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nov 9, 2011
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Faturamento aumenta com atividade em queda

Brasília – O faturamento da indústria aumentou 1% em setembro na comparação com agosto, na série livre de influências sazonais. No entanto, outros indicadores recuaram, confirmando a retração da atividade industrial. As horas trabalhadas na produção caíram 1,3%, o emprego recuou 0,3% e a utilização da capacidade instalada teve queda de 0,6% em setembro frente a agosto, também na série livre de influência sazonais, informa a pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta terça-feira, 8 de novembro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Esse foi o quarto consecutivo de crescimento do faturamento do setor. Conforme o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, esse aumento, combinado com a queda dos demais indicadores da atividade, mostra que as empresas estão vendendo os estoques acumulados no primeiro semestre do ano e, alguns setores, aumentaram o uso de componentes importados na produção.

“O acúmulo indesejado de estoques e a maior concorrência com os importados no mercado interno são frutos de um agravamento da crise financeira internacional aliada à política de restrição do crédito e de aumento da taxa de juros aplicada pelo governo no primeiro semestre”, completou Castelo Branco.

De acordo com a pesquisa, em setembro, a indústria operou, em média, com 81,6% da capacidade instalada. A pesquisa mostra ainda que os salários pagos pela indústria aumentaram 3,5% em setembro na comparação com agosto, na série original. No mesmo período, o rendimento médio do trabalhador cresceu 3,3%.

Na avaliação de Castelo Branco, a atividade industrial se manterá estável até o final deste ano. Para 2012, a perspectiva é de queda na demanda externa, causada pela crise na Europa e a desaceleração da economia norte-americana. “O ritmo de exportações de commodities está menor”, disse o economista.

Fonte: http://www.agenciacni.org.br



nov 1, 2011
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SP tem 28 empreendimentos sustentáveis certificados

Atualmente, o mercado brasileiro já ocupa o quarto lugar no ranking de maior número de prédios verdes certificados

Agência Estado

Mesmo com sua paisagem cinzenta e repleta de concreto, São Paulo está cada vez mais verde. Bem, pelo menos os prédios estão. A cidade já tem atualmente 28 empreendimentos sustentáveis com certificações Leed (Liderança em Energia e Design Ambiental, na sigla em inglês), concedidas pela Green Building Council Brasil há quatro anos a projetos ambientalmente corretos. Esse número pode crescer ainda mais nos próximos anos, já que ainda há outros 250 edifícios em processo de certificação pela entidade.

Para ganhar o título, o empreendimento precisa adotar conceitos de sustentabilidade, como reaproveitamento de energia, uso eficiente da água e utilização de materiais ecologicamente corretos na construção. Muitos prédios paulistanos, por exemplo, já investem até 10% de seu orçamento em ações inteligentes, como o uso de equipamentos poupadores de água, elevadores com um mecanismo que recupera a energia durante as frenagens, reciclagem de lixo, estacionamento com vagas preferenciais para veículos movidos a álcool e até o uso de energia elétrica proveniente de pequenas centrais hidrelétricas.

Com o crescente interesse nesse tipo de edifício, São Paulo está fazendo com que o País já ganhe de fato relevância no tema no cenário internacional. Atualmente, o mercado brasileiro já ocupa o quarto lugar no ranking de maior número de prédios verdes certificados. Com 37 edifícios nessa categoria e outros 367 em processo de certificação, o País fica atrás só dos Estados Unidos, Emirados Árabes e China. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com

out 26, 2011
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CNI alerta empresários latino-americanos para presença chinesa

São Paulo – O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, alertou empresários e embaixadores latinoamericanos sobre a presença da China na região. Para enfrentar a concorrência dos produtos chineses, propôs que “as agendas nacionais precisam se articular, promovendo a integração comercial e produtiva da América Latina e Caribe”. A declaração foi dada nesta terça-feira, 25 de outubro, em reunião da Associação dos Industriais Latinoamericanos (Aila) com embaixadores do Grupo América Latina e Caribe (Grulac), no Hotel Transamérica, em São Paulo.

O presidente da Aila, o equatoriano Henry Kronfle, disse, durante o encontro, que além da concorrência externa, alguns países da América Latina enfrentam dificuldades internas como governos não democráticos e corrupção. “É impossível ser competitivo convivendo com atrasos deste tipo”, afirmou Kronfle.

O economista da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) Célio Hiratuka apresentou estudo sobre a influência da China nas indústrias do Grulac. A análise diz que, em 2009, 75% das importações chinesas provenientes da América Latina são de commodities, fazendo com que o saldo comercial nas transações com a China seja inversamente proporcional ao preço das commodities. De acordo com Hiratuka, uma das saídas possíveis para atenuar o déficit da conta de comércio com os chineses seria investir em linhas produtivas estratégicas, como petróleo, bioenergia e software.

Os integrantes da Aila entregarão documento aos governos dos 33 países do Grulac com propostas de políticas públicas para aumentar os investimentos nas indústrias, promover o empreendedorismo e estimular a inovação.

