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maio 7, 2010
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O que exatamente faz um dos profissionais de Segurança do Trabalho?

Engenheiro de Segurança do Trabalho – CBO 0-28.40

 Assessora empresas industriais e de outro gênero em assuntos relativos à segurança e higiene do trabalho, examinando locais e condições de trabalho, instalações em geral e material, métodos e processos de fabricação adotados pelo trabalhador, para determinar as necessidades dessas empresas no campo da prevenção de acidentes;

Inspeciona estabelecimentos fabris, comerciais e de outro gênero, verificando se existem riscos de incêndios, desmoronamentos ou outros perigos, para fornecer indicações quanto às precauções a serem tomadas;

Promove a aplicação de dispositivos especiais de segurança, como óculos de proteção, cintos de segurança, vestuário especial, máscara e outros, determinando aspectos técnicos funcionais e demais características, para prevenir ou diminuir a possibilidade de acidentes;

Adapta os recursos técnicos e humanos, estudando a adequação da máquina ao homem e do homem à máquina, para proporcionar maior segurança ao trabalhador;

Executa campanhas educativas sobre prevenção de acidentes, organizando palestras e divulgações nos meios de comunicação, distribuindo publicações e outro material informativo, para conscientizar os trabalhadores e o público, em geral;

Estuda as ocupações encontradas num estabelecimento fabril, comercial ou de outro gênero, analisando suas características, para avaliar a insalubridade ou periculosidade de tarefas ou operações ligadas à execução do trabalho;

Realiza estudos sobre acidentes de trabalho e doenças profissionais, consultando técnicos de diversos campos, bibliografia especializada, visitando fábricas e outros estabelecimentos, para determinar as causas desses acidentes e elaborar recomendações de segurança.

maio 6, 2010
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Mais curiosidades sobre segurança do trabalho.

Onde atua o profissional de Segurança do Trabalho?


O profissional de Segurança do Trabalho tem uma área de atuação bastante ampla. Ele atua em todas as esferas da sociedade onde houver trabalhadores. Em geral ele atua em fábricas de alimentos, construção civil, hospitais, empresas comerciais e industriais, grandes empresas estatais, mineradoras e de extração. Também pode atuar na área rural em empresas agro-industriais.

O que faz o profissional de Segurança do Trabalho?
 O profissional de Segurança do Trabalho atua conforme sua formação, quer seja ele médico, técnico, enfermeiro ou engenheiro.O campo de atuação é muito vasto. Em geral o engenheiro e o técnico de segurança atuam em empresas organizando programas de prevenção de acidentes, orientando a CIPA, os trabalhadores quanto ao uso de equipamentos de proteção individual, elaborando planos de prevenção de riscos ambientais, fazendo inspeção de segurança, laudos técnicos e ainda organizando e dando palestras e treinamento. Muitas vezes esse profissional também é responsável pela implementação de programas de meio ambiente e ecologia na empresa.
O médico e o enfermeiro do trabalho dedicam-se a parte de saúde ocupacional, prevenindo doenças, fazendo consultas, tratando ferimentos, ministrando vacinas, fazendo exames de admissão e periódicos nos empregados.

maio 5, 2010
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Curiosidades:

 Porque toda empresa precisa constituir equipe de Segurança do Trabalho?

Porque é exigido por lei. Por outro lado, a Segurança do Trabalho faz com que a empresa se organize, aumentando a produtividade e a qualidade dos produtos, melhorando as relações humanas no trabalho.

Que é acidente de trabalho?

Acidente de trabalho é aquele que acontece no exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional podendo causar morte, perda ou redução permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
Equiparam-se aos acidentes de trabalho:

o acidente que acontece quando você está prestando serviços por ordem da empresa fora do loca l de trabalho o acidente que acontece quando você estiver em viagem a serviço da empresa o acidente que ocorre no trajeto entre a casa e o trabalho ou do trabalho para casa.

