Navegando em "Arquivos trabalhadores - Coppi"
jun 7, 2010
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O que faz um profissional da manutençao industrial?

 

Planejar, implantar e gerenciar os serviços de manutenção de equipamentos e sistemas mecânicos, elétricos e eletrônicos em indústrias é função desse tecnólogo. Ele faz a conservação de ferramentas, componentes e peças mecânicas, como tornos e caldeiras. Cuida das instalações elétricas das linhas de produção. Pode especializar-se em preservação de circuitos eletrônicos e microprocessadores de controle de sistemas de fabricação ou em instalações prediais e sistemas eletrônicos de segurança industriais ou residenciais

jun 7, 2010
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850 milhões de reais é o que custarão à indústria paulista os 14 feriados de 2010

 

Estudo do Depecon da Fiesp/Ciesp revela que, das 478 empresas analisadas, 59% interrompem suas atividades produtivas durante o feriado

Com pesquisa da Fiesp e do Ciesp, com 478 empresas de diversos portes, aponta que 59% delas interrompem suas atividades produtivas durante o feriado, mas acomodam a produção em outros dias em horário normal. Já 31% interrompem as atividades e são obrigadas a fazer hora extra para recuperar a produção, enquanto 10% não interrompem as atividades.

Encomendada pelo Departamento de Economia das entidades, a pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 21 de maio e escutou 478 empresas. Da amostra, 68% são micro e pequenas, 25% médias e 7% grandes.

Quando a pesquisa leva em consideração o porte das empresas, os resultados mostram que 61% das pequenas e 58% das médias empresas param as atividades em feriado e acomodam a produção em horário normal. O mesmo não acontece com as grandes empresas: 41% continuam trabalhando mesmo em feriados.

Pontes

O estudo também considerou os dias ponte dos feriados, e os resultados são:
49% das empresas interrompem suas atividades produtivas, mas os funcionários fazem compensação;
28% não param;
15% interrompem, mas acomodam a produção em horário normal;
8% param, mas são obrigadas a fazer hora extra.
Na estratificação por porte, as pequenas, 52% e as médias, 48% interrompem suas atividades em dias de ponte e os funcionários fazem compensação, enquanto 62% das grandes trabalham normalmente em dias ponte.

Custo do Produto

A pesquisa verificou, ainda, como os feriados interferem no custo do produto, que em média tem uma alta de 2,2% nesses períodos.
Segundo a análise, nas empresas que interrompem suas atividades e acomodam a produção em horário normal, o aumento médio é de 1,7%. Já para as que interrompem as atividades fazendo horas extras para recuperar a produção o custo é bem maior: 3,2%. Enquanto para as que não interrompem as atividades o aumento médio fica em 2,4%.

Na divisão por porte, no entanto, não há muita diferença. O aumento médio dos custos com um dia de feriado para as pequenas é de 2,3%, para as médias, 2,1% e para as grandes, 2,2%. Ao expandir estes 2,2% sobre o custo total da produção de um dia da indústria paulista, tem-se o valor de R$ 60,7 milhões, para os 14 feriados do ano tem-se o valor total de R$ 800 milhões.

jun 4, 2010
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Dúvidas sobre segurança do trabalho:

 

O que fazer se sendo da diretoria da empresa, não sou profissional da área de segurança?
A primeira coisa a fazer é manter a mente aberta, conversar com os empregados, com o pessoal da área de segurança, participar do processo. Também é de muita valia assistir palestras e seminários, fazer cursos de atualização sobre gerenciamento, qualidade e meio ambiente. Em muitos desses cursos são ministradas tópicos envolvendo Segurança do Trabalho, que vem somar-se ao conhecimento necessário para fazer a empresa mais eficiente, segura, organizada e produtiva.

jun 1, 2010
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Relação da atividade industrial com meio urbano norteia XII Semana de Meio Ambiente

 

Durante encontro promovido pela Fiesp/Ciesp será entregue o Prêmio de Mérito Ambiental. Haverá transmissão on-line pelo site da Fiesp todos os dias
São Paulo registrou crescimento desordenado de seu solo, além da ocupação de encostas instáveis. A metrópole acumula problemas básicos a serem resolvidos ainda em pleno século XXI, como a falta de saneamento básico e o trânsito caótico.

Para debater estes e outros assuntos, a Fiesp/Ciesp incentiva a realização de mais uma Semana de Meio Ambiente, em sua 12ª edição, de 7 a 9 de junho.

