set 9, 2013
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Teadit lança a mais recente edição do livro Juntas Industriais

Agosto de 2013 | n0 33

A 6ª edição do consagrado livro Juntas Industriais, de autoria do engenheiro e diretor técnico da Teadit, José Carlos Veiga, revisada e atualizada terá seu lançamento no dia 24 de setembro, das 17h às 19h, durante a Rio Pipeline 2013, no Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro. O evento acontecerá no Auditório Expo da feira e está aberto para clientes, parceiros e profissionais do setor, que terão a oportunidade de ter seus livros autografados pelo autor J.C. Veiga. A Teadit convida a todos seus clientes e parceiros visitantes da Rio Pipeline para o evento.

A publicação, reconhecida internacionalmente, é de leitura obrigatória para técnicos e engenheiros do segmento, pois apresenta, de forma didática e esclarecedora, os tipos de juntas de vedação usadas em tubulações e equipamentos industriais, apresentando as suas características principais, aplicações e limitações. O livro explora, ainda, a instalação e causas de vazamento de forma prática e objetiva.

O livro, considerado como referência do segmento, tem um importante papel como ferramenta de trabalho para todos os profissionais de empresas de engenharia e da indústria envolvidos no projeto, fabricação, instalação e manutenção de juntas de vedação para tubulações e equipamentos industriais que operam com fluidos de processo, especialmente os mais críticos.

José Carlos Veiga, autor do livro e diretor técnico da Teadit

O autor, José Carlos Veiga, é um dos maiores especialistas internacionais em vedação. Possui incontáveis artigos e trabalhos técnicos publicados, participa ativamente dos mais importantes comitês normativos internacionais e ministra palestras em congressos de respeitadas entidades internacionais.

A produção e distribuição da versão atualizada do livro pertence ao Grupo Teadit, que está avaliando solicitação de algumas livrarias para passar a vende-lo em versão impressa e, em breve, ebook.

Indubitavelmente, trata-se de uma obra impar e de grande importância e contribuição para a indústria, sua melhoria de performance e de seus eco indicadores.

Fonte: Informativo do Grupo Teadit

set 2, 2013
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21ª EDIÇÃO DA FENASUCRO

Vanderlei Marques e Luiz Trevisan, da M&G Fibras Brasil e Paulo Martinez da Coppi são recepcionados por José Roberto Tiso Supervisor de Desenvolvimento de Mercado da Teadit.

A 21ª edição da Fenasucro (Feira Internacional de Tecnologia Sucroenergética), ocorreu de 27 a 30 de agosto, em Sertãozinho. O setor sucroenergético do Brasil já esta estabelecido e tem o reconhecimento internacional de sua grandeza e importância no cenário mundial. Dentro desse contexto, a Fenasucro é um dos eventos de grande referência em tecnologia e intercâmbio comercial para as usinas e profissionais, no Brasil e em 40 diferentes países. Focado em negócios, o evento é um importante encontro entre os principais fabricantes de equipamentos, produtos e serviços para a agroindústria da cana, e os milhares de visitantes técnicos e qualificados, e sempre apresenta as maiores novidades do setor.



ago 28, 2013
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ISA EXPO CAMPINAS 2013

ago 22, 2013
admin

Coppi recebe visita do Diretor da Willy Instrumentos

Srs. Mario Filippetti e Adam Freyler visitaram a Coppi e foram recebidos pelo Sr. Paulo Martinez.

“A Coppi, recebeu na manhã desta terça-feira (20), a visita do Diretor da Willy Instrumentos, Sr. Mario Filippetti e do Diretor de Vendas e Marketing da Ashcroft Inc. para as Américas, Sr. Adam Freyler. Juntos visitaram o cliente Rhodia Poliamida, situado em Paulínia.

Fundada em 1850, ano da invenção do manômetro, a Ashcroft incorporou outros produtos ao longo da sua história tais como termômetros, pressostatos e termostatos, transmissores de pressão e temperatura e equipamentos de teste e medição, sob sua marca própria ou por meio da aquisição de outras marcas de igual nível tecnológico e de qualidade. São elas: Heise®, Weksler® e Willy®, marca líder no Brasil desde a fundação de sua primeira fábrica em 1934.