Fonte: http://www.agenciacni.org.br



out 20, 2011
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Emprego cai na indústria paulista

O Estado de S.Paulo

O nível de emprego da indústria paulista caiu 0,62% em setembro ante agosto, com ajuste sazonal, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). No cálculo sem ajuste sazonal, o emprego caiu 0,23% em setembro ante agosto, o que significou saldo negativo de 6 mil empregos.

As variações foram as piores para meses de setembro desde o início da série histórica da Fiesp, em 2006. No acumulado do ano, o emprego tem alta de 3,87%. Na comparação com setembro de 2010, o emprego subiu 0,67%.

Fonte: http://www.estadao.com.br/



out 17, 2011
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Brazil Automation 2011



out 13, 2011
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Sustentabilidade – A Ação Individual na Preservação do Meio Ambiente

Por: Gabi Batista

Sempre que ouvimos ou lemos algo sobre impacto ambiental, aquecimento global e atitudes que ajudam a minimizar estes efeitos, lembramos apenas do que as grandes indústrias fazem ou devem fazer para evitar as consequências de suas ações. Porém, devemos lembrar que apenas o homem pode mudar a qualidade de vida do mundo e que ele deve ser o responsável por essa mudança não apenas de forma superficial, mas sim, de forma direta e essencial.

Podemos agir com preservação e sustentabilidade em nossas vidas, em nossas casas? Sim! A resposta é simples e objetiva, pois nós somos a principal arma contra o aquecimento global. Vejamos porque e como.

Como citado, esperamos muito que grandes empresas pratiquem ações a minimizar os efeitos deste impacto na vida humana, entretanto, todos precisam se envolver com atitudes e ações humanitárias. Algumas atitudes simples muitas vezes são rejeitadas ou ignoradas e, se aplicadas de forma correta em todo o mundo, trariam um impacto considerável ao meio ambiente.

É totalmente possível aplicarmos atitudes eficazes em nosso dia-a-dia; atitudes como redução do uso de sacolas plásticas; reciclagem de garrafas pet; separação de resíduos orgânicos do lixo (transformando-os em adubo), lavar e passar as roupas em dias programados (para que se possa ter um volume maior e assim, economizar energia elétrica) e dar o destino correto a pilhas, baterias, computadores que não são mais utilizados são atitudes simples, mas que produzem melhor qualidade de vida em todos os sentidos.

A aplicação destas atitudes implica em uma mudança de estilo de vida. Precisamos estabelecer metas em nossa casa no dia a dia a fim de contribuir na preservação do meio ambiente, evitando assim, não apenas a degradação do clima, mas evitando as várias catástrofes decorrentes do impacto no planeta. Toda a população deve estar engajada no cuidado com o planeta, pois não é necessário nenhum investimento financeiro, atitudes mirabolantes e dispendiosas; o que é necessário é força de vontade e consciência de que o planeta está se deteriorando aos poucos, precisando que desta vez, nos levantemos e façamos a nossa parte.

Fonte: http://www.atitudessustentaveis.com.br



out 5, 2011
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Empresários brasileiros criam metas de sustentabilidade

Por: Cláudio Motta

A sustentabilidade pode ser um ótimo negócio. Empresários brasileiros pretendem apresentar, no ano que vem, um conjunto de medidas e metas ambientalmente corretas, que serão reunidas no documento “Visão 2050: a nova agenda para empresas”. A ideia é apontar os caminhos para construir uma economia verde (e amarela) nos próximos 40 anos. Esse é um dos temas do quatro Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável, o Sustentável 2011, que começou nesta terça-feira no Pier Mauá. O evento também é uma forma do país se preparar para receber, no ano que vem, a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

O ponto de partida dos empresários brasileiros é a versão global do Visão 2050, lançada em 2010 pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD). Essas metas serão adaptadas à realidade nacional, sob a coordenação do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds).

– Temos ganhos em relação a energia, porque a participação da geração hidroelétrica é grande, mas há desvantagens em saneamento e educação – disse Marina Grossi, presidente do Cebds, durante a abertura do Sustentável 2011.

Soluções tecnológicas, como prédios comerciais autossuficientes em energia, ou seja, que geram a energia que consomem, foram citados como exemplos. Porém, saber como custear medidas de infraestrutura, como o saneamento, é um desafio.

– É uma questão de ponto de vista: um copo pode estar meio vazio ou meio cheio – disse o Secretário Geral Assistente da ONU e coordenador executivo da Rio+20, o francês Brice Lalonde – precisamos da liderança do Brasil nas questões ligadas à sustentabilidade.

Para empresários, a aposta no meio ambiente também é uma maneira de garantir que seus negócios vão se adaptar às exigências das mudanças climáticas. O chairman do Cebds e CEO da Phillips no Brasil, Marcos Bicudo, diz que é necessário mudar paradigmas e ter visão de longo prazo.

– Em 1992, a grande discussão foi quanto aos danos causados pela camada de ozônio. Agora, o tema mais preocupante é o aquecimento global e as mudanças climáticas. Qual será o do futuro? – perguntou – os empresários têm que construir um planejamento estratégico que garanta minimamente por dez anos o retorno aos seus acionistas.

O relatório final do Visão 2050 Brasil será discutido no congresso Sustentável 2012 e apresentado na Rio+20. Conheça a íntegra do Visão 2050 global.

