mar 18, 2011
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Manutenção industrial

O programa de manutenção industrial surge como um grande diferencial competitivo para as empresas que desejam conquistar um lugar ao sol e ampliar seus lucros.

Até algum tempo, a manutenção industrial era vista como um serviço que representava maior custo para as empresas e que apenas tinha serventia quando um equipamento quebrasse ou apresentasse alguma falha que reduzisse bastante seu desempenho. Com o passar do tempo, essa visão de gestão nas indústrias e empresas mudou bastante e muitas delas investem pesado no setor de manutenção como uma forma de diminuir custos com trocas de peças, manter o setor produtivo sempre com a máxima eficácia e assegurar a competitividade industrial entre tantos players no mercado.

Isso porque a manutenção não é apenas uma solução “tapa buraco” quando um equipamento quebra, um sistema falha ou uma peça apresenta algum tipo de avaria ou desgaste. Na verdade, a manutenção industrial é essencial para garantir o sucesso dos processos de manufatura quando abrange ações preventivas, detectivas e também corretivas. O ditado que diz: “antes prevenir do que remediar” pode perfeitamente ser aplicado aos conceitos de manutenção industrial.

Como parte fundamental do bom desempenho de maquinários e sistemas, um planejamento de manutenção e planos de grandes paradas de manutenção fazem todo o diferencial na realização de um trabalho que nunca termina, mas que precisa de investimentos e, principalmente, de credibilidade a fim de oferecer, como resultado, confiabilidade e disponibilidade de máquinas e equipamentos full-time.

A manutenção industrial engloba medidas de reparação, readaptação, inspeção, lubrificação e troca de componentes, podendo ser classifica em alguns tipos de manutenção elaborados dentro de toda e qualquer empresa e fábrica: manutenção preventiva, manutenção corretiva planejada e não planejada, manutenção preditiva e manutenção detectiva, esta última é uma técnica de manutenção relativamente nova e ainda pouco aplicada no Brasil.

A manutenção preventiva, como o próprio nome já diz, abrange toda ação de inspeção a fim de identificar possíveis causas de falhas antes mesmo que aconteçam. Os planos de gestão de manutenção preventiva são de extrema importância na performance de equipamentos e máquinas, pois são uma garantia a mais de que não haverá paralisações inesperadas na manufatura. Cabe lembrar que a manutenção não só reconhece falhas mecânicas, mas também indica se um determinado componente sofreu desgaste pelo modo errado de uso, algo muito comum quando há operação manual do equipamento.

Dentro da manutenção preventiva, há algumas medidas a serem tomadas antes do momento do reparo. Isso inclui a relação de máquinas com defeitos, com prévio cadastramento de todo o maquinário que deve ser incluído no programa de manutenção. Em seguido, é preciso levantar o histórico do equipamento; após, é aconselhável prever a periodicidade das inspeções, além de elaborar um relatório com materiais e recursos humanos que farão parte do programa de manutenção preventiva.
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mar 11, 2011
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Termostato

O termostato é um dispositivo destinado a manter constante a temperatura de um determinado sistema, através de regulação automática.

O termostato é um instrumento criado em 1915 que tem a função de impedir que a temperatura de determinado sistema varie além de certos limites preestabelecidos.

Um mecanismo desse tipo é composto, fundamentalmente, por dois elementos: um indica a variação térmica sofrida pelo sistema e é chamado elemento sensor; o outro controla essa variação e corrige os desvios de temperatura, mantendo-a dentro do intervalo desejado.

Termostatos controlam a temperatura dos refrigeradores, ferros elétricos, ar condicionado e muitos outros equipamentos.

Exemplo de elemento sensor são as tiras bimetálicas, constituídas por metais diferentes, rigidamente ligados e de diferentes coeficientes de expansão térmica.

Assim, quando um bimetal é submetido a uma variação de temperatura, será forçado a curvar-se, pois os metais não se dilatam igualmente.

Esse encurvamento pode ser usado para estabelecer ou interromper um circuito elétrico, que põe em movimento o sistema de correção.

Outro tipo de elemento sensor combina as variações de temperatura com variações de pressão para ativar mecanismos corretores. Um recipiente de metal, de volume variável, cheio de líquido ou gás, ligado a um bulbo por um tubo fino, é exemplo desse tipo de sensor.