Situada em São Caetano do Sul, estado de São Paulo, a Willy Ashcroft emprega hoje 350 funcionários em seus mais de 10 mil m², atendendo não só o Brasil bem como demais países da América do Sul, através do seu portfólio de produtos, certificados pelo INMETRO, ISO 9001, ISO 14001 e ISO 17025.”



ago 21, 2013
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Teadit é destaque e recebe Reconhecimento no ASME 2013

A Teadit, mais uma vez, se destacou no ASME Pressure Vessel & Piping – PVP 2013 Conference, que aconteceu entre os dias 14 e 18 de julho, em Paris, na França. No evento deste ano, o Eng. José Carlos Veiga, diretor técnico da Teadit, apresentou o trabalho FACTORS THAT INFLUENCE THE SEALING BEHAVIOR OF SPIRAL WOUND GASKETS. O Trabalho desenvolvido em conjunto com os engenheiros Nelson Kavanagh e Gustavo Monteiro, ambos da Teadit, demonstra a influência da densidade das espiras na capacidade de vedação da junta espiralada, variável esta que não é especificada na versão atual da norma ASME B16.20.

Além da apresentação, o Eng. Veiga foi homenageado durante o evento em reconhecimento pelo seu valioso serviço de pesquisa e desenvolvimento para a engenharia e pelos trabalhos realizados.

O diretor da Teadit recebeu das mãos do “Honors & Awards Committee Chair”, Douglas Scarth, Certificado de Reconhecimento por sua dedicação e contribuição para os avanços da área.
Respeitado e reconhecido entre os maiores profissionais e acadêmicos de engenharia de todo o mundo, José Carlos Veiga, é membro fixo do ASME, e foi o Representante Técnico do Comitê de Tecnologia de Computação e Uniões Flangeadas para o PVP 2013.

O diretor da Teadit recebeu das mãos do “Honors & Awards Committee Chair”, Douglas Scarth, Certificado de Reconhecimento por sua dedicação e contribuição para os avanços da área. Respeitado e reconhecido entre os maiores profissionais e acadêmicos de engenharia de todo o mundo, José Carlos Veiga, é membro fixo do ASME, e foi o Representante Técnico do Comitê de Tecnologia de Computação e Uniões Flangeadas para o PVP 2013.

Além da apresentação do trabalho técnico principal, do Eng. Veiga, a Teadit foi destaque, também, na 21ª competição anual do PVP Student Paper, que aconteceu durante o PVP 2013.

Com o trabalho DEVELOPING A PROTOCOL TO DETERMINE THE MINIMUM OPERATING STRESS OF COMPRESSED NON-ASBESTOS GASKETS, Lucas Xavier, Gabriela Rodrigues e Ana Claudia, estudantes de engenharia e estagiários da Teadit, garantiram a terceira posição no evento, que reuniu estudantes de graduação e pós graduação do mundo inteiro com o objetivo de promover a difusão e a troca de conhecimento entre estudantes, profissionais e acadêmicos.

Lucas Xavier representou a Teadit durante a competição, em Paris

O PVP promove a difusão das mais modernas tecnologias para as indústrias, além do intercâmbio de ideias e opiniões entre profissionais e acadêmicos do mundo inteiro: Europa, África, Oriente Médio, Ásia, Ámericas e Oceania. A próxima edição acontecerá em Anaheim, na Califórnia, entre os dias 20 e 24 de julho.

Para ter acesso ao trabalho apresentado por José Carlos Veiga durante a Conferência, clique aqui.

Fonte: Informativo Grupo Teadit



ago 21, 2013
admin

WHAT Is a Bourdon Tube?

If you were to take a standard dial gauge out of service at your plant and disassemble it, you would likely find a thin tube emanating from the socket fitting upward and along the inside edge of the gauge housing. This is the Bourdon tube.

The Bourdon tube is the namesake of Eugéne Bourdon, a French watchmaker and engineer who invented the Bourdon gauge in 1849. Over the years, the Bourdon tube has entrenched itself as the elastic element in most pressure gauges in application today.

The Bourdon pressure gauge operates on the principle that, when pressurized, a flattened tube tends to straighten or regain its circular form in cross-section. The Bourdon tube comes in C, helical, and spiral shapes—although most gauges employ the C shape, which is the type of Bourdon pictured here.

When a gauge is pressurized, the Bourdon creates the dial tip travel to enable pressure measurement. The higher the pressure requirement of the application, the stiffer the Bourdon tube needs to be, which means Bourdon wall thickness and diameter are key considerations for enabling the required tip travel to traverse the necessary movement and, thus, facilitate pressure measurement accuracy. A standard gauge for an industrial fluid handling application would generally call for an accuracy range of 3–5 percent full scale. A Bourdon test gauge typically provides accuracy of 0.25–1.0 percent full scale.

