jun 16, 2015
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Teadit é destaque na 1ª Edição da IVS – Industrial Valve Summit, na Itália

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A participação da Teadit na IVS – Industrial Valve Summit 2015, que aconteceu em Bérgamo, na Itália, durante os dias 27 e 28 de maio, foi um sucesso. Em parceria com a Spiralit, distribuidor Teadit no país, a empresa expôs no evento, recebendo clientes e parceiros em seu stand, oferecendo as melhores e mais modernas soluções em vedação para o segmento de válvulas industriais. Além da feira, a Teadit foi destaque, também, na Conferência que ocorreu paralelamente à exposição.
Esta foi a primeira edição do evento, que reuniu a nata dos fabricantes de válvulas especiais da Itália e superou expectativas, alcançando em dois dias um público de quase seis mil pessoas da área industrial, em um ambiente de trocas de experiências e aprendizados sobre as mais avançadas tecnologias no segmento de válvulas industriais.
A participação da Teadit na IVS – Industrial Valve Summit 2015, que aconteceu em Bérgamo, na Itália, durante os dias 27 e 28 de maio, foi um sucesso. Em parceria com a Spiralit, distribuidor Teadit no país, a empresa expôs no evento, recebendo clientes e parceiros em seu stand, oferecendo as melhores e mais modernas soluções em vedação para o segmento de válvulas industriais. Além da feira, a Teadit foi destaque, também, na Conferência que ocorreu paralelamente à exposição. Esta foi a primeira edição do evento, que reuniu a nata dos fabricantes de válvulas especiais da Itália e superou expectativas, alcançando em dois dias um público de quase seis mil pessoas da área industrial, em um ambiente de trocas de experiências e aprendizados sobre as mais avançadas tecnologias no segmento de válvulas industriais.

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Carlos Girão, diretor industrial da Teadit India, e a equipe Teadit presente na feira recepcionaram clientes e parceiros

O Stand foi prestigiado pelos visitantes, que aproveitaram a oportunidade para tirar dúvidas e conhecer mais sobre a linha de produtos

TEADIT NA CONFERÊNCIA
Para a conferência, Carlos Girão, diretor industrial da Teadit India, apresentou, no dia 28 demaio, o trabalho Valve sealing research and development equipment, que foi desenvolvido em parceria com Luiz Paulo Romano, da engenharia de desenvolvimento de produtos da Teadit no Brasil.
O tema da palestra foi desenvolvimento de gaxetas Low Emission e tecnologias para melhorar a performance de gaxetas e válvulas, sendo muito elogiada pelos presentes.

A próxima edição do Industrial Valve Summit já está prevista para os dias 24 e 25 de maio de 2017, e acontecerá novamente em Bérgamo, na Itália.

jun 9, 2015
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Desoneração: FIESP adverte para demissão em massa nas indústrias de São Paulo

A Federação das Indústrias de São Paulo(FIESP) sai em defesa da manutenção do atual modelo de desoneração da folha de pagamentos. A entidade realizou uma pesquisa onde constatou que a adoção de alíquotas mais altas de contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento, como está na proposta pelo governo, vai provocar demissões em 54% das indústrias, e 40% delas aumentarão seus preços, para compensar a elevação dos custos.

O levantamento mostra que 52% das pequenas empresas, 57% das médias e 54% das grandes terão que demitir, se houver perdas na desoneração. O estudo mostra que, com as novas regras, a maioria das empresas deve mudar a forma de calcular e recolher a contribuição previdenciária, passando a usar como base a folha de pagamentos (20% dos salários), em vez da receita bruta (2,5% do faturamento).

O diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Decomtec-Fiesp), José Ricardo Roriz Coelho, afirma que o fim da desoneração vai deteriorar ainda mais a competitividade e a economia brasileira. “A indústria não vai aceitar mudanças na lei de desoneração. Já estamos pagando um preço muito alto. Qualquer mudança significa perda de empregos e isso só agravará o quadro de crise pelo qual estamos passando”.

Segundo a pesquisa, 37% das empresas vão reduzir suas margens de lucro, em vez de aumentar preços. As duas opções terão efeitos negativos, como a redução das vendas (apontada por 30% das empresas), a redução dos investimentos (29% das empresas), a perda de participação no mercado doméstico (18%) e a redução das exportações (5% das empresas).

