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set 20, 2012
admin

5º Seminário e Exposição de Novas Tecnologias em Automação Industrial



ago 3, 2010
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Calibração de Manômetros Industriais

Na calibração de manômetros industriais um dos fatores mais importantes é o ajuste do zero que é feito colocando-se o ponteiro no valor mínimo da escala com o tubo de Bourdon em estado de repouso, isto é, pressão interna do tubo igual à pressão atmosférica. Nesta posição, uma vez que este manômetro mede a pressão diferencial, o valor medido deve ser rigorosamente zero.

A multiplicação ou faixa é ajustada variando-se o comprimento da haste da alavanca dentada. Quanto maior for o seu comprimento, menor será a faixa. A angularidade do manômetro é ajustada variando-se o comprimento. O cabelo do manômetro não influi na calibração, mas tem a função de eliminar a faixa morta devido à folga que há entre os dentes das engrenagens e dos pinos. A precisão dos manômetros comuns é da ordem de +/- 1% da escala total, mas os manômetros padrão devem ter uma precisão maior, da ordem de +/- ¼%.

ago 2, 2010
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Ashcroft® – Instrumentos de Medição

Empresa pertencente à Ashcroft® Inc., multinacional americana composta por fábricas na Alemanha, Brasil, Canadá, Estados Unidos, México e Singapura, além de Joint Ventures na Arábia Saudita e Venezuela. A Ashcroft é hoje Líder Mundial em Qualidade no Segmento de Instrumentos de Medição, Transmissão, Controle e Teste de Pressão e Temperatura.

Fundada em 1850, ano da invenção do manômetro, a Ashcroft incorporou outros produtos ao longo da sua história tais como termômetros, pressostatos e termostatos, transmissores de pressão e temperatura e equipamentos de teste e medição, sob sua marca própria ou por meio da aquisição de outras marcas de igual nível tecnológico e de qualidade. São elas: Heise®, Weksler® e Willy®, marca líder no Brasil desde a fundação de sua primeira fábrica em 1934.

De janeiro de 1950 a novembro de 2005, a Ashcroft esteve sob o controle da Dresser Inc., passando em dezembro de 2005 à condição de empresa autônoma.

Sua unidade fabril Brasileira localiza-se em São Caetano do Sul, no Estado de São Paulo, sendo certificada pelo Bureau Veritas Certification sob a Norma ISO 9001:2000, com acreditação do governo inglês, que atesta a qualidade mundial de seus produtos e serviços. Seu laboratório é credenciado pelo INMETRO para emitir certificados para a grandeza pressão em seu nome.

A Ashcroft orgulha-se também de ser a primeira empresa do segmento a obter a certificação ISO 14000, comprometendo-se a conduzir seus negócios em harmonia com o meio ambiente, atendendo às exigências legais e normas ambientais aplicáveis.

Sua estrutura, composta por uma equipe de técnicos e engenheiros presentes em fábricas, escritórios regionais e em uma ampla rede de distribuidores, oferece atendimento especializado em vendas e suporte técnico nos principais Centros Industriais do Mundo.

Estas são as características fundamentais do sucesso da “Qualidade Mundial Ashcroft® Inc.”, uma empresa sólida, séria e respeitada no mercado, em sua continua busca de soluções para representar sempre a “Alternativa de Melhor Valor Total” para seus Clientes, Funcionários e Investidores.

Fonte: www.ashcroft.com.br

ago 2, 2010
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Golpe de ariete

Em hidráulica, a análise dos vários aspectos que a compreende, se defronta com um tema dos mais complexos e que nos últimos tempos tem tido notáveis progressos, que é o que se refere aos fenômenos transitórios. O desenvolvimento deste tema tem se verificado não só devido à sua grande importância em projetos de sistemas hidráulicos, mas também devido às contribuições dos incessantes avanços da informática. Dentre esses fenômenos, o mais comum, que ocorre com muita frequência, e um dos mais interessantes, é o que se conhece como golpe de ariete.

Por golpe de ariete se denominam as variações de pressão decorrentes de variações da vazão, causadas por alguma perturbação, voluntária ou involuntária, que se imponha ao fluxo de líquidos em condutos, tais como operações de abertura ou fechamento de válvulas, falhas mecânicas de dispositivos de proteção e controle, parada de turbinas hidráulicas e ainda de bombas causadas por queda de energia no motor, havendo, no entanto, outros tipos de causas.