2 Key Characteristics to Consider
John Carissimi, media manager at Ashcroft Inc., says there are two key characteristics to consider when evaluating Bourdon tube-type pressure gauges:

•Repeatability; and
•Hysteresis.

Repeatability in the world of pressure gauges means essentially the same thing it means within the realm of flowmeters or other measurement devices. It is a measure of how consistently the gauge is in accurately repeating the same measurement if all conditions remain the same.

Hysteresis is similar to repeatability, but it’s a little more nuanced. It is a measure of how effectively a pressure gauge is in repeating the upscale reading on the down scale cycle if all conditions remain the same.

“If the hysteresis is bad and outside the specification of the gauge, then the gauge is no good, even if the repeatability is good,” says Carissimi.

One process variable that can affect the repeatablility and hysteresis of a pressure gauge is temperature fluctuations. “The nemesis of any pressure device is temperature,” says Carissimi.

Matt Migliore is the director of content for Flow Control magazine and FlowControlNetwork.com. He can be reached at Matt@GrandViewMedia.com.

Fonte: Flow Control



ago 19, 2013
admin

5 Ways to Demonstrate Air Pressure to Children

Note: A parent should always be present—both physically and mentally—when the children are conducting any science experiment at home. Even the simplest experiments have potential for trouble if done wrong.

The ordinary pressure of the air surrounding us is 14.7 pounds per square inch, but the pressure can change when the wind blows or an object, like a car or airplane, accelerates.

One important principle to remember is that wherever the air pressure is higher, there will be a stronger force or push against an object. It’s also helpful to know that when an air particle speeds up, it actually “pushes” less. Imagine that fast-moving air particles are in so much of a hurry that they don’t have time to apply force. This principle is used in airplane wings to make planes fly. When a plane moves along the runway, the air above the wing speeds up more, lowering the pressure, so that the air below the wing can push the plane upward.

Do you want to see if these principles really work? Great! Try one or more of the following experiments:

Water Glass Trick. Fill a cup one-third with water. Cover the entire mouth with an index card. Holding the card in place, take the cup to the sink and turn it upside down. Remove your hand from underneath. Voilà! Because the water inside the cup is lighter than the air outside, the card is held in place by about 15 pounds of force from the air pushing up, while the force of the water pushing down is only about one pound of force.

Fountain Bottle. Fill a 2-liter soda bottle half full of water. Take a long straw and insert it in the mouth. Wrap a lump of clay around the straw to form a seal. Blow hard into the straw—then stand back. Your blowing increases the air pressure inside the sealed bottle. This higher pressure pushes on the water and forces it up and out the straw.

Ping-Pong Funnel. Put a ping-pong ball inside the wide part of a funnel and blow hard into the narrow end. Why doesn’t the ball pop out? As you blow into the funnel, the air moves faster and lowers the air pressure underneath the ball. Because the air pressure is higher above the ball than below it, the ball is pushed down into the funnel—no matter how hard you blow or which direction you point the funnel.

The Million Dollar Bet. Take an empty water or soda bottle and lay it down horizontally on a table. Roll a piece of paper towel into a small ball about half the size of the opening. Tell a friend you’ll pay $1 million if he or she can blow the ball into the bottle. Don’t worry about losing money because this is impossible. No matter how hard someone blows to try to force more air into the bottle, there’s no room for it, so it will flow right out, pushing away the paper ball.

Kissing Balloons. Blow up two balloons and attach a piece of string to each. Hold one balloon by the string in each hand and position the two balloons so that they are at your nose level and 6 inches apart. Blow hard into the space between the balloons. This lowers the air pressure. The pressure of the surrounding air is now higher and it will push the balloons together.

[Adapted from “Top Ten Air Pressure Experiments to Mystify Your Kids-Using Stuff From Around the House,” by Aurora Lipper, for Mechanical Engineering, January 2008.]

Fonte: Asme



ago 14, 2013
admin

As tendências no setor de Hidráulica e Pneumática

A hidráulica e a pneumática podem ser encontradas nos mais diversos setores e equipamentos e tornam a atividade industrial muito mais fácil e rápida. Atualmente, as empresas já investem no desenvolvimento de produtos e componentes em território nacional e focam em inovação e pesquisa.