O levantamento reporta ainda que a desoneração da folha de pagamento do setor industrial teve impacto positivo no nível de emprego de 60% das empresas, reduziu o custo de produção e permitiu o aumento do investimento. Tanto é assim que em 42% das empresas a desoneração evitou demissões, e em 18% permitiu novas contratações. Mesmo nas empresas em que a desoneração da folha não interferiu no emprego houve efeitos positivos, com 44% delas relatando redução dos custos de produção, e 19%, ampliação dos recursos para investimentos.

A pesquisa mostra ainda que 70% das empresas têm mais de 75% da produção beneficiada pela desoneração da folha, medida que foi muito bem aceita pelo setor industrial: 78% das empresas a avaliaram como ótima ou boa. A pesquisa foi realizada em março e ouviu 339 empresas da indústria de transformação (167 pequenas, 131 médias e 41 grandes).

A votação do aumento da alíquota da desoneração da folha está agendada para o final de junho. O projeto enviado pelo governo ao Congresso altera as desonerações da folha concedidas a mais de 50 setores da economia, com elevação de 1% para 2,5% da alíquota de contribuição previdenciária sobre a receita bruta para a indústria e de 2% para 4,5% para empresas de serviços.

Fonte: Convergência Digital

maio 22, 2015
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10 novidades do mercado que você precisa saber

São Paulo – Veja o que você precisa saber.

1-Governo avalia 3 modelos para IPO da Infraero, diz estatal. A Infraero trabalha atualmente com três desenhos para uma futura abertura de capital da estatal, afirmou o presidente da companhia, Gustavo do Vale.

2-Moody’s retira grau de investimento da Eletrobras. A agência de classificação de risco Moody’s rebaixou o rating em moeda estrangeira da Eletrobras para “Ba1″, ante “Baa3″, retirando da estatal brasileira o grau de investimento.

3-SulAmérica vende SASG para Axa Corporate por R$ 135 milhões. A SulAmérica S.A., em conjunto com suas controladas Saepar Serviços e Participações S.A. e Sul América Companhia Nacional de Seguros (Salic), informa que fechou a venda de 100% das ações representativas do capital social da Sul América Companhia de Seguros Gerais (SASG) por R$ 135 milhões para a Axa Corporate Solutions Brasil e América Latina Resseguros S.A.

4-HSBC diz que considera vender operação no Brasil. O HSBC Holdings afirmou nesta sexta-feira que estuda várias estratégias para sua operação no Brasil, inclusive uma potencial venda do negócio.

5-Petrobras tem reforço de US$ 10 bilhões da China em boa hora. que você faz quando está sobrecarregado com a maior dívida da indústria petrolífera, o crédito secou e alguns de seus principais fornecedores estão sob pressão? Você liga para a China.

6-Lagarde diz que Brasil está “claramente no caminho certo”. A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse nesta sexta-feira que há sinais de que a política monetária do Brasil está surtindo efeito, em meio ao ciclo de aperto dos juros promovido pelo Banco Central para combater a inflação.

7-Dilma aumenta tributação sobre lucros de bancos. A presidente Dilma Rousseff assinou hoje a Medida Provisória que aumenta a tributação de lucros dos bancos e outras instituições financeiras.

8-Governo estuda tirar benefício tributário de empresas. O chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, confirmou nesta quinta-feira, 21, que a cúpula doMinistério da Fazenda estuda a extinção de um benefício tributário concedido às empresas brasileiras há quase 20 anos.

9-Dilma cede no ajuste e diz que é preciso virar a página. Na véspera de o governo anunciar oficialmente o tamanho do contingenciamento no Orçamento de 2015, a presidente Dilma Rousseff se viu obrigada a fazer mais uma concessão para garantir a aprovação do ajuste fiscalno Congresso.

