jul 8, 2015
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Dicas para você atingir a alta performance

O bom desempenho, a produtividade e a melhoria contínua precisam se tornar rotineiros, avalia Bernt Entschev

Para aprimorar o próprio desempenho, é preciso um pouco mais do que vontade. É importante um plano de ação muito bem elaborado, baseado em metas realistas, e também uma dose generosa de esforço – criar um processo de crescimento, na verdade. Os elementos principais da alta performance são foco, disciplina, produtividade e melhoria contínua. Ou seja, primeiro é necessário que haja autoconhecimento suficiente para saber o que se deseja para o futuro. A partir de então, foca-se no objetivo. Com disciplina se chega lá.

Para aqueles que já atingiram a alta performance, é imprescindível compreender que é preciso desenvolver esse processo, pois não há garantia de estar lá para sempre. Isso porque ela não é como um título, e sim como um estado de carreira, que depende de todos os elementos já citados acima.

Estas metas podem ser atingidas com qualificação e atualização constantes e um bom trabalho comportamental. É preciso também não perder de vista que o mercado muda, e que mudar com ele é a única maneira de fugir da obsolescência e da baixa performance.

Todo profissional bem sucedido tem um catálogo de hábitos de sucesso seguidos à risca. O bom desempenho, a produtividade e a melhoria contínua precisam se tornar rotineiros, e pequenos hábitos cotidianos podem ajudar a tornar tudo mais natural, tornando-se processo.

Para começar: organize-se. Organização é fundamental, e nem falo exatamente de arrumar sua área de trabalho ou sua sala, mas sim de organizar horários, alimentação, hobbies e tarefas.

Outro hábito que os profissionais de alta performance têm é o de não estar conectado digitalmente o tempo todo, de organizar seu tempo para essas tarefas, permitindo outras responsabilidades. A enxurrada desregrada de informações que recebemos todos os dias via e-mail, redes sociais, sites, blogs, televisão e jornais tende a nos sobrecarregar.

Alto desempenho é mais do que um diferencial. É o que separa hoje os bons profissionais dos profissionais que não oferecem o que o mercado procura. Mostrar resultado, buscar inovar, produzir bem e otimizar recursos são características que todas as organizações buscam em seus executivos.

A receita do sucesso não é exata e nem definitiva. É preciso estar motivado dia a dia e buscar sempre bons resultados. Evoluir é fundamental e tem que fazer parte do planejamento de todo profissional.

Fonte: A Notícia

jul 1, 2015
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Acordo entre Dilma e Obama fortalece sustentabilidade da agricultura brasileira

Para ministra Kátia Abreu, entendimento entre os dois países representa sinalização positiva para o setor de biocombustíveisO acordo sobre clima firmado entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente norte-americano Barack Obama, nesta terça-feira (30), em Washington, deverá beneficiar a agropecuária brasileira.A avaliação é da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, para quem a inclusão do etanol e da bioenergia nas discussões representam “um forte sinalizador para o setor de que o fomento ao comércio internacional de biocombustíveis será fortalecido”.

“Reconhecendo a necessidade de acelerar o emprego de energia renovável para ajudar a mover nossas economias, Brasil e Estados Unidos pretendem atingir, individualmente, 20% de participação de fontes renováveis – além da geração hidráulica – em suas respectivas matrizes elétricas até 2030″, declarou Dilma Rousseff, no encontro com Obama.

A Ministra da Agricultura, Katia Abreu, que participou dos atos com os presidentes de Brasil e Estados Unidos, destacou a meta definida na declaração conjunta de dobrar o uso de biocombustíveis e energia renovável e o comércio com os EUA em dez anos, além da adoção de medidas ambiciosas de reduções de gases de efeito estufa no período 2020/2030, no âmbito da agenda da COP 21.

“Vejo a inclusão do etanol e da bioeletricidade nas discussões como uma política clara do governo brasileiro de fortalecimento do setor e do fomento de comércio internacional de biocombustíveis.”

A presidenta Dilma disse ainda que o Brasil busca atingir uma participação de 28% a 33% de fontes renováveis na matriz energética, sem contar a geração hidráulica, até 2030. Além disso, o Brasil pretende eliminar o desmatamento ilegal no território nacional nos próximos 15 anos e, em igual período, reflorestar 12 milhões de hectares.

Do lado brasileiro foi anunciado o compromisso de aprimorar práticas de baixo carbono em terras agrícolas e pastagens por meio da promoção da agricultura sustentável e do aumento da produtividade e de novos padrões de tecnologia limpa para a indústria; do fomento a medidas adicionais de eficiência energética e aumento da utilização doméstica de fontes de energia não-fósseis em sua matriz energética.