As mudanças de temperatura sofridas pelo fluido do recipiente principal são comunicadas ao bulbo pelo tubo de ligação; como o volume do bulbo é fixo, resulta da mudança de temperatura uma variação na pressão do fluido contido; essa variação transmite-se ao recipiente principal, provocando alteração de seu volume e compensando, dessa forma, o aumento ou diminuição de temperatura.

Outro sistema utilizado é o elétrico, tendo a resistência do fio como elemento sensor.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

mar 4, 2011
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Saiba o que são Gaxetas

Gaxetas são artefatos que tem como objetivo a vedação de sistemas pneumáticos ou hidráulicos.

Podem ser feitas de diversos materiais, mas o mais comum é o que utiliza como matéria-prima a borracha.

São utilizadas em sistemas de movimento axial, podendo ser utilizada em alta ou baixa pressão.

As gaxetas também possuem diversos formatos, que variam de acordo com as necessidades de utilização, podendo ser em formato de L ou U, por exemplo.

Geralmente, pode ser considerado como um anel de borracha que possui um ou mais lábios, que auxiliam na vedação e fixação no equipamento a qual será empregado.

As gaxetas vedam automaticamente o aparelho utilizado, graças à pressão exercida contra a parede do equipamento, além disso, elas possuem a vantagem de oferecer um desgaste mínimo, reduzindo os problemas e aumentando o período de trocas.

Fonte: http://linkninja.com.br

fev 25, 2011
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Manômetros Industriais

A medição da pressão assume grande importância na indústria sendo o manômetro de Bourdon uma das soluções mais frequentemente utilizadas. A patente original deste medidor data de 1852, tendo sido registada por E. Bourdon.

O funcionamento deste tipo de manômetros é baseado na alteração da curvatura originada num tubo de seção elíptica pela pressão exercida no seu interior. A seção elíptica tende para uma seção circular com o aumento da pressão no interior do tubo levando a que o tubo se desenrole. Este tubo tem a uma das extremidades fechadas e ligada a um mecanismo (com rodas dentadas e mecanismos de alavanca) que permite transformar o seu movimento de “desenrolar” (originado pelo aumento de pressão no interior do tubo) no movimento do ponteiro do manômetro.

A medida da pressão é relativa uma vez que o exterior do tubo está sujeito à pressão atmosférica.

Os tubos do manômetro podem ter 3 formas distintas sendo que o tubo em espiral é usado para baixas pressões e o tubo em hélice é usado para altas pressões. Os materiais que constituem o tubo podem ser um metal ou uma liga metálica desde que permitam a elasticidade deste.

A precisão destes manômetros é da ordem de 0,1% fsd . Para pressões baixas e para aumentar a sensibilidade são normalmente utilizados os modelos com tubo em espiral ou em hélice. Deste modo consegue-se uma sensibilidade excelente, respondendo em cerca de 0,01% da pressão máxima. Se este manômetro contiver alguns mecanismos, como um pivot ou engrenagens, a sensibilidade diminui, sendo de 0,1% da pressão máxima.

Tal como em outros tipos de manômetros, o tubo de Bourdon também apresenta alguma histerese no seu ciclo. Esta histerese total é da ordem de 0,1 – 0,5% da pressão máxima do ciclo. Como a energia do tubo é suficiente para sobrepor todo o tipo de fricção e atrito dos seus movimentos, o tubo não apresenta histerese significativa (é praticamente nula). Uma medição industrial de pressão pode ter uma exatidão de cerca de 5% da amplitude da escala. Contudo, as condições de trabalho raramente o permitem, pois não são as ideais. É de referir ainda que desvios da temperatura de trabalho relativo à temperatura a que o aparelho está calibrado causa uma certa margem de erro. A magnitude do erro associado depende do coeficiente de expansão dos materiais que constituem o tubo.

A importância dos componentes pneumáticos
Grandes, médias ou pequenas empresas, a presença das aplicações da automação, seja pneumática, hidráulica ou qualquer forma que use comandos da mecatrônica, é bastante ampla em todos os setores. É comum ver a mecanização de tarefas manuais, a automação ou semi-automação de máquinas dos mais diversos tipos, a construção de dispositivos que executam automaticamente sequências operacionais simples ou mais complexas, tudo isto facilmente integrado à microeletrônica e à informática. Continue lendo »

fev 18, 2011
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A gaxeta e a importância da vedação industrial

Vazamentos durante o processo industrial podem causar danos ao meio ambiente e afetar o rendimento financeiro. Para evitar este tipo de desperdício é necessário que os maquinários estejam bem vedados. Os transtornos causados pelo mau uso do material vedante, instalação incorreta ou falta de manutenção podem ser difíceis de corrigir.

