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fev 15, 2012
admin

Na busca por uma cidade sustentável

Todos os países desenvolvidos aspiram ter a primeira cidade alimentada unicamente por energias renováveis para aumentar os níveis de conforto do meio ambiente e de saúde. Já existem algumas na Europa, América e Austrália às portas de consegui-lo

Isabel Martínez Pita / Agência EFE

A cidade sueca de Malmo foi uma das que já se transformou em referência mundial de recuperação urbanística sustentável. Além disso, existem cidades como Copenhague que deve ser, em 2025, a primeira alimentada por energia eólica e com veículos que funcionem com eletricidade ou hidrogênio.

A pequena cidade portuária de Frederikshavn, na Dinamarca, quer ser, no ano de 2015, a primeira cidade no mundo cem por cento de energia renovável, mediante energia eólica, solar, biogás e reciclagem de resíduos.

Na Austrália, a cidade de Adelaide prevê a neutralidade de carbono para o ano de 2020, enquanto Newcastle, na Grã-Bretanha, tem como meta ser sustentável até 2025.

A cidade americana de Phoenix, no Arizona, espera uma redução de 70% nas emissões de gás para os próximos anos e, dessa forma, se transformar na primeira cidade americana “zero carbono”.

Ideias originais, com grandes projetos

Embora estas metas estejam distantes, já se começaram a instalar sistemas de energias limpas para grandes áreas de população. Muitas delas participam de programas urbanísticos voltados para se conseguir cidades sustentáveis. Além da economia de energia necessária, fatores como saúde e higiene começam a ser questões de urgência.

Nestes projetos tem muito que ver a arquitetura e o modelo de casas que garantam o maior aproveitamento de energia, pois de pouco serve instalar placas solares ou usar a energia de resíduos se paredes, janelas e o modelo da construção não é o apropriado.

Os arquitetos Rosa Cervera e Javier Pioz se dedicam há mais de duas décadas à construção de prédios inteligentes nos quais se aproveitam as energias limpas e se cuida para que o modelo não seja apenas prático, mas também sustentável e agradável.

Cervera e Pioz começaram a trabalhar neste campo no ano de 1984, na Universidade da Colômbia, uma corrente herdeira da que nasceu na Rússia e nos Estados Unidos nos anos 60 que se chamou biônica. A biônica analisa seres vivos para conhecer seu funcionamento e aplicar esse engenho no campo da indústria.

Na arquitetura Rosa e Javier são pioneiros em aplicar as técnicas biônicas. “Nós observamos como a natureza constrói e, uma vez que temos esse conhecimento, o extrapolamos para nossos edifícios. Todos os seres vivos têm uma máxima que é economizar material e energia. Como a natureza não pode fabricar grandes colunas de metal nem concreto recorre, com muito pouco material, a geometrias muito peculiares que são muito eficientes e resistentes. Com essa filosofia o que desenvolvemos em nossos prédios são estruturas que têm geometrias diferentes das comerciais, além disso, economizamos material de construção e somos sustentáveis”.

Curiosos mecanismos que funcionam de forma natural a fim de reservar e preservar a energia como os utilizados pelas flores que se abrem de dia para receber a energia do sol e de noite se fecham para armazená-las. Continue lendo »

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13 minutos ago

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