O compromisso bilateral ainda inclui o estabelecimento de novos padrões de tecnologia limpa para a indústria; o fomento a medidas adicionais de eficiência energética; e o aumento da utilização doméstica de fontes de energia não-fósseis.

Dilma e Obama também afirmaram que se comprometem a trabalhar entre si e com outros parceiros para um acordo ambicioso e equilibrado na Conferência Mundial da ONU sobre o Clima (COP21), que será realizada em Paris em dezembro. Os dois países pretendem estabelecer uma sinalização firme à comunidade internacional que governos, empresas e sociedade civil estão decididos a enfrentar o desafio climático.

Fonte: Surgiu

jun 16, 2015
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Teadit é destaque na 1ª Edição da IVS – Industrial Valve Summit, na Itália

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A participação da Teadit na IVS – Industrial Valve Summit 2015, que aconteceu em Bérgamo, na Itália, durante os dias 27 e 28 de maio, foi um sucesso. Em parceria com a Spiralit, distribuidor Teadit no país, a empresa expôs no evento, recebendo clientes e parceiros em seu stand, oferecendo as melhores e mais modernas soluções em vedação para o segmento de válvulas industriais. Além da feira, a Teadit foi destaque, também, na Conferência que ocorreu paralelamente à exposição.
Esta foi a primeira edição do evento, que reuniu a nata dos fabricantes de válvulas especiais da Itália e superou expectativas, alcançando em dois dias um público de quase seis mil pessoas da área industrial, em um ambiente de trocas de experiências e aprendizados sobre as mais avançadas tecnologias no segmento de válvulas industriais.
A participação da Teadit na IVS – Industrial Valve Summit 2015, que aconteceu em Bérgamo, na Itália, durante os dias 27 e 28 de maio, foi um sucesso. Em parceria com a Spiralit, distribuidor Teadit no país, a empresa expôs no evento, recebendo clientes e parceiros em seu stand, oferecendo as melhores e mais modernas soluções em vedação para o segmento de válvulas industriais. Além da feira, a Teadit foi destaque, também, na Conferência que ocorreu paralelamente à exposição. Esta foi a primeira edição do evento, que reuniu a nata dos fabricantes de válvulas especiais da Itália e superou expectativas, alcançando em dois dias um público de quase seis mil pessoas da área industrial, em um ambiente de trocas de experiências e aprendizados sobre as mais avançadas tecnologias no segmento de válvulas industriais.

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Carlos Girão, diretor industrial da Teadit India, e a equipe Teadit presente na feira recepcionaram clientes e parceiros

O Stand foi prestigiado pelos visitantes, que aproveitaram a oportunidade para tirar dúvidas e conhecer mais sobre a linha de produtos

TEADIT NA CONFERÊNCIA
Para a conferência, Carlos Girão, diretor industrial da Teadit India, apresentou, no dia 28 demaio, o trabalho Valve sealing research and development equipment, que foi desenvolvido em parceria com Luiz Paulo Romano, da engenharia de desenvolvimento de produtos da Teadit no Brasil.
O tema da palestra foi desenvolvimento de gaxetas Low Emission e tecnologias para melhorar a performance de gaxetas e válvulas, sendo muito elogiada pelos presentes.

A próxima edição do Industrial Valve Summit já está prevista para os dias 24 e 25 de maio de 2017, e acontecerá novamente em Bérgamo, na Itália.

jun 9, 2015
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Desoneração: FIESP adverte para demissão em massa nas indústrias de São Paulo

A Federação das Indústrias de São Paulo(FIESP) sai em defesa da manutenção do atual modelo de desoneração da folha de pagamentos. A entidade realizou uma pesquisa onde constatou que a adoção de alíquotas mais altas de contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento, como está na proposta pelo governo, vai provocar demissões em 54% das indústrias, e 40% delas aumentarão seus preços, para compensar a elevação dos custos.

O levantamento mostra que 52% das pequenas empresas, 57% das médias e 54% das grandes terão que demitir, se houver perdas na desoneração. O estudo mostra que, com as novas regras, a maioria das empresas deve mudar a forma de calcular e recolher a contribuição previdenciária, passando a usar como base a folha de pagamentos (20% dos salários), em vez da receita bruta (2,5% do faturamento).

O diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Decomtec-Fiesp), José Ricardo Roriz Coelho, afirma que o fim da desoneração vai deteriorar ainda mais a competitividade e a economia brasileira. “A indústria não vai aceitar mudanças na lei de desoneração. Já estamos pagando um preço muito alto. Qualquer mudança significa perda de empregos e isso só agravará o quadro de crise pelo qual estamos passando”.

Segundo a pesquisa, 37% das empresas vão reduzir suas margens de lucro, em vez de aumentar preços. As duas opções terão efeitos negativos, como a redução das vendas (apontada por 30% das empresas), a redução dos investimentos (29% das empresas), a perda de participação no mercado doméstico (18%) e a redução das exportações (5% das empresas).

O levantamento reporta ainda que a desoneração da folha de pagamento do setor industrial teve impacto positivo no nível de emprego de 60% das empresas, reduziu o custo de produção e permitiu o aumento do investimento. Tanto é assim que em 42% das empresas a desoneração evitou demissões, e em 18% permitiu novas contratações. Mesmo nas empresas em que a desoneração da folha não interferiu no emprego houve efeitos positivos, com 44% delas relatando redução dos custos de produção, e 19%, ampliação dos recursos para investimentos.

A pesquisa mostra ainda que 70% das empresas têm mais de 75% da produção beneficiada pela desoneração da folha, medida que foi muito bem aceita pelo setor industrial: 78% das empresas a avaliaram como ótima ou boa. A pesquisa foi realizada em março e ouviu 339 empresas da indústria de transformação (167 pequenas, 131 médias e 41 grandes).

A votação do aumento da alíquota da desoneração da folha está agendada para o final de junho. O projeto enviado pelo governo ao Congresso altera as desonerações da folha concedidas a mais de 50 setores da economia, com elevação de 1% para 2,5% da alíquota de contribuição previdenciária sobre a receita bruta para a indústria e de 2% para 4,5% para empresas de serviços.

Fonte: Convergência Digital

mai 22, 2015
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10 novidades do mercado que você precisa saber

São Paulo – Veja o que você precisa saber.

1-Governo avalia 3 modelos para IPO da Infraero, diz estatal. A Infraero trabalha atualmente com três desenhos para uma futura abertura de capital da estatal, afirmou o presidente da companhia, Gustavo do Vale.

2-Moody’s retira grau de investimento da Eletrobras. A agência de classificação de risco Moody’s rebaixou o rating em moeda estrangeira da Eletrobras para “Ba1″, ante “Baa3″, retirando da estatal brasileira o grau de investimento.

3-SulAmérica vende SASG para Axa Corporate por R$ 135 milhões. A SulAmérica S.A., em conjunto com suas controladas Saepar Serviços e Participações S.A. e Sul América Companhia Nacional de Seguros (Salic), informa que fechou a venda de 100% das ações representativas do capital social da Sul América Companhia de Seguros Gerais (SASG) por R$ 135 milhões para a Axa Corporate Solutions Brasil e América Latina Resseguros S.A.

4-HSBC diz que considera vender operação no Brasil. O HSBC Holdings afirmou nesta sexta-feira que estuda várias estratégias para sua operação no Brasil, inclusive uma potencial venda do negócio.

5-Petrobras tem reforço de US$ 10 bilhões da China em boa hora. que você faz quando está sobrecarregado com a maior dívida da indústria petrolífera, o crédito secou e alguns de seus principais fornecedores estão sob pressão? Você liga para a China.

6-Lagarde diz que Brasil está “claramente no caminho certo”. A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse nesta sexta-feira que há sinais de que a política monetária do Brasil está surtindo efeito, em meio ao ciclo de aperto dos juros promovido pelo Banco Central para combater a inflação.

7-Dilma aumenta tributação sobre lucros de bancos. A presidente Dilma Rousseff assinou hoje a Medida Provisória que aumenta a tributação de lucros dos bancos e outras instituições financeiras.

8-Governo estuda tirar benefício tributário de empresas. O chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, confirmou nesta quinta-feira, 21, que a cúpula doMinistério da Fazenda estuda a extinção de um benefício tributário concedido às empresas brasileiras há quase 20 anos.

9-Dilma cede no ajuste e diz que é preciso virar a página. Na véspera de o governo anunciar oficialmente o tamanho do contingenciamento no Orçamento de 2015, a presidente Dilma Rousseff se viu obrigada a fazer mais uma concessão para garantir a aprovação do ajuste fiscalno Congresso.