Mercado

Segundo dados da Câmara Setorial de Equipamentos Hidráulicos, Pneumáticos e Automação Industrial (CSHPA) da Abimaq, em 2012, houve um aumento entre 1 e 2% no faturamento de equipamentos hidráulicos e pneumáticos no Brasil, chegando a um valor de R$ 1,5 bilhão. Desse total, cerca de um terço está relacionado à importação e 15% à exportação.

“Não tivemos um crescimento expressivo do setor, porque a indústria de caminhões sofreu bastante e afetou a venda de equipamentos e componentes hidráulicos”, comenta o presidente da CSHPA, Waldomiro Modena Filho. Ele afirma que 2013 já apresenta bons sinais. “Temos a expectativa de crescimento de 10% do setor neste ano, chegando à marca de R$ 1,7 bilhão”, calcula.

Para Waldomiro, um dos obstáculos para o desenvolvimento do setor é que a indústria brasileira de pneumática e hidráulica ainda depende de muitos componentes do exterior. Os componentes mais tecnológicos vêm de países como Alemanha, Estados Unidos e Japão, já os mais simples costumam vir da China.

Para ganhar competitividade, “o setor tem que se preocupar em termos de normas, competência e qualidade de seus produtos”, afirma. Há cinco anos, a CSHPA trabalha na nacionalização das normas relativas ao setor H&P. “Agora estamos em contato com SENAI, IPT e outros centros de pesquisa para configurar o laboratório para testar componentes nacionais. Essa etapa deve ser concluída em até dois anos”, explica o presidente.

Nos últimos três anos, a CSHPA teve um aumento de 8% no número de associados, que hoje somam quase 70 indústrias do setor.

Indústrias

Uma das associadas da CSHPA é a Norgren. Com experiência de mais de 80 anos em soluções para automação industrial e uma rede que alcança 75 países, a Norgren trabalha com soluções de automação pneumática e controle de fluidos. No Brasil, atua há 38 anos e conta com cerca de 230 funcionários.

Em 2012, as vendas globais da Norgren tiveram um aumento de 3%, alcançando a marca dos R$ 6,6 bilhões. “Como atuamos mais fortemente no setor de caminhões e o segmento teve queda de 20% nas vendas e 40% na fabricação devido às normas do Euro 5, foi um ano muito difícil para a Norgren”, explica o presidente da empresa no Brasil e América Latina, Ricardo Rodrigues. Atualmente, o setor de caminhões responde por 50% do faturamento da Norgren Brasil, que desenvolve uma série de produtos e tecnologias para a área automotiva. São válvulas e conexões que controlam o ar pressurizado dentro do caminhão e podem atuar em vários sistemas do veículo.

O presidente cita que um dos últimos produtos desenvolvidos deste segmento são as válvulas proporcionais para controle de ajuste do turbo, que ajudam a atender a legislação do Euro 5, diminuindo a emissão de gás carbônico e contribuindo para a eficiência energética.

Segundo Rodrigues, os produtos asiáticos vêm ganhando espaço no Brasil e com um preço muito abaixo dos praticados no mercado nacional. “Focamos em agregar valor aos nossos produtos, tentamos diferenciá-lo da concorrência através da qualidade”. Um exemplo disso é que a Norgren está desenvolvendo cilindros pneumáticos com válvulas de controle com inteligência integrada. O produto é voltado, principalmente, para a indústria de alimentos, pois é mais fácil de desmontar e limpar, por exemplo, por não possuir tantos mecanismos.

Rodrigues conta ainda que, em 2012, eles aumentaram 50% do tamanho da única fábrica da Norgren no Brasil, localizada em Santo Amaro (SP). Para este ano, o foco está no aumento de profissionais na área de engenharia, que hoje são 20. “Queremos ampliar em 20% o número de engenheiros, mas é muito difícil encontrar mão de obra qualificada neste segmento, assim como em tantas outras áreas de engenharia. Queremos formar profissionais que sejam referência no mercado”, defende. Ele afirma que cada engenheiro desenvolve três a quatro projetos ao mesmo tempo, com duração de seis meses a um ano cada um, dependendo da complexidade.

No desenvolvimento de novos produtos, o presidente da Norgren explica que a empresa trabalha em conjunto com as necessidades do mercado. “Os engenheiros, muitas vezes, trabalham alocados na indústria para saberem realmente o que o cliente precisa”, afirma. Segundo Rodrigues, a grande vantagem de se estar em um segmento predominantemente de empresas globais é que ocorre a amplificação. “Na Norgren, as soluções de automação pneumática criadas no Brasil são reaproveitadas em outros contextos e países e vice-versa”, explica.