O ponto mais importante em um sistema de vedação é o estudo da resistência do material vedante. De acordo com cada necessidade existe diferentes tipos de aplicações e materiais. O ataque químico do fluído e as condições de temperatura e pressão ocorridos na linha de processo é que irão influenciar na melhor forma de vedação.

Existe uma diversidade de materiais divididos entre opções metálicas, semi-metálicas e não-metálicas. Para garantir a melhor opção de acordo com a necessidade de cada indústria, especialistas recomendam que seja feita uma visita técnica à planta industrial.

A vedação nada mais é que o processo usado para impedir a passagem de maneira estática ou dinâmica de líquidos, gases e partículas sólidas de um meio para outro. Existem diversas formas de vedação, das quais podemos citar algumas: juntas em partes estáticas (como flanges e carcaças); anéis elastoméricos em partes estáticas e dinâmicas de equipamentos (também em flanges e anéis em selos mecânicos); retentores em partes dinâmicas de máquinas e equipamentos (como em labiais para vedar lubrificante em mancais de bombas); gaxetas, que são elementos mecânicos utilizados para frear o fluxo total ou parcial.

Gaxetas
O engaxetamento é um dos principais métodos de vedação entre duas peças unidas uma na outra, e também a forma mais antiga de vedar um eixo rotativo ou alternativo. Basicamente, consiste da compressão de um material resistente, macio e lubrificante dentro do espaço formado pelo eixo e a caixa de vedação do equipamento.

A gaxeta é um anel, normalmente de borracha (mas pode ser de outros materiais, como grafita, por exemplo), com uma espécie de lábios, que auxiliam na vedação. Este sistema pode ser chamado, ainda, de vedador automático por sua capacidade de vedar usando a própria força exercida contra o material.

Como em uma típica caixa de gaxetas elas se encontram em constante atrito com o eixo, é necessário uma lubrificação líquida para remoção do calor gerado, garantindo que haja sempre a permanência de uma fina película entre as gaxetas e o eixo.

As principais vantagens da gaxeta é seu baixo custo e a fácil disponibilidade e instalação.

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fev 9, 2011
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A Manutenção Industrial e Qualidade Total

A manutenção e a qualidade total estão diretamente relacionadas, técnicas avançadas de manutenção tiveram origem em meio à revolução da qualidade total.

Qualidade

A manutenção está diretamente relacionada à qualidade industrial. Os custos da qualidade que abordaremos, estão em diversos aspectos relacionados direta ou indiretamente à manutenção industrial. Falhas internas e externas reportados pelos sistemas de custos da qualidade podem ter origem na carência de uma melhor efetividade na manutenção industrial. Deve-se levar em conta a definição do que constitui a qualidade.

Há três interpretações do assunto: grau de conformidade, adequação ao uso e excelência inata. Sob o ponto de vista do grau de conformidade, a qualidade é alcançada quando um produto se conforma com suas especificações. Essa definição, contudo, deixa algumas áreas intocadas.

Com relação à adequação ao uso, tal fator é mais orientado para o consumidor, já que requer que o produto atenda à expectativa do cliente. Quando a qualidade está ligada à expectativa do cliente, é importante avaliar até que ponto a empresa pode satisfazer o consumidor.

Por fim, no caso da excelência inata, esta diz respeito à afirmação de que a qualidade é característica inata da superioridade essencial de um produto ou serviço. Nessa definição, um produto de alta qualidade deve ter uma tendência à não sofrer alterações à medida que o tempo passa, não importando mudanças de estilos ou de gostos.

Contrariamente ao segundo fator exposto, essa visão é absoluta e universal. Evolução da qualidade A partir de 1961 ganha força um conceito baseado na definição exata daquilo que os clientes desejavam. Tal conceito foi chamado de “Zero Defeitos”.

O objetivo dessa abordagem era auxiliar a todos para que no desempenho de suas tarefas, fizessem-no corretamente logo na primeira vez.

KAPLAN & ATKINSON (1989) destacam que enquanto em meados da década de 40 até a década de 70, as empresas americanas enfatizavam seus sistemas de qualidades tradicionais, que priorizavam altos volumes; diversas empresas japonesas inovadoras e algumas empresas do oeste europeu, especialmente Alemanha, Suíça e Suécia, adotavam a filosofia do TQC na qual era apenas aceitável o nível de zero defeitos. Continue lendo »

jan 17, 2011
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Intermach 2011

A Intermach 2011 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia, Máquinas, Equipamentos, Automação e Serviços para a indústria metal-mecânica, que acontece em Joinville, de 12 a 16 de setembro de 2011, é a principal feira do setor realizada no Sul do Brasil.