A Semana Fiesp/Ciesp de Meio Ambiente 2010 será desenvolvida tendo como base a inserção e relação das indústrias com o meio urbano. O objetivo é discutir os reflexos dos problemas urbanos para o desenvolvimento de São Paulo, seus ativos e passivos ambientais, com destaque para a região metropolitana.
Programação:
7 de junho – Logo após a abertura oficial do evento, o primeiro debate contemplará o gerenciamento de riscos no estado de São Paulo, passando pela urbanização paulista, seu histórico e perspectivas. O tema estará a cargo do professor José Pedro de Oliveira Costa, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP).
Outro objeto de discussão será o gerenciamento de riscos no estado, como a gestão e prevenção de riscos naturais e tecnológicos, com o coronel da Polícia Militar, Elizeu Eclair Teixeira Borges, secretário-executivo do Projeto Serra do Mar.

O dia encerra-se com a entrega do Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental e a divulgação de uma agenda ambiental positiva da indústria com a comunidade.
8 de junho – Temas pertinentes à macrometrópole centralizarão os debates, como os recursos minerais e a sustentabilidade das regiões metropolitanas, tratando inevitavelmente da questão dos transportes no contexto das mudanças climáticas e a Política Nacional de Resíduos Sólidos, com o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP).
9 de junho – Representantes da Cetesb debaterão as questões ambientais da região metropolitana de São Paulo, especificamente as estratégias de proteção da qualidade do ar e das águas superficiais, além da gestão de áreas contaminadas.

No final dos trabalhos, será lançada a publicação Fiesp/Ciesp/Cetesb: Licenciamento Ambiental da Atividade Industrial na RMSP. A cartilha trata do envolvimento crescente da indústria com a questão ambiental, sinalizando seu compromisso com a sustentabilidade

Serviço
XII Semana Fiesp/Ciesp de Meio Ambiente
Data: 7, 8 e 9 de junho
Local: Sede da Fiesp, Av. Paulista, 1313 (em frente ao Metrô Trianon)

jun 1, 2010
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Dúvidas sobre segurança do trabalho:

 

Acho que meu dever como administrador de empresas e ou dono da empresa é contratar o serviço de segurança do trabalho da empresa e ponto final.

Errado. Em uma campanha de segurança da empresa toda a diretoria deve estar envolvida. De nada adianta treinar os funcionários, fazer campanhas, se a diretoria, a maior responsável pela empresa, não estiver envolvida e engajada com a Segurança do Trabalho. Se isso acontecer a empresa fica sendo acéfala, isto é, sem cabeça, sem coordenação, perdendo-se tudo o que foi feito, caindo a Segurança do Trabalho no esquecimento em poucos meses.

maio 31, 2010
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Investir em segurança do trabalho.

 

Investir em segurança também vai aumentar o grau de conscientização dos empregados. Fazer treinamento de segurança vai melhorar o relacionamento entre eles. Se nunca aconteceu acidente não quer dizer que nunca vai acontecer. Já diz a Bíblia, “Vigiai e orai, pois não sabeis o dia nem a hora” . Nunca sabermos a hora que um acidente pode acontecer, por isso devemos estar sempre prevenidos.

maio 28, 2010
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Como minimizar os custos com a Segurança do Trabalho?

 

A melhor maneira de minimizar os custos da empresa é investir na prevenção de acidentes. Muitos empresários tem a idéia errônea que devem diminuir seus investimentos em equipamentos de proteção individual, contratação de pessoal de segurança do trabalho e medidas de segurança. O custo de um acidente pode trazer inúmeros prejuízos à empresa.

O acidente leva a encargos com advogados, perdas de tempo e materiais e na produção. Sabem-se casos de empresas que tiveram que fechar suas portas devido à indenização por acidentes de trabalho. Com certeza seria muito mais simples investir em prevenção e em regularização da segurança nesta empresa, evitando futuras complicações legais

maio 27, 2010
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O que exatamente faz um dos profissionais de Segurança do Trabalho? O Enfermeiro do trabalho!

 

Enfermeiro do Trabalho CBO – 0-71.40
Estuda as condições de segurança e periculosidade da empresa, efetuando observações nos locais de trabalho e discutindo-as em equipe, para identificar as necessidades no campo da segurança, higiene e melhoria do trabalho;

Elabora e executa planos e programas de proteção à saúde dos empregados, participando de grupos que realizam inquéritos sanitários, estudam as causas de absenteísmo, fazem levantamentos de doenças profissionais e lesões traumáticas, procedem a estudos epidemiológicos, coletam dados estatísticos de morbidade e mortalidade de trabalhadores, investigando possíveis relações com as atividades funcionais, para obter a continuidade operacional e aumento da produtividade;

Executa e avalia programas de prevenções de acidentes e de doenças profissionais ou não-profissionais, fazendo análise da fadiga, dos fatores de insalubridade, dos riscos e das condições de trabalho do menor e da mulher, para propiciar a preservação de integridade física e mental do trabalhador;