É o caso típico de condutos de recalque providos de válvulas de retenção logo após a bomba, e sem dispositivos de proteção. Neste caso a situação de ocorrência do golpe de forma mais desfavorável e com mais frequência, é aquela decorrente da interrupção brusca da energia elétrica fornecida ao motor da bomba que alimenta o conduto. É nesta situação onde corriqueiramente se verificam valores extremos para o golpe de ariete.

Durante o fenômeno do golpe de ariete, a pressão poderá atingir níveis indesejáveis, que poderão causar sérios danos ao conduto ou avarias nos dispositivos nele instalados. Danos como ruptura de tubulações por sobrepressão, avarias em bombas, válvulas e manômetros, colapso de tubos devido a vácuo, etc.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

ago 2, 2010
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Manômetro de Bourdon

Na indústria se empregam quase exclusivamente os manômetros metálicos ou aneróides, que são barômetros aneróides modificados de tal forma que dentro da caixa atua a pressão desconhecida que se deseja medir e fora atua a pressão atmosférica. O mais comum é o manômetro de Bourdon, consistindo em um tubo metálico, laminado, hermético, fechado em uma extremidade e enrolado em espiral (Figura 3). A extremidade aberta se comunica com o depósito que contém o fluido cuja pressão se deseja medir; então, ao aumentar a pressão no interior do tubo, este tende a desenrolar-se, e põe em movimento uma agulha indicadora frente a uma escala calibrada em unidades de pressão.

jun 7, 2010
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O que faz um profissional da manutençao industrial?

 

Planejar, implantar e gerenciar os serviços de manutenção de equipamentos e sistemas mecânicos, elétricos e eletrônicos em indústrias é função desse tecnólogo. Ele faz a conservação de ferramentas, componentes e peças mecânicas, como tornos e caldeiras. Cuida das instalações elétricas das linhas de produção. Pode especializar-se em preservação de circuitos eletrônicos e microprocessadores de controle de sistemas de fabricação ou em instalações prediais e sistemas eletrônicos de segurança industriais ou residenciais

jun 7, 2010
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850 milhões de reais é o que custarão à indústria paulista os 14 feriados de 2010

 

Estudo do Depecon da Fiesp/Ciesp revela que, das 478 empresas analisadas, 59% interrompem suas atividades produtivas durante o feriado

Com pesquisa da Fiesp e do Ciesp, com 478 empresas de diversos portes, aponta que 59% delas interrompem suas atividades produtivas durante o feriado, mas acomodam a produção em outros dias em horário normal. Já 31% interrompem as atividades e são obrigadas a fazer hora extra para recuperar a produção, enquanto 10% não interrompem as atividades.

Encomendada pelo Departamento de Economia das entidades, a pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 21 de maio e escutou 478 empresas. Da amostra, 68% são micro e pequenas, 25% médias e 7% grandes.

Quando a pesquisa leva em consideração o porte das empresas, os resultados mostram que 61% das pequenas e 58% das médias empresas param as atividades em feriado e acomodam a produção em horário normal. O mesmo não acontece com as grandes empresas: 41% continuam trabalhando mesmo em feriados.

Pontes

O estudo também considerou os dias ponte dos feriados, e os resultados são:
49% das empresas interrompem suas atividades produtivas, mas os funcionários fazem compensação;
28% não param;
15% interrompem, mas acomodam a produção em horário normal;
8% param, mas são obrigadas a fazer hora extra.
Na estratificação por porte, as pequenas, 52% e as médias, 48% interrompem suas atividades em dias de ponte e os funcionários fazem compensação, enquanto 62% das grandes trabalham normalmente em dias ponte.

Custo do Produto

A pesquisa verificou, ainda, como os feriados interferem no custo do produto, que em média tem uma alta de 2,2% nesses períodos.
Segundo a análise, nas empresas que interrompem suas atividades e acomodam a produção em horário normal, o aumento médio é de 1,7%. Já para as que interrompem as atividades fazendo horas extras para recuperar a produção o custo é bem maior: 3,2%. Enquanto para as que não interrompem as atividades o aumento médio fica em 2,4%.