  • doença profissional (as doenças provocadas pelo tipo de trabalho.
  • doença do trabalho (as doenças causadas pelas condiçoes do trabalho.
  • O acidente de trabalho deve-se principalmente a duas causas:

I. ato inseguro é o ato praticado pelo homem, em geral consciente do que está fazendo, que está contra as normas de segurança. São exemplos de atos inseguros: subir em telhado sem cinto de segurança contra quedas, ligar tomadas de aparelhos elétricos com as mãos molhadas e dirigir a altas velocidades. 
II. Condição Insegura é a condição do ambiente de trabalho que oferece perigo e ou risco ao trabalhador. São exemplos de condições inseguras: instalação elétrica com fios desencapados, máquinas em estado precário de manutenção, andaime de obras de construção civil feitos com materiais inadequados.  

Eliminando-se as condições inseguras e os atos inseguros é possível reduzir os acidentes e as doenças ocupacionais. Esse é o papel da Segurança do Trabalho.

maio 4, 2010
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Que é Segurança do Trabalho ?

 

Segurança do trabalho pode ser entendida como os conjuntos de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador.
O quadro de Segurança do Trabalho de uma empresa compõe-se de uma equipe multidisciplinar composta por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho,  Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho.

Estes profissionais formam o que chamamos de SESMT – Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.

Também os empregados da empresa constituem a CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a reservação da vida e a promoção  da saúde do trabalhador.

A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis. No Brasil, a Legislação de Segurança do Trabalho compõe-se de Normas Regulamentadoras, leis complementares, como portarias e decretos e também as convenções Internacionais da Organização Internacional do Trabalho, ratificadas pelo Brasil.

abr 30, 2010
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Atividade industrial do trimestre é a melhor desde 2001

Segundo pesquisa da Fiesp/Ciesp, aumento de 18,2% é recorde na série histórica. Em relação ao mês passado, março teve melhor desempenho desde 2004
A atividade da indústria paulista mostra mais uma vez a boa aceleração de seu crescimento. O Índice de Nível de Atividade (INA) da Fiesp e do Ciesp apontou alta de 18,2% no primeiro trimestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2009. O resultado foi o mais expressivo de toda a série histórica, iniciada em junho de 2001.

Em comparação com o mês passado, março apresentou o melhor resultado desde 2004, com aumento de 18%, sem ajuste sazonal. Contando com o ajuste, o dado passa para 2,8% positivos, segundo dados divulgados pelo diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos das entidades, Paulo Francini, nesta terça-feira (27), na sede da Fiesp.

“Não esperávamos um crescimento tão forte do INA, o que nos leva a crer que em abril vamos atingir os níveis de atividade que possuíamos antes da crise”, avaliou.

Frente a março de 2009, o Índice apresentou expansão de 20,7%. Somente no acumulado de doze meses, o resultado se mantém negativo em 1,1%, fato que confirma a previsão da Fiesp.

A indústria em números

As variáveis que compõem o Índice se mostraram todas positivas, com destaque para vendas reais, que fechou o mês com 4,9%. Salário real médio teve ligeira queda de 0,2%, que, contudo, pode ser considerada inexpressiva, conforme explicou Francini.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) revela que a indústria paulista utilizou 81,6% do seu potencial, levando em conta o ajuste sazonal. Sem ele, o dado fica praticamente no mesmo patamar: 81,3%.

“Normalmente o Nuci cresce em março, mas já percebemos um salto bem maior que no ano passado”, afirmou o diretor.

Destaques setoriais

Segundo Francini, o desempenho industrial não deu espaço para comportamento negativo entre os segmentos analisados, pois “os valores dos positivos são muito homogêneos”.

Em março, a atividade da indústria têxtil foi a que mais se destacou, marcando 19,4% de aumento em relação ao mês passado, sem o ajuste sazonal. A expansão dessazonalizada foi de 3,7%. Frente a março de 2009, o crescimento foi de 9,6%.

O diretor esclareceu que o setor já superou a crise financeira, porque está ligado aos produtos de consumo não duráveis, característicos do aquecimento do mercado interno, que vem ocorrendo no Brasil.

“O setor têxtil apresenta um vigor de recuperação acima da média. Sem dúvida sofreu como todos os outros, mas nos últimos dois meses teve uma excelente recuperação”, acrescentou.

