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set 13, 2011
admin

Mais 80 mil vagas em cursos do Senai

As unidades do Senai espalhadas pelos 26 estados e no Distrito Federal estão preparadas para receber, até o final de 2012, nada menos do que 475 mil alunos do Pronatec, cujo projeto de lei, aprovado (31/8) pela Câmara dos Deputados, vai agora à votação do Senado.

Caso ele seja aprovado a tempo, 80 mil vagas no Senai estarão disponíveis já em outubro, revelou, em audiência pública na Comissão de Educação da Câmara, o diretor de Operações do Senai Nacional, Gustavo Leal. “Estamos nos mobilizando desde o lançamento do Pronatec, no final de abril, para oferecer cursos ao programa ainda este ano”, declarou.

Leal garantiu que os cursos oferecidos dentro do Pronatec terão a mesma qualidade de qualquer outro do Senai. “Os nossos programas de formação profissional têm a vantagem de estarem alinhados com as necessidades do mercado, independentemente da região”, assinalou.

O Pronatec tem como meta abrir oito milhões de vagas no ensino profissionalizante até 2014, instalando novas unidades de ensino, concedendo bolsas de estudo, financiando estudantes e empresas que queiram qualificar melhor seus trabalhadores.

O objetivo é atenuar um grave problema existente hoje na economia brasileira, que é a escassez de mão de obra especializada.

“A solução desse problema é primordial para termos uma economia de alto desempenho nos próximos anos”, destaca o presidente do Sistema Indústria e do Conselho Nacional do Senai, Robson Braga de Andrade.

Fonte: www.senai.br



set 12, 2011
admin

Fluid & Process



set 8, 2011
admin

Indústria segue em desaceleração

Por: Leone Farias

Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria aponta que o faturamento das empresas cresceu, em julho, 0,6% frente ao mês anterior, mas o nível de utilização de capacidade instalada das fábricas apresentou retração, passando da média de 82,4% em junho para 82,1%.

O gerente executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, explica que o recuo da UCI confirma o arrefecimento da atividade industrial nos últimos meses. “A tendência é de que essa desaceleração continue. Teremos um Natal menos favorável à indústria brasileira, com maior consumo de produtos importados”, previu.

Por sua vez, o mercado de trabalho ficou estável na indústria. O indicador do emprego sem influências sazonais avançou apenas 0,1% em julho ante o mês anterior. A massa salarial e o rendimento médio real do trabalhador da indústria tiveram aumento no período de 3,5% e 3,3%, respectivamente, de acordo com indicadores sem ajuste sazonal.

Sem contradição – Segundo o economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, Rogério de Souza, não existe contradição entre o aumento do faturamento e a queda da produção. Isso ocorre por causa do aumento do volume de componentes importados por parte da indústria, ele explica.

O dólar fraco frente ao real torna a aquisição de peças do Exterior mais atrativa para as empresas, como forma de reduzir custos para a concorrência no mercado. Entretanto, a tendência é de redução nos postos de trabalho das fabricantes nos próximos meses, avalia Souza. “O nível de emprego já está perdendo fôlego”, cita.

Mesmo o aumento do faturamento não foi generalizado. Entre os 19 setores analisados, na comparação com o mesmo mês de 2010, há piora no faturamento em julho para oito deles, entre os quais máquinas, aparelhos e materiais elétricos e papel e celulose.

Selic – Para o diretor titular da regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo de Santo André, Shotoku Yamamoto, a redução da taxa básica de juros (a Selic) já é uma resposta à situação atual, de desindustrialização. “Espero que continue nessa tendência de redução da Selic, pois 0,5 ponto percentual (a diminuição decidida na semana passada pelo Banco Central) é pouco.” No entanto, avalia que essas medidas de queda da taxa têm de ser graduais, mas precisam ser feitas mesmo que desagradem o setor financeiro.

Fonte: www.dgabc.com.br



ago 31, 2011
admin

Você Sabe o que é Sustentabilidade Empresarial?