Fonte: http://oglobo.globo.com/ciencia



set 28, 2011
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Deputados podem votar benefícios as indústrias

As medidas provisórias do Plano Brasil Maior são o destaque do Plenário nesta semana. Elas concedem incentivos fiscais à indústria nacional para ajudar as empresas exportadoras a conquistar mercados diante da crise econômica internacional. A pauta está trancada por três MPs e um projeto de lei.

A Medida Provisória 540/11, que faz parte do plano do governo de expansão industrial, concede vários benefícios fiscais, como restituição de tributos para a indústria exportadora, permissão para aproveitamento de créditos conseguidos com a compra de bens de capital, e desoneração da folha de pagamentos para alguns setores.

O relator da MP, deputado Renato Molling (PP-RS), está negociando mudanças no texto, como a diminuição da alíquota de 1,5% incidente sobre o faturamento, que substituirá a contribuição paga com base na folha. O parlamentar tem ouvido os segmentos beneficiados (calçadista, confecções, moveleiro e de software).

Segundo o governo, a estimativa de renúncia fiscal com a MP é de cerca de R$ 2,4 bilhões em 2011 e de R$ 15,3 bilhões em 2012. Parte da compensação de receita virá da arrecadação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre empréstimos (Decreto 7.458/11) e do aumento de tributos para cigarros, previsto na própria MP.

Fundo para exportação
A segunda MP integrante do plano Brasil Maior é a 541/11, que cria o Fundo de Financiamento à Exportação (FFEX), modifica regras de financiamento a produtos e técnicas inovadoras e inclui o Inmetro em processos de importação.

O fundo deverá atender às micro, pequenas e médias empresas exportadoras, principalmente as que usam tecnologia, e se somará ao Programa de Financiamento às Exportações (Proex).

Um aporte inicial de até R$ 1 bilhão será feito para o fundo, que terá regras mais ágeis para facilitar o processo de exportação de empresas de menor porte.

Derivativos
Entretanto, a primeira MP que tranca os trabalhos é a 539/11. Ela institui a cobrança de IOF sobre operações de contratos de derivativos vinculados à taxa de câmbio do dólar. O Decreto 7.536/11 estipulou o imposto em 1%, mas a MP permite seu aumento até 25%.

A pedido da BM&FBovespa e da Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (Cetip), o governo adiou o início do recolhimento do tributo para 5 de outubro, a fim de viabilizar a operacionalização da cobrança. Essas empresas serão responsáveis por centralizar o registro dos contratos de derivativos e recolher os valores devidos pelos titulares.

O objetivo do governo é conter a especulação com os derivativos que apostam na queda futura do dólar perante o real. Os contratos de derivativos se baseiam na variação futura do preço de um determinado bem ou taxa (no caso, o dólar), sem implicar a sua entrega efetiva.

Micro e pequenas empresas
Ainda a favor das micro e pequenas empresas, está na pauta o Projeto de Lei 865/11, do Executivo, que cria a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, com status de ministério. O novo órgão será vinculado à Presidência da República e responderá pela formulação de políticas voltadas a essas companhias.

A proposta tramita com urgência constitucional e também tranca os trabalhos.

Fonte: www.correiodoestado.com.br



set 22, 2011
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Confiança dos empresários fica estável em setembro

Os mais confiantes são os empresários industriais do Nordeste

Por: Kelly Oliveira

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) de setembro ficou estável em 56,4 pontos, na comparação com agosto, informou ontem (21) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o índice recuou 7 pontos.

O Icei varia no intervalo de 0 a 100. Os valores acima de 50 indicam confiança dos empresários.

A indústria da construção foi o único segmento a registrar queda do Icei, de 58,4 para 57,2 pontos. O indicador da indústria extrativa aumentou em 3,2 pontos, para 63,7 pontos, enquanto o da indústria de transformação ficou relativamente estável, com aumento de 0,2 ponto, para 55,8 pontos.

Os empresários que apresentaram maior confiança foram os do Nordeste (61,9 pontos). Em seguida, vêm os do Centro-Oeste (57,9 pontos), Norte (55 pontos), Sudeste (54,8 pontos) e Sul (54 pontos).

Sobre a situação atual da economia brasileira, todos os setores da indústria de transformação registram índices abaixo de 50 pontos. Segundo a pesquisa, a indústria da construção também mostra falta de confiança no mesmo quesito. Apenas a indústria extrativa se mantém confiante sobre a situação atual da economia, com indicador acima de 50 pontos.

Segundo a CNI, as expectativas para os próximos seis meses continuam favoráveis. Todavia, a tendência de queda do otimismo se manteve em setembro, com recuo de 0,3 ponto no indicador, para 60,4 pontos. Dos 26 setores da indústria de transformação, 12 registram queda do indicador de expectativas.

O levantamento foi feito entre 1º e 19 de setembro, com 2.292 empresas, das quais 1.206 são de pequeno porte; 766, médias; e 320, grandes.

Fonte: http://exame.abril.com.br



set 13, 2011
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Teadit – Comunicado ao mercado

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13 minutos ago

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