Já minerais não-metálicos cresceu 10,7% neste mês, sem o ajuste sazonal, se comparado a fevereiro. Com o ajuste, foram 3,7% positivos. Em relação ao mesmo período do ano passado, o aumento foi de 3,7%.

“O desempenho positivo do segmento é sinal de que realmente a fase ruim está sendo extinguida, pois estes insumos são captados por outras diversas frentes importantes da indústria”, ressaltou Francini.

O segmento de artigos de borracha e plástico também apresentou comportamento positivo, com 6,9% de aumento frente ao mês passado. A variação com o ajuste sazonal é de 2,1%. Já em comparação a março de 2009, o crescimento foi de 16,8%. De acordo com Francini, o setor superou o marco zero de antes da crise. E mostra bom ímpeto.

Saindo da crise

Francini também comentou sobre a posição dos setores da indústria frente à produção pré-crise. Onze deles já alcançaram os níveis de atividade de setembro de 2008: minerais não-metálicos; materiais elétricos; veículos; móveis e diversos; alimentos e bebidas; têxtil; papel e celulose; refino de petróleo e álcool; químicos; borracha e plástico e outros equipamentos de transporte.

Os outros seis segmentos, entre os medidos pela série, ainda se encontram abaixo da marca de 2008. São eles: máquinas e equipamentos; edição e gráfica; metalurgia básica; produção de metal; material eletrônico/comunicação e informática.

Sensor

“A marca de 56 pontos atingida pelo Sensor de abril continua sendo positiva dentro do processo que estamos passando, apesar de mostrar ligeira queda em relação ao mês passado”, esclareceu Francini.

A variável investimento foi a única que subiu no Sensor Geral, e fechou com 59,4 pontos. Mercado (61,9) e estoque se mantiveram estáveis; vendas (52) e emprego (53,1) perderam pontos.

“A queda em emprego é inegável, mas isso é porque o ímpeto de contratação já deve ter ultrapassado seu ápice”, ponderou o diretor. O comportamento dos setores que tiveram queda são sintomas comuns em períodos de recuperação econômica, prosseguiu Francini.

“O nível de aceleração vai logo encontrar seu ponto de acomodação. Isso não significa que vai entrar em queda, mas que irão começar a se acomodar. Nada contra essa redução, ela é necessária”, concluiu.

abr 26, 2010
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Fiesp e Ciesp divulgam INA com os resultados de março

Será anunciado também o Sensor de abril, que aponta a percepção dos empresários sobre as perspectivas econômicas do período

O diretor-titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp e do Ciesp, Paulo Francini, divulgará à imprensa os resultados do Indicador de Nível de Atividade (INA), referentes ao comportamento da indústria no mês de março. A coletiva será na próxima terça-feira, 27 de abril, às 14h30.

O diretor apresentará também o Sensor do mês de abril, que aponta a percepção dos empresários a respeito das perspectivas econômicas do período.

Serviço: Divulgação do INA – Indicador do Nível de Atividade Industrial e Levantamento de Conjuntura
Local: Av. Paulista, 1313 – Auditório do 10º andar
Data: 27 de abril (terça-feira)
Horário: 14h30

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)
Assessoria de Jornalismo Institucional
Tels.: (11) 3549.4602 e 3549.4282

Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp)
Assessoria de Imprensa
Tel.: (11) 3549.3253

Agência Indusnet Fiesp

abr 23, 2010
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Feira Internacional da Mecânica 2010

Em sua 28a edição a Mecânica apresentará diversas novidades direcionadas tanto para as áreas de produção quanto para manutenção industrial. Nossos fornecedores ASCOVAL e NORGREN estarão presentes na Feira e em seus stands você encontrará os profissionais da COPPI que são aptos a tirar suas dúvidas bem como acompanhar e desenvolver projetos especiais. Veja mais detalhes www.coppi.com.br

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A COPPI tem forte atuação no setor de manutenção industrial, oferecendo serviços de recuperação de instrumentos.

13 minutos ago

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