nov 6, 2012
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Para o governo, indústria já dá sinais positivos

ADRIANA FERNANDES

Depois do tombo de 1% registrado em setembro, a produção industrial brasileira deverá registrar crescimento de 1% em outubro, na comparação com o mês anterior. É o que projeta a equipe econômica do governo, segundo apurou a Agência Estado.

O resultado fraco divulgado na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou dúvidas no mercado sobre a capacidade de recuperação da indústria, mesmo com as medidas de estímulo lançadas pelo governo nos últimos meses para beneficiar vários setores.

O resultado de setembro – o primeiro recuo depois de três meses seguidos de alta – já era esperado e não modifica o cenário de aceleração do ritmo de crescimento da atividade econômica nesse final de ano.

Segundo fontes do governo que participam da reunião do grupo das economias mais importantes do mundo, o G-20, na Cidade do México, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve registrar uma alta entre 1,2% e 1,3% no terceiro trimestre deste ano, em relação ao segundo trimestre.

Com esse desempenho, a economia brasileira já apresenta um crescimento anualizado próximo de 5%, entre 4,8% e 4,9%.

A avaliação do governo é a de que a queda na atividade industrial no mês de setembro foi fortemente influenciada pelo baixo número de dias úteis do mês – 19 contra 23 em agosto – e não pode ser vista com uma tendência. Além disso, a incerteza quanto à prorrogação do benefício da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dobre os veículos também prejudicou o resultado da produção industrial.

Retração. Na reunião do G-20, que acontece nesse fim de semana na capital mexicana, o crescimento da economia global volta a ser tema dos debates, depois da piora das projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a retomada da atividade econômica dos principais países do mundo.

Os presidentes dos Banco Centrais do bloco que representa as principais economias do mundo tiveram ontem num encontro bimensal com o Banco de Compensações Internacionais (BIS), o banco central dos bancos centrais, para debater o tema.

Às vésperas das eleições norte-americanas, os Estados Unidos estão sob pressão dos líderes financeiros mundiais para que evitem que os seus problemas fiscais afetem a economia global. A preocupação é que o agravamento do quadro fiscal nos Estados Unidos se torne um perigo ainda maior para a economia mundial. Outra preocupação nas discussões é com o risco de atraso na aplicação das regras do acordo bancário de Basileia III.

Fonte: Estadão



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