Presta primeiros socorros no local de trabalho, em caso de acidente ou doença, fazendo curativos ou imobilizações especiais, administrando medicamentos e tratamentos e providenciando o posterior atendimento médico adequado, para atenuar consequências e proporcionar apoio e conforto ao paciente;

Elabora e executa ou supervisiona e avalia as atividades de assistência de enfermagem aos trabalhadores, proporcionando-lhes atendimento ambulatorial, no local de trabalho, controlando sinais vitais, aplicando medicamentos prescritos, curativos, instalações e teses, coletando material para exame laboratorial, vacinações e outros tratamentos, para reduzir o absenteísmo profissional; organiza e administra o setor de enfermagem da empresa, provendo pessoal e material necessários, treinando e supervisionando auxiliares de enfermagem do trabalho, atendentes e outros, para promover o atendimento adequado às necessidades de saúde do trabalhador;

Treina trabalhadores, instruindo-os sobre o uso de roupas e material adequado ao tipo de trabalho, para reduzir a incidência de acidentes;

maio 25, 2010
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O que exatamente faz um dos profissionais de Segurança do Trabalho?

 

Médico do Trabalho – CBO – 0-61.22

executa exames periódicos de todos os empregados ou em especial daqueles expostos a maior risco de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais, fazendo o exame clínico e/ou interpretando os resultados de exames complementares, para controlar as condições de saúde dos mesmos a assegurar a continuidade operacional e a produtividade;

executa exames médicos especiais em trabalhadores do sexo feminino, menores, idosos ou portadores de subnormalidades, fazendo anamnese, exame clínico e/ou interpretando os resultados de exames complementares, para detectar prováveis danos à saúde em decorrência do trabalho que executam e instruir a administração da empresa para possíveis mudanças de atividades;

faz tratamento de urgência em casos de acidentes de trabalho ou alterações agudas da saúde, orientando e/ou executando a terapêutica adequada, para prevenir conseqüências mais graves ao trabalhador;

avalia, juntamente com outros profissionais, condições de insegurança, visitando periodicamente os locais de trabalho, para sugerir à direção da empresa medidas destinadas a remover ou atenuar os riscos existentes;

participa, juntamente com outros profissionais, da elaboração e execução de programas de proteção à saúde dos trabalhadores, analisando em conjunto os riscos, as condições de trabalho, os fatores de insalubridade, de fadiga e outros, para obter a redução de absenteísmo e a renovação da mão-de-obra;

participa do planejamento e execução dos programas de treinamento das equipes de atendimento de emergências, avaliando as necessidades e ministrando aulas, para capacitar o pessoal incumbido de prestar primeiros socorros em casos de acidentes graves e catástrofes;

participa de inquéritos sanitários, levantamentos de doenças profissionais, lesões traumáticas e estudos epidemiológicos, elaborando e/ou preenchendo formulários próprios e estudando os dados estatísticos, para estabelecer medidas destinadas a reduzir a morbidade e mortalidade decorrentes de acidentes do trabalho, doenças profissionais e doenças de natureza não-ocupacional;

participa de atividades de prevenção de acidentes, comparecendo a reuniões e assessorando em estudos e programas, para reduzir as ocorrências de acidentes do trabalho;

participa dos programas de vacinação, orientando a seleção da população trabalhadora e o tipo de vacina a ser aplicada, para prevenir moléstias transmissíveis;

participa de estudos das atividades realizadas pela empresa, analisando as exigências psicossomáticas de cada atividade, para elaboração das análises profissiográficas;

procede aos exames médicos destinados à seleção ou orientação de candidatos a emprego em ocupações definidas, baseando-se nas exigências psicossomáticas das mesmas, para possibilitar o aproveitamento dos mais aptos;

participa da inspeção das instalações destinadas ao bem-estar dos trabalhadores, visitando, juntamente com o nutricionista, em geral (0-68.10), e o enfermeiro de higiene do trabalho (0-71.40) e/ou outros profissionais indicados, o restaurante, a cozinha, a creche e as instalações sanitárias, para observar as condições de higiene e orientar a correção das possíveis falhas existentes. Pode participar do planejamento, instalação e funcionamento dos serviços médicos da empresa. Pode elaborar laudos periciais sobre acidentes do trabalho, doenças profissionais e condições de insalubridade. Pode participar de reuniões de órgãos comunitários governamentais ou privados, interessados na saúde e bem-estar dos trabalhadores. Pode participar de congressos médicos ou de prevenção de acidentes e divulgar pesquisas sobre saúde ocupacional.

A COPPI tem forte atuação no setor de manutenção industrial, oferecendo serviços de recuperação de instrumentos.

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