10-Plataforma da Petrobras explode e paralisa produção na P-56. A plataforma P-56 da Petrobras ficou paralisada nesta quinta-feira, 21, até as 14h, por causa de uma explosão de um disjuntor em um painel elétrico, segundo o Sindicato do Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), em texto publicado no site da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

 

 

Fonte: Exame Abril

mai 13, 2015
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Prioridade é garantir sustentabilidade das finanças públicas, diz Levy em Londres

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fez uma forte defesa do ajuste fiscal em palestra na Bolsa de Valores de Londres realizada na manhã desta quarta-feira, 13. Em evento no “Brazil Capital Market Day”, o ministro disse a investidores e analistas que a melhora da situação das contas públicas servirá de base para um novo ciclo de crescimento do Brasil após o boom das commodities. “Nossa prioridade é garantir a sustentabilidade das finanças públicas como base para permitir um novo ciclo após o boom das commodities”, disse.
Entre as ações para criar essa condição, o ministro da Fazenda citou a reversão das medidas anticíclicas adotadas pelo governo ao longo dos últimos anos. “Como a presidente Dilma Rousseff disse várias vezes, as políticas dos últimos anos foram exauridas e precisamos de um novo curso”, afirmou.

Como tem feito em vários eventos, Levy explicou a mudança da política econômica no Brasil diante da mudança de condições em outras economias. “Se nós observarmos nossos grandes parceiros, como os Estados Unidos, China e o Reino Unido estão com novas políticas. Temos de nos ajustar”, disse no evento na Bolsa de Londres.

Gastos Públicos

Reduzir o nível dos gastos públicos para o visto em 2013 é “a chave” do ajuste fiscal adotado pelo atual governo, afirmou Joaquim Levy. Com a melhora do resultado fiscal, completa, será possível melhorar a situação da dívida pública.

“A chave do ajuste fiscal é levar os gastos discricionários para níveis antigos, basicamente para o nível de 2013, e reverter incentivos tributários”, disse ao comentar alguns incentivos que foram revertidos, como contribuições de empregadores e a contribuição paga na compra de combustíveis, a Cide. “Não estamos criando novas taxas, mas isso vai nos ajudar a fazer primário de 1,2% do Produto Interno Bruto e estabilizar o nível da dívida”.

Levy defendeu aos investidores e analistas que a redução do nível da dívida pública é “muito importante para voltar a crescer”. “A dívida sempre é um obstáculo para o crescimento da economia”, afirma.

Riscos

O Brasil tem mudando condições da economia para reduzir riscos e, assim, abrir espaço para o capital privado, afirmou Joaquim Levy durante o evento. “Reduzir riscos agregados é essencial para motivar as pessoas a tomarem riscos idiossincráticos. Isso significa investimentos”, disse.

O ministro da Fazenda explicou aos presentes que ele espera uma reversão no sentimento econômico “nos próximos meses” no Brasil. “A desaceleração da economia é temporária em parte pela incerteza. E a confiança começa a estabilizar com uma política mais clara da atual administração”, afirmou.

O ministro comentou que a melhora das condições econômicas vai permitir o aumento dos investimentos privados, o que será positivo também para o lado da oferta. “Se você reduz o risco governamental, você tem mais espaço para risco privado”, disse. “Isso também é crucial para amortecer qualquer pressão inflacionária da taxa de câmbio.”

Fonte: Notícias R7

jan 13, 2014
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Produção cai em 14 dos 27 ramos da indústria

Na comparação com o mês de novembro de 2012, 15 dos 27 ramos tiveram aumento da produção, assim como a taxa geral, que subiu 0,4%.

O resultado negativo da produção industrial de novembro sobre outubro foi acompanhado por 14 dos 27 ramos pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (8) a Pesquisa Industrial Mensal. O levantamento destaca a queda da indústria de veículos automotores, de 3,2%, como uma das que mais influenciaram a retração mensal de 0,2%.

A indústria de veículos automotores teve em novembro o segundo resultado negativo seguido e, em apenas dois meses, acumula queda de 6,6%. Na soma de agosto e setembro, o setor cresceu 9,1%.

Outros setores que pesaram para a queda mensal sobre outubro foram máquinas e equipamentos (-3%), edição, impressão e reprodução de gravações (-5,3%), equipamentos de instrumentação médico-hospitalar, ópticos e outros (-16,0%), indústrias extrativas (-3,1%) e produtos de metal (-3,4%).

Em sentido inverso, a indústria farmacêutica foi a que mais freou a queda, com alta de 9,6%. A indústria de refino de petróleo e produção de álcool subiu 4% e também teve papel positivo, assim como a de outros produtos químicos (3,3%) e a de metalurgia básica (3,1%). A de alimentos, com alta de 0,5%, também está nesse grupo.

