolvimento de sensores de temperatura multiponto para aplicações críticas em refinarias e reatores petroquímicos, e tecnologia própria para monitoramento de temperatura com precisão extremamente alta para faixas de até 1050°C.

STIKO é um fabricante especializado de instrumentos de medição de temperatura e pressão, bem como produtos de calibração para laboratório com sede em Roden, Holanda. Fundada há mais de 50 anos, os produtos customizados da Stiko são adaptados para aplicações críticas de segurança nos mercados SubSia, Óleo/Gás, Marítimo, Farmacêutico e Alimentos/Bebidas.

Steve A. Culmone, Presidente e CEO da Ashcroft declarou: “Estou animado em anunciar a aquisição da Rüeger e Stiko pela Ashcroft Inc., aproveitando o poder de marcas globais fortes e adicionando um portfólio impressionante de produtos e soluções altamente técnicos. Isso aumentará nosso valor para os clientes em todo o mundo e acelerará nossa participação em nossos mercados atendidos.

O foco da Ashcroft sobre a proteção das pessoas, dos processos e dos lucros dos nossos clientes será reforçada com esta fusão e permitirá a execução intensa de crescimento global.

Esta é uma oportunidade muito estimulante para a empresa, para nossos funcionários, nossos parceiros e clientes. Nosso maior patrimônio sempre foi nosso pessoal, e por essa aquisição nós continuaremos a fortalecer a qualidade desse patrimônio”.

Bernard Rüeger, presidente do Rüeger Holdings SA declarou: “Estamos muito confiantes de que a marca Rüeger vai continuar à crescer com sucesso dentro da Ashcroft, graças a novas sinergias de mercado ao redor do mundo e à natureza complementar de nossos respectivos produtos”.

SOBRE ASHCROFT

A Ashcroft foi fundada há mais de 165 anos com a missão de proteger nossos clientes com uma marca reconhecida por sua confiabilidade e inovação nos campos de medição de pressão e temperatura. A Ashcroft mantém operações nos Estados Unidos, México, Brasil, Alemanha, China e Cingapura, além de mais de 235 parceiros de canal de vendas em 55 países, apoiando nossos clientes em todo o mundo. Ashcroft está sediada em Stratford, CT, EUA e é uma subsidiária de Nagano Keiki Co., Ltd. com sede em Tóquio, no Japão.

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A COPPI tem forte atuação no setor de manutenção industrial, oferecendo serviços de recuperação de instrumentos.

13 minutos ago

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