Vivemos hoje sobre o fio da navalha em relação às questões ambientais. Nosso planeta dá sinais claros de que não suporta mais o ritmo de consumo que imprimimos nos dias atuais. A poluição da terra; da água e do ar; chegaram a níveis tão altos que em alguns países certas regiões chegam ater níveis de poluentes que provocam deformidades e problemas gravíssimos de saúde para os habitantes locais.

Como vivemos numa “bolha de vida” e tudo o que se faz aqui reflete obrigatoriamente em toda parte, a sucessão de ocorrências catastróficas ligadas ao clima e ao meio ambiente, constantemente atacados pelo nosso modo de vida; acabaram forçando a humanidade a repensar sua forma de se relacionar com o planeta. Isso ajudou muito a criar e a fomentar uma consciência planetária de que algo deve mudar.

Da mesma forma, essa massa cada consumidora, cada vez mais, representa uma pressão constante sobre as empresas e suas práticas de produção e de prestação de serviços. Isso é muito positivo, pois cria nas empresas a necessidade de adaptarem seus procedimentos ou de mudarem sua forma de agir de forma drástica e rápida; sob pena de verem suas vendas (e seus lucros) caírem vertiginosamente de forma perigosa e arriscada. Esse “novo comportamento” acabou recebendo o nome de sustentabilidade empresarial. Desta forma, as empresas acabaram definindo um conjunto de práticas que procuram demonstrar o seu respeito e a sua preocupação com as condições do ambiente e da sociedade em que estão inseridas ou aonde atuam.

Para atribuir-se um controle maior e transformar essa preocupação num ponto de apoio ao marketing dessas empresas, a BOVESPA criou Há algum tempo um índice para medir o grau de sustentabilidade empresarial das empresas que têm ações na bolsa: O I.S.E. – Índice de Sustentabilidade Empresarial; que acabou se tornando um importante fator para despertar o interesse de investidores nas ações de empresas que possuem políticas claras de respeito à responsabilidade social de seus empreendimentos, produtos e serviços. As empresas que se interessam em adotar o índice devem responder a um questionário de aproximadamente cento e cinqüenta questões relacionadas ao meio ambiente, atuação social, governança e seu envolvimento com a causa do desenvolvimento sustentável.

Infelizmente, devemos reconhecer que a sustentabilidade empresarial ainda não é um tema central em muitas empresas. Principalmente em países como o nosso e nos países ricos, muitas corporações associam a idéia da sustentabilidade empresarial a um aumento nos custos de operação e nos preços de venda; o que provocaria um risco aos seus produtos e a sua penetração no mercado consumidor. No entanto, aos poucos, essa visão vai sendo revertida pela conscientização cada vez maior dos consumidores e a real pressão que esses grupos vêm fazendo sobre o mercado e, conseqüentemente, sobre as empresas.

Cabe a cada um de nós, como consumidores atentos, elevar o nível de pressão sobre essas empresas teimosas e deixar bem claro que; ou elas mudam sua forma de agir e controlam seus procedimentos produtivos e agem de forma mais sustentável, ou seus produtos acabarão sendo deixados de lado e elas perderão o mercado.

Mas, para que a sustentabilidade empresarial seja uma realidade em todo mundo, os consumidores devem se unir e promover uma grande onda de esclarecimento e de cobrança consciente. Devem fazer os empresários entenderem que chegou o fim do “lucro pelo lucro” e que, agora, pensar com responsabilidade e cuidar do mundo que nos cerca é crucial para nossa própria sobrevivência.

Por: Carlos Abreu

Fonte: www.atitudessustentaveis.com.br



ago 23, 2011
admin

Tecnologia, Mineração e Metalurgia

Clique na imagem abaixo.