10-Plataforma da Petrobras explode e paralisa produção na P-56. A plataforma P-56 da Petrobras ficou paralisada nesta quinta-feira, 21, até as 14h, por causa de uma explosão de um disjuntor em um painel elétrico, segundo o Sindicato do Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), em texto publicado no site da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

 

 

Fonte: Exame Abril

maio 13, 2015
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Prioridade é garantir sustentabilidade das finanças públicas, diz Levy em Londres

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fez uma forte defesa do ajuste fiscal em palestra na Bolsa de Valores de Londres realizada na manhã desta quarta-feira, 13. Em evento no “Brazil Capital Market Day”, o ministro disse a investidores e analistas que a melhora da situação das contas públicas servirá de base para um novo ciclo de crescimento do Brasil após o boom das commodities. “Nossa prioridade é garantir a sustentabilidade das finanças públicas como base para permitir um novo ciclo após o boom das commodities”, disse.
Entre as ações para criar essa condição, o ministro da Fazenda citou a reversão das medidas anticíclicas adotadas pelo governo ao longo dos últimos anos. “Como a presidente Dilma Rousseff disse várias vezes, as políticas dos últimos anos foram exauridas e precisamos de um novo curso”, afirmou.

Como tem feito em vários eventos, Levy explicou a mudança da política econômica no Brasil diante da mudança de condições em outras economias. “Se nós observarmos nossos grandes parceiros, como os Estados Unidos, China e o Reino Unido estão com novas políticas. Temos de nos ajustar”, disse no evento na Bolsa de Londres.

Gastos Públicos

Reduzir o nível dos gastos públicos para o visto em 2013 é “a chave” do ajuste fiscal adotado pelo atual governo, afirmou Joaquim Levy. Com a melhora do resultado fiscal, completa, será possível melhorar a situação da dívida pública.

“A chave do ajuste fiscal é levar os gastos discricionários para níveis antigos, basicamente para o nível de 2013, e reverter incentivos tributários”, disse ao comentar alguns incentivos que foram revertidos, como contribuições de empregadores e a contribuição paga na compra de combustíveis, a Cide. “Não estamos criando novas taxas, mas isso vai nos ajudar a fazer primário de 1,2% do Produto Interno Bruto e estabilizar o nível da dívida”.

Levy defendeu aos investidores e analistas que a redução do nível da dívida pública é “muito importante para voltar a crescer”. “A dívida sempre é um obstáculo para o crescimento da economia”, afirma.

Riscos

O Brasil tem mudando condições da economia para reduzir riscos e, assim, abrir espaço para o capital privado, afirmou Joaquim Levy durante o evento. “Reduzir riscos agregados é essencial para motivar as pessoas a tomarem riscos idiossincráticos. Isso significa investimentos”, disse.

O ministro da Fazenda explicou aos presentes que ele espera uma reversão no sentimento econômico “nos próximos meses” no Brasil. “A desaceleração da economia é temporária em parte pela incerteza. E a confiança começa a estabilizar com uma política mais clara da atual administração”, afirmou.

O ministro comentou que a melhora das condições econômicas vai permitir o aumento dos investimentos privados, o que será positivo também para o lado da oferta. “Se você reduz o risco governamental, você tem mais espaço para risco privado”, disse. “Isso também é crucial para amortecer qualquer pressão inflacionária da taxa de câmbio.”

Fonte: Notícias R7

jan 13, 2014
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Produção cai em 14 dos 27 ramos da indústria

Na comparação com o mês de novembro de 2012, 15 dos 27 ramos tiveram aumento da produção, assim como a taxa geral, que subiu 0,4%.

O resultado negativo da produção industrial de novembro sobre outubro foi acompanhado por 14 dos 27 ramos pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (8) a Pesquisa Industrial Mensal. O levantamento destaca a queda da indústria de veículos automotores, de 3,2%, como uma das que mais influenciaram a retração mensal de 0,2%.

A indústria de veículos automotores teve em novembro o segundo resultado negativo seguido e, em apenas dois meses, acumula queda de 6,6%. Na soma de agosto e setembro, o setor cresceu 9,1%.

Outros setores que pesaram para a queda mensal sobre outubro foram máquinas e equipamentos (-3%), edição, impressão e reprodução de gravações (-5,3%), equipamentos de instrumentação médico-hospitalar, ópticos e outros (-16,0%), indústrias extrativas (-3,1%) e produtos de metal (-3,4%).

Em sentido inverso, a indústria farmacêutica foi a que mais freou a queda, com alta de 9,6%. A indústria de refino de petróleo e produção de álcool subiu 4% e também teve papel positivo, assim como a de outros produtos químicos (3,3%) e a de metalurgia básica (3,1%). A de alimentos, com alta de 0,5%, também está nesse grupo.

