out 16, 2013
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Em parceria com a Teadit, Coppi promove Palestra Técnica de Produtos

Em parceria com a Teadit a Coppi promoveu no último dia 14 de outubro palestra técnica de produtos na empresa Solvay – Unidade Industrial de Santo André/SP.

A SOLVAY é um grupo químico internacional fortemente engajado no desenvolvimento sustentável e claramente focado na inovação e na excelência operacional. Oferece uma ampla gama de produtos que contribuem para melhorar a qualidade de vida das pessoas e o desempenho de seus clientes em mercados tais como bens de consumo, construção, automotivo, eletrônico, energia, água e meio ambiente. O Grupo, que tem sede em Bruxelas, emprega 31 mil pessoas em 55 países e obteve um faturamento de 12,7 bilhões de euros (pro forma) em 2011.

A palestra, ministrada pelo especialista Teadit Dalton Dias, teve por objetivo apresentar importantes aspectos dos produtos para vedação e isolamento térmico, isentos de amianto, fornecidos pela Teadit, bem como explorar as possibilidades de alternativas de diferentes produtos para distintas condições de aplicação. Foram abordados também fatores que devem ser criteriosamente analisados para que sejam obtidos os melhores resultados e a melhor performance dos produtos, resultando em significativa redução nos custos operacionais e de manutenção da fábrica.

Com essa iniciativa, Coppi e Teadit, contribuem para manter o cliente atualizado sobre: possibilidades de especificação, manuseio, armazenamento e procedimentos de instalação dos produtos, inspeção de flanges e parafusos, ferramentas para fabricação de juntas, entre outros.

out 11, 2013
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ISA EXPO 2013

out 9, 2013
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Sucesso nos eventos Rio Pipeline e no Congresso da Abraman: autógrafos da 6ª edição do livro Juntas Industriais

O mês de setembro foi dedicado ao lançamento da 6ª edição do livro Juntas Industriais, de autoria do engenheiro e diretor técnico da Teadit, José Carlos Veiga. Depois de revisada e atualizada, a publicação chegou a sua 6ª edição e teve eventos de autógrafo abertos ao público durante a Rio Pipeline 2013, no Rio de Janeiro e o 28º Congresso Brasileiro de Manutenção, promovido pela Abraman, na Bahia. O engenheiro Veiga participou dos eventos, confraternizando com os leitores e autografando os exemplares do seu livro, além de apresentar trabalho técnico no Congresso da Abraman.

O autor esteve presente, no dia 24 de setembro, no auditório Expo da feira Rio Pipeline, que aconteceu no Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro, onde recebeu clientes, parceiros e profissionais do setor. Durante o evento, os participantes tiveram a oportunidade de ter seus exemplares do livro autografados.

Já no dia 26 de setembro, foi a vez de Salvador, na Bahia, receber o evento de lançamento. O encontro de autógrafos ocorreu no stand da Abraman, durante o 28º Congresso Brasileiro de Manutenção.
José Carlos Veiga autografou os livros logo após sua apresentação no Congresso da Abraman ao lado do engenheiro Fábio Castro, gestor e especialista em Confiabillidade da Braskem.O trabalho técnico, intitulado “Serrated Metal Graphite Faced Gaskets For Ring Joint Flanges”, apresentado foi recebido com destaque, assim como havia ocorrido em sua primeira apresentação, recentemente no evento do ASME.

Renomados profissionais do mundo são unânimes no reconhecimento da contribuição que esse tipo de trabalho de vanguarda presta à indústria.

O engenheiro J.C.Veiga autografa o livro para Byron Souza, da Transpetro. Na Rio Pipeline 2013.

Durante Congresso da Abraman, J.C.Veiga recebe clientes e parceiros para o lançamento do livro ao lado do co-autor do trabalho, engenheiro Fabio Castro.

Fonte: Informativo do Grupo Teadit

out 7, 2013
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Dólar alto engorda estoque industrial

A alta da moeda americana, que à primeira vista seria favorável ao setor, dificultou a absorção de bens pelo comércio; sem saída, indústria se vê obrigada a negociar preços.

O câmbio que, de um lado favorece a indústria ao reduzir a competição com produtos importados, de outro está dificultando as vendas para o comércio, forçando a acumulação de estoques industriais e atrasando a tão esperada recuperação do setor.

Com o início do processo de desvalorização do real em relação ao dólar, em maio, houve um descolamento na trajetória da indústria e do comércio, que, até então, desenhavam evoluções semelhantes, como demonstram os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O fantasma da competição com os importados desapareceu, o que animou a indústria a produzir mais. “O câmbio, no entanto, pesou nos preços do varejo, que respondeu com queda nas vendas”, salienta o economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC) Bruno Fernandes.