Na divisão por porte, no entanto, não há muita diferença. O aumento médio dos custos com um dia de feriado para as pequenas é de 2,3%, para as médias, 2,1% e para as grandes, 2,2%. Ao expandir estes 2,2% sobre o custo total da produção de um dia da indústria paulista, tem-se o valor de R$ 60,7 milhões, para os 14 feriados do ano tem-se o valor total de R$ 800 milhões.

jun 4, 2010
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Dúvidas sobre segurança do trabalho:

 

O que fazer se sendo da diretoria da empresa, não sou profissional da área de segurança?
A primeira coisa a fazer é manter a mente aberta, conversar com os empregados, com o pessoal da área de segurança, participar do processo. Também é de muita valia assistir palestras e seminários, fazer cursos de atualização sobre gerenciamento, qualidade e meio ambiente. Em muitos desses cursos são ministradas tópicos envolvendo Segurança do Trabalho, que vem somar-se ao conhecimento necessário para fazer a empresa mais eficiente, segura, organizada e produtiva.

jun 1, 2010
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Relação da atividade industrial com meio urbano norteia XII Semana de Meio Ambiente

 

Durante encontro promovido pela Fiesp/Ciesp será entregue o Prêmio de Mérito Ambiental. Haverá transmissão on-line pelo site da Fiesp todos os dias
São Paulo registrou crescimento desordenado de seu solo, além da ocupação de encostas instáveis. A metrópole acumula problemas básicos a serem resolvidos ainda em pleno século XXI, como a falta de saneamento básico e o trânsito caótico.

Para debater estes e outros assuntos, a Fiesp/Ciesp incentiva a realização de mais uma Semana de Meio Ambiente, em sua 12ª edição, de 7 a 9 de junho.

A Semana Fiesp/Ciesp de Meio Ambiente 2010 será desenvolvida tendo como base a inserção e relação das indústrias com o meio urbano. O objetivo é discutir os reflexos dos problemas urbanos para o desenvolvimento de São Paulo, seus ativos e passivos ambientais, com destaque para a região metropolitana.
Programação:
7 de junho – Logo após a abertura oficial do evento, o primeiro debate contemplará o gerenciamento de riscos no estado de São Paulo, passando pela urbanização paulista, seu histórico e perspectivas. O tema estará a cargo do professor José Pedro de Oliveira Costa, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP).
Outro objeto de discussão será o gerenciamento de riscos no estado, como a gestão e prevenção de riscos naturais e tecnológicos, com o coronel da Polícia Militar, Elizeu Eclair Teixeira Borges, secretário-executivo do Projeto Serra do Mar.

O dia encerra-se com a entrega do Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental e a divulgação de uma agenda ambiental positiva da indústria com a comunidade.
8 de junho – Temas pertinentes à macrometrópole centralizarão os debates, como os recursos minerais e a sustentabilidade das regiões metropolitanas, tratando inevitavelmente da questão dos transportes no contexto das mudanças climáticas e a Política Nacional de Resíduos Sólidos, com o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP).
9 de junho – Representantes da Cetesb debaterão as questões ambientais da região metropolitana de São Paulo, especificamente as estratégias de proteção da qualidade do ar e das águas superficiais, além da gestão de áreas contaminadas.

No final dos trabalhos, será lançada a publicação Fiesp/Ciesp/Cetesb: Licenciamento Ambiental da Atividade Industrial na RMSP. A cartilha trata do envolvimento crescente da indústria com a questão ambiental, sinalizando seu compromisso com a sustentabilidade

Serviço
XII Semana Fiesp/Ciesp de Meio Ambiente
Data: 7, 8 e 9 de junho
Local: Sede da Fiesp, Av. Paulista, 1313 (em frente ao Metrô Trianon)

jun 1, 2010
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Dúvidas sobre segurança do trabalho:

 

Acho que meu dever como administrador de empresas e ou dono da empresa é contratar o serviço de segurança do trabalho da empresa e ponto final.

Errado. Em uma campanha de segurança da empresa toda a diretoria deve estar envolvida. De nada adianta treinar os funcionários, fazer campanhas, se a diretoria, a maior responsável pela empresa, não estiver envolvida e engajada com a Segurança do Trabalho. Se isso acontecer a empresa fica sendo acéfala, isto é, sem cabeça, sem coordenação, perdendo-se tudo o que foi feito, caindo a Segurança do Trabalho no esquecimento em poucos meses.

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A COPPI tem forte atuação no setor de manutenção industrial, oferecendo serviços de recuperação de instrumentos.

13 minutos ago

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