A expectativa de crescimento da Intermach em sua oitava edição é de cerca de 20%, em função da recuperação da economia do setor de máquinas e equipamentos, além do esforço concentrado em atrair expositores e visitantes de outros países, todos de olho no bom momento do mercado. Em 2009, 500 empresas participaram como expositoras e o número de visitantes chegou a 30 mil, vindos de 20 estados brasileiros. Continue lendo »

jan 13, 2011
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Saiba como reduzir alguns riscos em sua empresa

A mortalidade de empresas no Brasil é altíssima. Das cerca de 500 empresas abertas no País anualmente, 27% fecham as portas no primeiro ano de existência.

Segundo Eduardo Cipullo,  sócio-diretor da consultoria BDO no Brasil, a alta taxa de insucesso pode ser creditada a inúmeros fatores: inexperiência do gestor, dificuldade de acesso ao crédito, diagnóstico errôneo das oportunidades e dos potenciais desafios, falta de capital para acompanhar as tendências do mercado e as novas tecnologias e despreparo para lidar com uma eventual ’surpresa’, como uma crise econômica ou mesmo a falência de um grande cliente.

“Se abrir um novo negócio é uma iniciativa que envolve tantos riscos e tem tamanho potencial para acarretar frustrações, por que vemos tantas pessoas empenhadas em se lançar no ‘caminho do negócio próprio’?”,questiona o diretor.

Para ele, em primeiro lugar, há indivíduos extremamente criativos e dotados de um talento empreendedor natural. Para esses empresários natos, o sucesso e a satisfação profissional guardam intrínseca relação com a possibilidade de realizar um sonho, de preferência na forma de um empreendimento profissional autônomo.

Outro ponto importante a ser lembrado é que muitos pequenos negócios brasileiros nascem financiados pelo dinheiro do fundo de garantia de gente que acabou de perder o emprego. A ideia de não ter um patrão ou qualquer outra pessoa de nível superior ao seu ditando regras tende a ser perigosamente sedutora para alguém que acaba de passar pelo estresse de uma demissão.

O problema é que nem todo mundo tem aquela verve para empreender – e, definitivamente, impulsividade raras vezes anda de mãos dadas com o êxito nos negócios. Continue lendo »

jan 6, 2011
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Os pré-conceitos da lubrificação

Dados estatísticos divulgados por fabricantes de rolamentos confirmam que a lubrificação tem peso significativo na disponibilidade de máquina e suas atividades, chegando a 50% dos motivos de quebra dentro da manutenção. No entanto, existem “verdades” do segmento que precisam ser desmistificadas.

Várias empresas ainda acreditam que, para reduzir as quebras ou falhas na manutenção industrial, por motivos voltados à lubrificação, decisões isoladas podem ser suficientes. Ter um plano de lubrificação adequado, contar com mão de obra qualificada, ou utilizar um software específico para aplicação, são iniciativas que, se utilizadas separadamente, não alcançam o resultado desejado.

Por outro lado, ainda temos o processo de aplicação de lubrificantes que sempre vai interferir diretamente nesses pontos.

Os gerentes da manutenção industrial não podem mais acreditar no “ou um ou outro”. Ou que “isso já é o suficiente”.

Se, no passado, não havia a necessidade de mão de obra qualificada, diversidade de lubrificantes e indicadores para comprovar a importância da lubrificação, hoje o setor conta com especialistas bem preparados, inúmeros tipos de lubrificantes diferentes, e análises que confirmam a relevância da lubrificação, ainda que, nem sempre, as organizações encontrem as ferramentas corretas para a gestão integrada de serviços neste seguimento. Continue lendo »

dez 27, 2010
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Confraternização COPPI e TEADIT

Aconteceu no dia 18/12/2010, na cidade de Hortolândia, um animado encontro entre os funcionários das empresas COPPI e TEADIT JUNTAS.

O evento contou com a presença de “craques” do futebol que disputaram partidas emocionantes durante todo o dia.

Além de jogos, houve muita confraternização e comida de primeira!

A COPPI agradece aos participantes pela confraternização extremamente agradável.

Time de Craques COPPI

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A COPPI tem forte atuação no setor de manutenção industrial, oferecendo serviços de recuperação de instrumentos.

13 minutos ago

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