Na comparação com o mês de novembro de 2012, 15 dos 27 ramos tiveram aumento da produção, assim como a taxa geral, que subiu 0,4%. Com a expansão na produção de gasolina automotiva, óleo diesel e outros óleos combustíveis, a atividade com a mais forte influência positiva foi a de refino de petróleo e produção de álcool, com 10,8%.

Os ramos de outros produtos químicos (alta de 5,3%), máquinas e equipamentos (elevação de 4,7%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (crescimento de 15,8%) também se destacaram. Entre os produtos que mais contribuíram com a demanda estão os ligados à atividade agrícola: herbicidas, inseticidas para uso agrícola e máquinas para colheita.

A atividade que mais influenciou negativamente a comparação interanual foi a de bebidas, com queda de 11,2% constatada na redução de refrigerantes, cerveja, chopes e xaropes para refresco. A indústria de edição, impressão e reprodução de gravações caiu 10,2%, com recuo em livros, jornais, revistas e CDs, e a de alimentos, 2,9%, com menos sucos concentrados de laranja, açúcar cristal, sorvetes e picolés.

Em 2013, a indústria de veículos automotores acumula a maior das altas, de 9%, enquanto a de edição, impressão e reprodução de gravações teve a maior queda, de 10,2%.

Fonte: Administradores

jan 9, 2014
admin

Produção industrial no Brasil cai 0,2% em novembro

A produção industrial brasileira caiu 0,2 por cento em novembro sobre outubro, interrompendo três meses seguidos de alta, mas num resultado bem melhor do que o esperado que garantiu expansão de 0,4 por cento sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

Pesquisa da Reuters junto a analistas mostrava que, pela mediana das projeções, a expectativa era de que a produção industrial recuasse 1,05 por cento na variação mensal e 0,95 por cento na anual.

Em novembro, o destaque ficou para a categoria Bens de Capital, uma medida de investimento, que mostrou retração de 2,6 por cento sobre outubro, também quebrando uma sequência de três altas seguidas. Mas sobre novembro de 2012, a categoria teve expansão de 9,6 por cento.

Na ponta oposta, a categoria Bens Intermediários apresentou alta mensal de 1,2 por cento em novembro, a maior desde agosto de 2012 (+2,1 por cento), segundo o IBGE. Sobre um ano antes, essa atividade mostrou expansão de 1,3 por cento em novembro.

O IBGE ainda revisou nesta manhã o desempenho anual da produção industrial de outubro para expansão de 1 por cento, ante 0,9 por cento.

Apesar de o resultado da indústria em novembro ter sido melhor que o esperado, ele ainda é um sinal de fraqueza do setor, que vem mostrando nos últimos meses desempenhos erráticos e que dificultam a recuperação da economia como um todo.

A expectativa de economistas segundo a última pesquisa Focus do Banco Central é de que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha crescido 2,28 por cento em 2013, mas deve desacelerar para 1,95 por cento neste ano.

Para dezembro, já há indícios um pouco mais animadores para a atividade industrial. A pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) feita pelo Markit apontou retorno à expansão.

No Focus, a projeção dos analistas é de expansão da produção industrial de 1,53 por cento em 2013, recuperando-se para 2,20 por cento neste ano.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier e Felipe Pontes)

Fonte: Estadão

jan 3, 2014
admin

Índia estuda estender incentivos para indústria de açúcar

NOVA DÉLHI, 18 Dez (Reuters) – O governo indiano vai avaliar estender alguns incentivos para as usinas de açúcar, que estão enfrentando altos custos com a compra de cana, disse o ministro da Agricultura nesta quarta-feira.

“Os incentivos virão em estágios. Alguns serão considerados nesta semana, enquanto outros serão considerados na próxima semana”, disse Sharad Pawar a jornalistas.

Pawar lidera o painel de ministro que está trabalhando em pacote para ajudar as usinas em crise.

Anteriormente, o ministro para Alimentação K.V. Thomas, que também é membro do painel, disse que o grupo provavelmente estudaria incentivos para o setor na próxima semana.

A indústria iniciou a moagem quase um mês após o previsto citando a queda livre dos preços do açúcar e a taxa crescente da cana.

O atraso reduziu a produção indiana de açúcar pela metade até o momento na temporada que teve início em outubro.

A Índia é o segundo produtor global de açúcar após o Brasil.

(Reportagem de Mayank Bhardwaj)

Fonte: Notícias R7

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