O descolamento entre a indústria e o comércio tem entre os seus efeitos a formação de “um nível de estoque acima do padrão desejável pela indústria”, como define o gerente da coordenação de Indústria do IBGE, André Macedo. Esse é um sintoma da desvalorização do real, classificado pelo economista-chefe da corretora Gradual Investimentos, André Perfeito, como falsa solução para a indústria: “O que dá com uma mão, tira com a outra”.

O novo patamar de câmbio na casa de R$ 2,20 a R$ 2,30 causa incertezas e cria um cenário especialmente desfavorável para o varejo, diz Fernandes. Ao aumento dos custos dos importados, soma-se a alta da inflação e a deterioração do mercado de trabalho, com reflexos no rendimento e na capacidade de compra da população, segundo o economista da CNC.
“Durante muito tempo o comércio cresceu mais do que a produção industrial, o que indicava que o consumo interno não estava sendo sustentado pela indústria nacional, mas por importados.

O que passou a acontecer neste ano foi que o comércio passou a crescer bem menos, enquanto, a indústria ganhou fôlego, com a acumulação de estoques, principalmente, de bens de consumo”, analisa o economista da Unicamp e consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Júlio Gomes de Almeida.

Ele ressalta que o ideal seria que indústria e comércio desenhassem trajetória de crescimento semelhante, com variações paralelas. Mas, ao contrário do que se imaginava quando o dólar começou a subir, “o fim da importação não melhorou o cenário para a indústria”.

A formação de estoques na indústria, por sua vez, gera um efeito seguinte positivo para o comércio, como salienta o consultor do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) Silvio Sales. “O fato de a indústria estar mais estocada favorece a negociação dos preços para o varejo. Embora a tentativa da indústria seja sempre de evitar essa situação”, afirma.

Sales ressalta ainda que uma alternativa para a indústria brasileira seria a exportação dos estoques, porém, não só a crise econômica internacional dificulta o acesso ao mercado externo, como a estrutura da economia brasileira é concentrada no mercado interno, o que reforça a tendência de alinhamento do ritmo dos desempenhos da indústria e do comércio. As exceções seriam os produtos agrícolas brasileiros, largamente consumidos no mercado internacional.

“O dólar alto não ajuda o Brasil se a situação estiver ruim lá fora”, acrescenta Perfeito, da Gradual Investimentos. Ele ressalta ainda que muitas empresas, inclusive do setor industrial, têm um volume expressivo de dívida em dólar, o que prejudica as finanças das companhias. Ainda assim, o economista avalia que o dólar, “assim como subiu, tende a descer” e alterar o cenário econômico nacional.

A expectativa é de melhora no mercado interno no segundo semestre deste ano, diz ainda Fernandes, da CNC. Ele não enxerga grandes surpresas vindas do câmbio daqui para frente, assim como Perfeito confia na atuação do Banco Central para segurar o dólar.

“O que vai ditar o ritmo do comércio nos próximos meses é a inflação e o mercado de trabalho. Esperamos um segundo semestre mais forte do que foi o primeiro. É claro que não teremos o mesmo resultado de 2012, quando as vendas cresceram 8%. A nossa projeção é de alta de 4%. E, com a recuperação do comércio, a tendência é também a indústria avançar”, estima Fernandes.

Fonte: iG Economia

set 23, 2013
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Visitantes prestigiam Teadit na Fenasucro 2013

Setembro de 2013 | n0 34

Lançamento do livro Juntas Industriais marca a participação da empresa na feira de Açúcar e Álcool


A tradicional participação da Teadit na Fenasucro, em Sertãozinho (SP), reuniu, entre os dias 27 e 30 de agosto, centenas de profissionais da indústria sucroalcooleira, que encontraram, no stand da empresa, além dos consagrados produtos, profissionais altamente qualificados e prontos para atendê-los. O destaque desta edição ficou por conta do lançamento, em primeira mão, da 6ª edição do Livro Juntas Industriais, de autoria do diretor técnico da Teadit José Carlos Veiga.

O engenheiro Veiga esteve presente no evento, no dia 28, recebendo clientes e parceiros para uma tarde de autógrafos de sua mais nova publicação. Considerado como referência do segmento, o livro Juntas Industriais foi atualizada e publicada recentemente, reunindo o que há de mais atual nas normas internacionais para vedações industriais.

O stand da Teadit divulgou ainda, os lançamentos de produtos da empresa, como as Gaxetas QUIMGAX® 2773 e QUIMGAX® 2774 e o Protetor de Flanges Teadit CHEMISAFE®. A Teadit é destaque em soluções para vedação de válvulas e de equipamentos críticos através da mais ampla gama de produtos e serviços diferenciados para o mercado de Açúcar e Álcool nas mais distintas aplicações.