Na comparação com o mês de novembro de 2012, 15 dos 27 ramos tiveram aumento da produção, assim como a taxa geral, que subiu 0,4%. Com a expansão na produção de gasolina automotiva, óleo diesel e outros óleos combustíveis, a atividade com a mais forte influência positiva foi a de refino de petróleo e produção de álcool, com 10,8%.

Os ramos de outros produtos químicos (alta de 5,3%), máquinas e equipamentos (elevação de 4,7%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (crescimento de 15,8%) também se destacaram. Entre os produtos que mais contribuíram com a demanda estão os ligados à atividade agrícola: herbicidas, inseticidas para uso agrícola e máquinas para colheita.

A atividade que mais influenciou negativamente a comparação interanual foi a de bebidas, com queda de 11,2% constatada na redução de refrigerantes, cerveja, chopes e xaropes para refresco. A indústria de edição, impressão e reprodução de gravações caiu 10,2%, com recuo em livros, jornais, revistas e CDs, e a de alimentos, 2,9%, com menos sucos concentrados de laranja, açúcar cristal, sorvetes e picolés.

Em 2013, a indústria de veículos automotores acumula a maior das altas, de 9%, enquanto a de edição, impressão e reprodução de gravações teve a maior queda, de 10,2%.

Fonte: Administradores

jan 9, 2014
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Produção industrial no Brasil cai 0,2% em novembro

A produção industrial brasileira caiu 0,2 por cento em novembro sobre outubro, interrompendo três meses seguidos de alta, mas num resultado bem melhor do que o esperado que garantiu expansão de 0,4 por cento sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

Pesquisa da Reuters junto a analistas mostrava que, pela mediana das projeções, a expectativa era de que a produção industrial recuasse 1,05 por cento na variação mensal e 0,95 por cento na anual.

Em novembro, o destaque ficou para a categoria Bens de Capital, uma medida de investimento, que mostrou retração de 2,6 por cento sobre outubro, também quebrando uma sequência de três altas seguidas. Mas sobre novembro de 2012, a categoria teve expansão de 9,6 por cento.

Na ponta oposta, a categoria Bens Intermediários apresentou alta mensal de 1,2 por cento em novembro, a maior desde agosto de 2012 (+2,1 por cento), segundo o IBGE. Sobre um ano antes, essa atividade mostrou expansão de 1,3 por cento em novembro.

O IBGE ainda revisou nesta manhã o desempenho anual da produção industrial de outubro para expansão de 1 por cento, ante 0,9 por cento.

Apesar de o resultado da indústria em novembro ter sido melhor que o esperado, ele ainda é um sinal de fraqueza do setor, que vem mostrando nos últimos meses desempenhos erráticos e que dificultam a recuperação da economia como um todo.

A expectativa de economistas segundo a última pesquisa Focus do Banco Central é de que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha crescido 2,28 por cento em 2013, mas deve desacelerar para 1,95 por cento neste ano.

Para dezembro, já há indícios um pouco mais animadores para a atividade industrial. A pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) feita pelo Markit apontou retorno à expansão.

No Focus, a projeção dos analistas é de expansão da produção industrial de 1,53 por cento em 2013, recuperando-se para 2,20 por cento neste ano.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier e Felipe Pontes)

Fonte: Estadão

jan 3, 2014
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Índia estuda estender incentivos para indústria de açúcar

NOVA DÉLHI, 18 Dez (Reuters) – O governo indiano vai avaliar estender alguns incentivos para as usinas de açúcar, que estão enfrentando altos custos com a compra de cana, disse o ministro da Agricultura nesta quarta-feira.

“Os incentivos virão em estágios. Alguns serão considerados nesta semana, enquanto outros serão considerados na próxima semana”, disse Sharad Pawar a jornalistas.

Pawar lidera o painel de ministro que está trabalhando em pacote para ajudar as usinas em crise.

Anteriormente, o ministro para Alimentação K.V. Thomas, que também é membro do painel, disse que o grupo provavelmente estudaria incentivos para o setor na próxima semana.

A indústria iniciou a moagem quase um mês após o previsto citando a queda livre dos preços do açúcar e a taxa crescente da cana.

O atraso reduziu a produção indiana de açúcar pela metade até o momento na temporada que teve início em outubro.

A Índia é o segundo produtor global de açúcar após o Brasil.