O mesmo acontece na Parker Hannifin. Com vendas anuais superiores a US$13 bilhões no ano fiscal de 2012, a Parker trabalha com tecnologias voltadas a movimento e controle, fornecendo soluções de engenharia de precisão para uma grande variedade de mercados; com ênfase em equipamentos “mobil” (construção, rodoviário e agrícola), transportes industriais e aeroespaciais. Há mais de 40 anos no Brasil, a empresa tem investido fortemente no mercado de filtração nos últimos sete anos.

Em março deste ano, a Parker Hannifin inaugurou sua oitava fábrica no país. A nova unidade é dedicada à fabricação de filtros e acessórios hidráulicos para a indústria de transformação, equipamentos para construção civil, equipamentos agrícolas e rodoviários. Após a fusão com a HDA Acessórios e Equipamentos, em 2011, a Parker se tornou a maior fabricante de filtros hidráulicos da América Latina.

Por Manufatura em Foco

Fonte:ABIMAQ



ago 13, 2013
admin

Norgren apresenta soluções para a indústria de alimentos e bebidas durante Fispal 2013

Equipamentos atendem às necessidades de operação das indústrias de processo, bebidas e sopro de PET. Soluções diminuem tempo e custo de produção

A Norgren, líder global em soluções para automação industrial, participará da Fispal Tecnologia 2013 – Feira Internacional de Embalagens, Processos e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, de 25 a 28 de junho de 2013.

Para o Diretor de Vendas e Marketing da Cia. no Brasil e América Latina, Cristian Drewes, a Fispal é uma oportunidade estratégica para aproximar as indústrias brasileiras das melhores tecnologias em engenharia disponíveis no mercado. “Acreditamos que nossas melhores soluções técnicas podem levar eficiência operacional e energética nas atividades diárias do setor de alimentos & bebidas”, diz Cristian.

Durante a feira, a Norgren irá apresentar novas soluções que aumentam a eficiência operacional das indústrias, além daquelas já comprovadas pelos melhores fabricantes do mercado.

IVAC – a linha de atuadores de alto desempenho da Norgren combina em uma única unidade válvula, controles de fluxo, amortecimento e sensores, podendo reduzir até 50% do consumo de energia da indústria – diminuindo, portanto, os custos operacionais. Seu design é baseado no máximo de modularidade para permitir que todos os componentes sejam montados e desmontados facilmente. Os fatores essenciais do conceito do IVAC incluem módulo de pilotos localizado no cabeçote traseiro, integrado por uma interface pneumática, sensores de posição, indicador de status e conexão elétrica.

O atuador tem peso e espaço otimizado e diâmetros – de 32 a 80 mm, com válvula integrada e sensores magnéticos para controle completo do atuador. Capaz de ser adaptado ou integrado a novos sistemas, cada unidade exige apenas uma conexão pneumática e elétrica, eliminando a necessidade de ilha com múltiplas válvulas, componentes, tubos e acessórios.

Bloco de sopro – Para maior eficiência no processo de sopro das indútrais de PET, a Norgren criou um bloco homologado que integra as três fases de produção (pré-sopro, sopro; exaustão do ar injetado e resfriamento) em uma única solução. O bloco pode diminuir custos operacionais anuais em até R$ 185.000 para as indústrias. Sua tecnologia patenteada de pistão plástico tem eficácia comprovada pelos principais fabricantes de sopradoras do mercado. A produtividade alcançada com o bloco chega a aumentar os limites de produção além de 2.200 garrafas por hora por cavidade.

Os visitantes poderão conhecer outras soluções da Norgren para o mercado de alimentos e bebidas no estande 95 localizado na Rua K, da Fispal Tecnologia.

Visite o site www.norgren.com
Fonte: Embalagem & Tecnologia



ago 12, 2013
admin

Convite Norgren – Feira MD&M Brazil 2013

Aguardamos a sua visita!

Data: 27 e 28 de Agosto

Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387

Horário: 10 às 19h

Clique aqui para fazer o seu credenciamento on-line

Fonte: Norgren



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A COPPI tem forte atuação no setor de manutenção industrial, oferecendo serviços de recuperação de instrumentos.

13 minutos ago

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