Fonte: Norgren

ago 22, 2011
admin

Gaxeta Quimgax 2007 GF

Baixe aqui o folheto

Fonte: Teadit



ago 19, 2011
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XIII Fórum Internacional sobre o futuro do Etanol

Fonte: http://www.revistaopinioes.com.br/forum/folder.php



ago 16, 2011
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ISA Show 2011 – Espírito Santo

Site do evento: http://isashow.isa-es.org.br/

Fonte: Ascoval



ago 8, 2011
admin

10 tendências em sustentabilidade nas empresas

Algumas das maiores marcas globais levantaram suas bandeiras em nome da sustentabilidade em 2010. Apesar da economia instável, algumas empresas iniciaram seus esforços sobre o tema e outras até dobraram seus investimentos nesta área. Esse movimento confirma a já ultrapassada percepção de que a sustentabilidade não é um conceito válido apenas em períodos de bonança e, sim, uma causa fundamental para a perenidade das organizações.

Um modelo mental voltado à sustentabilidade é um fator crucial para a construção de marca e manutenção da competitividade. O investimento em ações de sustentabilidade corresponde à expectativa do público, que espera por resultados concretos das empresas. A pesquisa goodpurpose, realizada pela Edelman Significa, revelou que, em 2010, 81% dos brasileiros mostraram-se mais propensos a comprar produtos de marcas que apoiam causas. Ou seja, não se trata apenas de mais uma preocupação, mas sim de uma exigência do público.

Além de incorporarem os preceitos da sustentabilidade, empresas também devem desenvolver suas ações de forma alinhada aos valores corporativos e comunicá-las com transparência e autenticidade. Segundo outra pesquisa, a Trust Barometer, é necessário agir com consistência sobre a sustentabilidade, já que 57% dos brasileiros acreditam que as empresas apoiam causas não por desejo genuíno e sim por interesse na autopromoção.

Buscar o grupo de ações que deve ser guiado por estes princípios foi a tarefa do GreenBiz, portal especializado em sustentabilidade empresarial, em seu relatório State of Green Business 2011, lançado em fevereiro deste ano. As 10 principais tendências em sustentabilidade que devem fazer diferença neste ano para as empresas foram traçadas por meio das cerca de 2.200 reportagens, posts, artigos e podcasts publicados em 2010 nos quatro canais do GreenBiz – ClimateBiz, GreenerBuildings, GreenerComputing e GreenerDesign.

Conheça, abaixo, as dez tendências, segundo o relatório do GreenBiz:

1- Gigantes do consumo acordam para o “verde”
Empresas que produzem artigos de alto consumo, como a das categorias de limpeza, alimentos industrializados e higiene pessoal, possuíam um histórico de relutância para atuar com a sustentabilidade, por acreditar que o tema fosse arriscado para seus negócios. Entretanto, este cenário alterou-se radicalmente há alguns anos e as maiores marcas do setor mostraram-se atuantes em suas propostas, como é o caso da Kraft, Procter & Gamble, Unilever e Walmart. O estabelecimento de metas ambiciosas para redução de suas emissões de gases estufa, aumento da reciclagem, redução do uso da água, eficiência energética, uso de energia alternativa, entre outras, são suas principais ações. Um dos exemplos é o Sustainable Living Plan, anunciado em novembro do ano passado pela Unilever, que coloca como prioridade da empresa reduzir metade de seu impacto ambiental até 2020.

2- Empresas almejam o “zero”
Diversas empresas colocaram a meta “zero lixo” em suas perspectivas de negócio. A General Motors, por exemplo, anunciou em dezembro de 2010 que mais da metade de suas 146 indústrias já atingiram o estágio de conseguir reciclar todo o descarte gerado por sua produção. Outras empresas já acertaram suas metas, como a Procter & Gamble, o que revela uma tendência que será encaminhada para este e os próximos anos.

3- Países em desenvolvimento ganham importância na cadeia de suprimentos
A extração de commodities em países em desenvolvimento passou a ser melhor analisada. Ou seja, a produção de minerais, como, por exemplo, o óleo de palma – matéria prima para a produção de diversos alimentos processados – passou a receber atenção maior por parte das empresas. A preocupação com a construção de uma cadeia de produção socialmente responsável inclui a capacitação dos produtores, com programas de geração de renda e incentivo ao empreendedorismo. Continue lendo »

ago 1, 2011
admin

Ascoval – Sustentabilidade



A COPPI tem forte atuação no setor de manutenção industrial, oferecendo serviços de recuperação de instrumentos.

13 minutos ago

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