Confira algumas imagens do Stand da Teadit durante a Fenasucro 2013:

Durante a tarde de lançamento, Veiga autografou seu livro para José Alberto, da Usina São Domingos

Carlos Geraldelli, da HBP Simisa, foi recepcionado pelos executivos da Teadit e recebeu o livro Juntas Industriais autografado

Profissionais da Citrosuco visitam o stand da Teadit e são recebeido pelo gerente comercial Sênio Viana

Clientes da Usina Santa Fé prestigiam a participação da Teadit na feira

Executivos da Coppi, distribuidor Teadit, também prestigiaram o evento

Fonte: Informativo do Grupo Teadit Brasil

set 20, 2013
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XII Seminário Rhodia Solvay de Manutenção Industrial

Em parceria com seu fornecedor TeaditCOPPI participou do XII Seminário Rhodia Solvay de Manutenção Industrial. O evento foi realizado, no dia 10 de setembro, em Bragança Paulista (SP), e tratou de questões sobre boas práticas de manutenção. No evento, a Coppi foi representada pelo Gerente Comercial, Paulo Martinez.

A Rhodia é uma empresa do grupo Solvay, uma companhia industrial internacional que oferece uma ampla gama de produtos e soluções que contribuem para melhorar a qualidade de vida. Com presença no Brasil desde 1919, a Rhodia é líder em importantes mercados, reconhecida mundialmente nas áreas de polímeros, química e em formulações.

“A participação da Coppi no seminário foi extremamente importante e positiva para nós, especialmente tendo em vista que a troca de experiência foi muito rica, pois conhecemos ainda mais a realidade de nossos clientes e, ao mesmo tempo compartilhar das atividades e aprender com as experiências dos profissionais de campo. E isso é fundamental para a melhoria contínua de nossos produtos e serviços”, ressaltou Paulo Martinez.

set 16, 2013
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Brasil recolhe 94% das embalagens vazia de agrotóxicos

São Paulo – Por mais de 20 anos, o agricultor Éder Gadioli, 51 anos, pensou que estava descartando corretamente as embalagens de agrotóxicos que utilizava nas plantações de feijão, arroz e milho no município de Roseira, a 160 quilômetros da capital paulista.

Queimava o recipiente, reutilizava para transportar água ou descartava-o de forma indiscriminada. “Eram coisas absurdas. A gente não tinha informação, não sabia o que estava fazendo”, diz o agricultor.

Há dez anos o procedimento mudou: a embalagem é lavada três vezes, estocada de maneira adequada e encaminhada para centrais de reciclagem específicas. É a chamada logística reversa.

Enquanto muitos setores da economia estudam formas de se adequarem à Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), que impõe à cadeia produtiva a responsabilidade de dar a destinação correta aos resíduos sólidos produzidos, o setor de defensivos agrícolas já colhe resultados de uma política implantada há mais de dez anos sob as normas da Lei 9.974/2000. Atualmente, 94% das embalagens vazias estão sendo recolhidas de forma adequada e gerando novos insumos plásticos, inclusive novos recipientes para agrotóxicos.

Para reforçar a necessidade de ampliar, cada vez mais, uma postura consciente no meio rural, no próximo dia 18 agosto, será celebrado o Dia Nacional do Campo Limpo. As comemorações da data tiveram início hoje (16) na cidade de Taubaté, no Vale do Paraíba. Na próxima semana, oficinas, palestras e gincanas ocorrerão em escolas e comunidades localizadas nas proximidades das 100 unidades de recebimento das embalagens em 24 estados do país.

“Conseguimos esses resultados com o envolvimento de toda a cadeia produtiva, do fabricante ao agricultor. Isso pode servir de exemplo ao meio urbano”, destacou João César Rando, presidente do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), entidade que representa a indústria fabricante.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o Brasil produz diariamente cerca de 240 mil toneladas de lixo, grande parte depositada de forma inadequada em lixões.

Entre 2002 e 2012, foram retiradas do meio ambiente 260 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos, de acordo com o inpEV. A destinação correta gerou uma economia de energia suficiente para abastecer 1,4 milhão de casas no período, segundo levantamento da Fundação Espaço ECO, que reúne especialistas responsáveis pela análise da eficiência de ações sustentáveis implementadas por algumas empresas.

As mudanças trazidas com a integração do sistema agrícola facilitaram a vida de Éder. “Hoje tenho até menos trabalho [com os recipientes]. Antes tinha que queimar tudo, poluía tudo, produzia muita fumaça. Agora a gente tem a informação. Não é só porque a lei manda, é fazer a nossa parte mesmo”, disse.

A nova postura dos agricultores em relação aos agrotóxicos está refletida na diminuição do número de autuações relacionadas à armazenagem e à destinação dos resíduos dos defensivos no interior paulista. “Elas têm diminuído porque está sendo feito um trabalho que é sobretudo de educação. As pessoas agora têm uma consciência disso. São os próprios produtores que trazem as embalagens”, declarou a secretária de Meio Ambiente e Abastecimento do Estado de São Paulo, Mônica Bergamaschi.

Fonte: Exame

set 11, 2013
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ISA EXPO CAMPINAS 2013

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A COPPI tem forte atuação no setor de manutenção industrial, oferecendo serviços de recuperação de instrumentos.

13 minutos ago

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