(Reportagem de Mayank Bhardwaj)

Fonte: Notícias R7

jan 2, 2014
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Juntas Low Emissions e Fire Safety TEADIT tem sua selabilidade aprovada em Fire Test

A Junta Espiral Metalflex® 913M-LE (Low Emission), da Teadit, para vedação de fluídos críticos e/ou em alta pressão alcançou um resultado excepcional através do Fire Test Report, realizado pelo conceituado instituto YARMOUTH RESEARCH AND TECHNOLOGY, LLC.

Após ser submetida a rigorosas condições operacionais, a 913M-LE alcançou a selabilidade máxima, ou seja, vazamento zero durante o processo.

O mesmo aconteceu com a Junta Graflex® TJE, que, por sere fabricada a partir de puro grafite flexível, permite trabalhar em extremos de temperatura, vedando com total eficácia os mais variados produtos. Com essas características e após uma série de rigorosos testes, a Graflex TJE também recebeu aprovação Fire Test.

Os resultados vêm pra corroborar o diferencial dos produtos desenvolvidos e fabricados pela Teadit, que conferem extrema confiabilidade nos requisitos dos projetos atuais, que prevêem fluidos operando em alta pressão, com necessidade de juntas especiais, que suportam as rigorosas condições operacionais, com a selabilidade desejada. O Fire Test é realizado para quantificar a selabilidade do produto quando submetido à condições envolvendo combustão para comprovar que os mesmos manterão a vedação não permitindo que haja alimentação da combustão causada por vazamento de fluidos combustíveis. Por essa razão usa-se a terminologia Fire Safety para esse tipo de material, quando aprovado.

Abaixo, imagens de algumas etapas do processo de análise das juntas 913 LE e Graflex® TJE, que mesmo após serem submetidas a fogo intenso, permaneceram intactas, impedindo a ocorrência de vazamentos.

Junta Espiral Metalflex® 913M-LE sendo sumetida a fogo

Logo após as chamas, a junta permanece intacta

A Junta Graflex® TJE foi submetida a rigoros testes

Equipamento utilizado no teste de fogo

A Teadit, que está sempre na vanguarda do mercado, orgulha-se pelo resultado alcançado, fruto do trabalho de conceituados profissionais alinhado a melhor tecnologia, possibilitando o desenvolvimento de produtos de extrema qualidade e máxima confiabilidade.

Fonte: Teadit

dez 27, 2013
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Confiança da indústria sobe 0,6% na prévia de dezembro, indica FGV

Aumento foi influenciado pelas expectativas diante dos meses seguintes.
Em novembro, a confiança do setor subiu 1,2%.

A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) de dezembro sinaliza avanço de 0,6% em relação ao resultado final de novembro, considerando-se dados livres de influência sazonal, informa a pesquisa “Sondagem da Indústria de Transformação”, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Se confirmado, será o segundo avanço consecutivo, que levaria o indicador a 99,6 pontos, o maior índice desde julho, mas ainda inferior à média móvel de 60 meses, de 104,0 pontos. Em novembro, a confiança do setor subiu 1,2%.

O aumento da confiança em dezembro foi influenciado pelas expectativas em relação aos meses seguintes. A prévia do Índice de Expectativas (IE) mostra avanço pelo terceiro mês consecutivo, em 1,4%, alcançando 99,5 pontos. A média desse subíndice é de 103,2 pontos.

Já a leitura preliminar do Índice da Situação Atual (ISA) indica queda de 0,3%, a 99,2 pontos, abaixo também da média, de 104,9 pontos.

Os dados preliminares de dezembro indicam estabilidade do Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) em 84,3%.

Para a prévia da sondagem foram consultadas 804 empresas entre os dias 02 e 17 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima quinta-feira, dia 26 de dezembro.

Confiança em baixa ante 2012

Se o indicador sinaliza aumento de confiança na comparação com novembro, no confronto com o mesmo período do ano passado os resultados ainda são negativos. O ICI mostra queda de 6,4% sobre dezembro do ano passado, após ter recuado 6,5% em novembro. A prévia do indicador que mede a confiança na situação atual registrou queda de 6,3%, após recuo de 5,9% em novembro, e aquele que mede expectativas cedeu 6,3%, depois de queda de 7,1% em novembro, sobre os mesmos período do ano passado.

Fonte: G1

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